A Asus anunciou na manhã desta sexta-feira (02) a chegada de novos produtos ao mercado brasileiro, incluindo dois notebooks:
o ZenBook 3 Deluxe UX490UA e o UX410UA.
Ambos com tela Full HD de 14 polegadas, os laptops prometem um excelente desempenho aliado a elegância e sofisticação, tudo isso em um "corpo pequeno".
Zenbook 3 Deluxe UX490UA
A Asus desenvolveu uma tela de 14 polegadas para estes novos Zenbooks, mas com praticamente o mesmo tamanho dos dispositivos de 13 polegadas. Isso acontece devido a uma tecnologia chamada nanoedge, que cria bordas ultrafinas, quase infinitas.
Com apenas 1,1 kg, o novo Zenbook Deluxe conta com processador Intel Core i7 de 8ª geração, armazenamento SSD de alta capacidade de até 1 TB, duas entradas USB Tipo-C, quatro alto-falantes Harman-Kardon e bateria de longa duração com suporte a tecnologia de carregamento rápido.
Foto: Canaltech
O Zenbook Deluxe UX490UA já está disponÃvel por R$ 15 mil.
Zenbook UX410UA
Também com tela de 14 polegadas e borda fina, o Zenbook UX410UA vem equipado com processadores Intel Core de 8ª geração, 16 GB de memória RAM, 1 TB de armazenamento + 128 GB de expansão SSD, reprodução de cores em alta qualidade com 276 pixels por polegada, além de alto-falantes Harman-Kardon.
O novo Zenbook pesa 1,4 kg e tem apenas 18,95 mm de espessura.
Foto: Canaltech
Foto: Canaltech
O Zenbook UX410UA já está à venda por R$ 9 mil.
De acordo com um relatório da Bloomberg News, a Apple pode estar desenvolvendo pelo menos três novos modelos de Macs integrados com coprocessadores personalizados, o que inclui notebooks atualizados e novos desktops. O relatório divulgado pelo veÃculo afirma que os modelos desta nova linha têm chances de serem lançados ainda este ano, mas não especifica exatamente quando.
Apple PCs
Foto: Reprodução / Canaltech
O documento ainda foca na mudança que a Apple visa em relação a seus chips internos, reduzindo a dependência de empresas parcerias terceirizadas como a Qualcomm e a Imagination Tech.
Os coprocessadores personalizados, por sua vez, integrarão vários componentes previamente separados e sumariamente paralelos, tais como o controlador de gerenciamento de sistema, placa gráfica, controlador de áudio e controlador SSD.
Nova linha de notebooks
O MacBook, o MacBook Pro e o MacBook Air compõem o lineup de notebooks da Apple. Destes três, os dois primeiros são fortes candidatos a receberem uma atualização.
As especulações apontam para um upgrade nos novos modelos do MacBook Pro, que podem vir equipados com um chip atualizado, mais potente do que o T1 personalizado que alimenta os modelos lançados com Touch Bar.
Os MacBooks, por sua vez, não viriam com um coprocessador personalizado. Ainda sobre este modelo, outro rumor, desta vez divulgado pelo Digitimes - este, carecendo de fontes confiáveis em sua declaração -, afirma que a Apple lançará um novo MacBook de 13 polegadas na segunda metade deste ano. Não está claro se este suposto modelo seria um substituto para o MacBook Air, porém.
Desktops atualizados
Em contrapartida, o iMac Pro, Mac Pro e Mac Mini fazem parte da linha de desktops. Para os modelos atualizados, o novo iMac Pro, por exemplo, já estaria equipado com o chip T2 personalizado da Maçã, que garante maior segurança e integração, oferecendo novas capacidades de armazenamento criptografado e de inicialização segura.
A Apple já havia confirmado anteriormente que está trabalhando em um Mac Pro completamente remodelado e com construção modular, ainda sem data para ser lançado. Enquanto isso, espera-se que o Mac Mini receba um upgrade, já que o modelo não recebe uma atualização há mais de três anos.
No ano passado, rumores do mercado de dispositivos móveis avisaram que a Apple pode redesenhar o iPad em 2018, deixando-o mais parecido com o iPhone X, chegando sem botão "Home" fÃsico e contando com o FaceID para o reconhecimento facial do usuário.
Então, reunindo os rumores todos, o designer Martin Hajek decidiu criar imagens 3D do que pode vir a ser o novo iPad, que ele apelidou de "iPad X". Vale ressaltar que as imagens não são fruto de nenhum vazamento, sendo criação não-oficial do designer.
Foto: Canaltech
Ele mostra um iPad Pro de 12,9 polegadas redesenhado, com câmera dupla na vertical em sua face traseira, sem grandes mudanças visuais com relação ao atual iPad Pro. Já nas laterais, o tablet fica mais parecido com o iPhone X, com cantos arredondados e laterais de aço.
Foto: Canaltech
Já o display apresenta o polêmico "notch", recorte preto no topo da tela que abriga os sensores acoplados à câmera TrueDepth, necessária para mapear o rosto do usuário e ativar o FaceID, abandonando o botão fÃsico "Home" e seu sensor de impressões digitais.
Foto: Canaltech
Agora, resta acompanhar as novidades sobre a nova linha de iPads da Apple e conferir se as previsões do designer se mostrarão acertadas.
O mercado de smartphones mudou muito nos últimos anos, mas retirar a entrada padrão de fones de ouvido (a famosa P2, de 3,5mm) foi uma jogada audaciosa. Isso fez com que modelos como urBeats3 ganhassem vida, e este em especÃfico traz um conector Lightning para ser usado com produtos da Apple. Mas, ainda assim, existe uma versão com conector de 3,5mm.
Se você é usuário de iPhone e procura um fone de ouvido especÃfico para usar apenas com ele, ou com outros dispositivos da Apple, essa versão do fone de ouvido que foi cedida para testes para o Canaltech talvez seja uma boa opção. Mas, assim como outros dispositivos da Apple, toda essa tecnologia tem o seu preço.
É tudo sobre organização
A gente podia começar falando da qualidade dos fones de ouvido para músicas, mas a real é que a organização é um critério importante, também. Primeiro que ele tem o cabo "achatado" ou flat, que dificilmente vai se enroscar e criar aquela bola de fios. E tem mais: a base de cada lado é magnética, o que deixa as duas pontas juntinhas.
Não bastante, na caixa dele tem um case de silicone para deixar os fones sempre num lugar seguro na sua mochila. Eles já demonstraram certa resistência nesses últimos dias, e este é um belo adicional.
Ainda falando sobre a caixa do urBeats3, mais uma vez nos deparamos com a organização. Existem três conjuntos de borrachinhas para encaixar os fones e dois de wingtips, que são espécies de presilhas para deixá-los ainda mais seguros nos seus ouvidos. A variedade, é claro, é por causa dos tamanhos.
Ah, e para os saudosistas, além dos manuais, a Beats também coloca um adesivo dentro da caixa.
Nós não percebemos arranhões nas partes mais sólidas do urBeats3. Os botões de volume e de ação são em plástico, mas são bem firmes. Se você apertar os de volume, vai perceber mais intensidade, enquanto que o do meio é mais suave, mas com pressão regulada e não tão sensÃvel.
Sendo assim, separamos três pontos onde esse fone da Beats manda bem:
Resistência : os pontos de torção, normalmente próximos do limite de cada ponta do cabo, são revestidos e não ficam expostos, evitando que eles quebrem com facilidade;
Conforto : os fones se encaixam bem e têm regulagem, graças aos acessórios inclusos na caixa;
Simplicidade : não há nada chamativo no design do fone, o que é bom para quem quer ser discreto.
Mas o urBeats3 não parece ser um fone ideal para esportes. Se você quer fazer uma caminhada ele pode quebrar um galho, mas em corridas intensas ele pode facilmente sair do ouvido. Ah, e não existe nenhuma certificação contra água para ele.
Como é usar o urBeats3
Outro dia eu estava ouvindo Pink Floyd enquanto caminhava, e notei uma espécie de "novo som" na música Learning to Fly. Eu já ouvi essa música um milhão de vezes e, de fato, não era um som normal, e sim algo que não deveria estar ali. Depois de prestar muita atenção, percebi que existe um ruÃdo quando você anda e gera atrito entre o cabo e a sua roupa.
Normalmente, esse problema tende a acontecer com as músicas pausadas, mas também é perceptÃvel com elas tocando. No começo pode até ser tranquilo e você vai ignorar, mas a longo prazo talvez se torne um incômodo, ainda que pequeno.
Na prática, o urBeats3 manda muito bem com o som mais baixo, sendo consistente e claro, mas sem prejudicar a qualidade do que está sendo ouvido na hora. Quando você eleva isso para os médios, perceberá menos clareza, mas ainda com um equilÃbrio legal entre os graves e agudos.
O grande problema fica para os altos. A experiência de uso dele é boa e com qualidade sonora interessante, mas isso é sacrificado com volumes elevados. Isso também dependeria do tipo de música, é claro, mas fica perceptÃvel em qualquer ocasião.
Ele realmente não tem a melhor qualidade sonora do mercado, mas é claro o suficiente para deixar qualquer usuário satisfeito. E, por satisfeito, o resumo da ópera é que ele não entrega uma experiência completa.
Novamente, nós gostamos da intensidade, clareza, nÃvel de grave e nitidez enquanto o volume está entre o baixo, médio e algo só um pouco acima disto. Jogue para os últimos nÃveis do volume e sinta o desconforto e uma música que não destaca elementos importantes da melodia.
Mas, e aÃ, vale a pena?
Se nos perguntarem se o urBeats3 é um bom fone, a resposta seria "sim", sem sombra de dúvidas. Ele tem boa qualidade, apesar dos altos serem desconfortáveis; tem opções de ajuste para as partes de silicone e é refinado, com visual limpo e resistente.
Além dessa versão com o conector Lightning, existe outra com ponta P2. Ambos são vendidos por R$ 599 no site da Apple nas cores preto, prata fosco e ouro fosco (que foi a testada por nós). E esse é um outro ponto onde o urBeats3 acaba realmente perdendo a vantagem: ele é muito bom, porém caro demais para o que oferece.
Um exemplo claro é a falta de certificação contra água ou respingos, mas como este não é um modelo especÃfico para esportes esse público deve estar de olho em outros modelos.
No fim do dia, o urBeats3 pode ser o seu próximo fone, se você estiver disposto a pagar o valor cobrado por ele. Tudo bem que no mercado facilmente você vai encontrar opções na faixa dos R$ 200 com qualidade sonora semelhante, mas sem o apelo na construção.
Caixa do urBeats3 (Foto: Leonardo Pavini / Canaltech)
Foto: Canaltech
Brasil ainda peca na logÃstica de reuso e educação ambiental relacionada à reciclagem do chamado e-lixo
A constante demanda por inovação aliada a fatores econômicos e empresariais contribui para o descarte precoce dos equipamentos eletrônicos, como smartphones, tablets, notebooks, etc. Os chamados ResÃduos de Equipamento Eletroeletrônicos (REEE) nunca estiveram tão presentes na atualidade. Segundo a ONU, a indústria eletrônica gera a cada ano quase 50 milhões de toneladas de lixo provenientes de computadores e smartphones
Entretanto, existe uma ausência de soluções para o descarte e destinação desses resÃduos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, não há nenhuma polÃtica especifica para o descarte de lixo eletrônico.
A maior cidade da América Latina fica devendo em logÃstica de reuso e educação ambiental relacionada à reciclagem do chamado e-lixo.
Cadeia da reciclagem
As soluções locais relacionadas ao processo de reciclagem de eletrônicos estão partindo de empresas e negócios emergentes que procuram incentivar o reuso dos equipamentos até a exaustão de sua vida útil. A Eixo - TI é uma dessas startups. Especializada em reciclagem de eletrônicos e no desenvolvimento de equipamentos remanufaturados, a empresa destaca que entre as bases para concretização da reciclagem dos eletrônicos estão etapas como logÃstica reversa, triagem, manufatura reversa, descarte e destruição.
Cada etapa requer recursos financeiros, tecnológicos, processuais, mão de obra especializada e são tratadas como elos independentes dentro do supply chain da reciclagem.
Algumas etapas já trazem receita para empresas dedicadas ao processo e oportunidades para novos negócios, com destaque para a triagem dos equipamentos coletados visando a melhora no rastreamento e no reuso para microempresários em processo de inclusão digital, fomentos produtivos em comunidades, projetos de inclusão e formação digital, auxiliando na diminuição dos custos de capacitação reinvestidos regularmente pelo setor empresarial.
Educação Ambiental
Segundo a Eixo - TI, o processo de extração de metais existentes nos eletrônicos não é realizado localmente por falta de tecnologia e incentivos para ampliar o mercado de reciclagem. Sendo assim, todo o material arrecadado e destinado corretamente é exportado para paÃses detentores do maquinário necessário. Se houvesse uma maior preocupação nacional, novos postos de trabalho relacionados à reciclagem do e-lixo poderiam ser criados.
Neste contexto, fica clara a importância da educação ambiental para uma solução de longo prazo. "Para mitigar a problemática dos REEE as pessoas em suas casas e locais de trabalho precisam investir na coleta seletiva, e as instituições públicas e privadas em aumento no número de postos de coletas, bem como na logÃstica reversa eficiente e com custos plausÃveis", defende a Eixo TI.











