O WhatsApp lançará um serviço de transferência de dinheiro na Índia, seu maior mercado, após um teste envolvendo um milhão de usuários, disse a National Payments Corp of India (NPCI).
Impressão em 3D de logo do WhatsApp em ilustração 14/09/2017 REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters
A declaração desta sexta-feira marca o lançamento oficial do novo serviço do WhatsApp, conforme a NPCI, órgão criado pelo banco central e bancos para supervisionar serviços de pagamento.
O WhatsApp na semana passada testou o serviço em versão limitada na Índia, onde tem mais de 200 milhões de usuários. A ferramenta usa os números de celular dos clientes associados às contas bancárias para facilitar pagamentos e marca a primeira
iniciativa global em transferências de dinheiro pela empresa controlada pelo Facebook.
Quatro bancos se juntarão à United Payments Interface (UPI) -ambiente no qual funciona o serviço de pagamentos- no WhatsApp, informou a NPCI. Atualmente, o ICICI Bank, terceiro maior banco indiano, processa as transferências de fundos no WhatsApp, segundo o aplicativo.
A popularidade do WhatsApp na Índia pode ser uma ameaça para bancos já estabelecidos, mas entra num mercado competitivo após o Google lançar um aplicativo de pagamentos no ano passado para competir com serviços locais.
A economia sem papel moeda do país teve um impulso após o primeiro-ministro Narendra Modi proibir antigas notas de alto valor no fim de 2016, levando a um aumento dos provedores de pagamento online, como a Paytm, maior do país.
A Paytm, financiada por Alibaba e SoftBank, manifestou preocupação com a segurança do novo serviço do WhatsApp em comunicado divulgado nesta sexta-feira.
Pela primeira vez, a Apple concentra mais de metade do mercado de smartphones de todo o mundo. É o que mostram os dados sobre o quarto trimestre de 2017 revelados pela Strategy Analytics, que colocam a Maçã como detentora de US$ 61,4 bilhões dos US$ 120 bilhões gerados por esse segmento em todo o mundo.
O grande responsável por essa posição, de acordo com a pesquisa, é o iPhone X e seu preço considerado bem alto, mas com o qual os clientes parecem dispostos a arcar. Além de atingir a marca histórica no domínio do mercado, a Apple também atingiu outro patamar de sucesso, angariando o maior gasto médio de todo o segmento — cerca de US$ 800, quase três vezes mais do que a média do mercado e suficiente para que, no relatório, o celular fosse chamado de uma verdadeira "máquina de fazer dinheiro".
Esse fator também levou a um crescimento no setor como um todo. De acordo com os dados, o ticket médio do setor de smartphones teve alta de 18% em relação ao que foi registrado no final de 2016, muito por causa da ascensão de smartphones chineses, principalmente os da marca Huawei, a grande ganhadora do período.
Mesmo diante de desconfianças no mercado ocidental, a companhia continua de vento em popa do outro lado do mundo, se tornando a terceira maior marca do mercado mobile em faturamento. Segundo os números, o total acumulado pela Huawei entre outubro e dezembro do ano passado foi de US$ 8,4 bilhões, colocando-a atrás apenas da Samsung, com US$ 18,9 bilhões.
Os dados da Strategy Analytics mostram, ainda, o que pode ser considerado como uma reversão do que era visto no setor nos últimos anos. A força dos pequenos fabricantes asiáticos, principalmente, parece estar diminuindo — as três maiores empresas desse setor tiveram crescimento que varia de 0,5%, no caso da Huawei, até 2,5%, para a Apple, enquanto a parcela de "Outras", concentrando marcas menores, teve queda de 4,3%.
Seria mais um reflexo da procura pelo iPhone X, é claro, mas, para os analistas de mercado, também uma prova de que, na medida em que o ticket médio do mercado mobile aumenta, volta a crescer, também, a preferência por marcas consagradas e seus dispositivos de topo de linha.
iPhone X
Foto: Canaltech
Se você está pensando em adquirir um HomePod, o alto-falante inteligente da Apple, tente não deixar ele cair no chão e torça para que ele não estrague, senão você pode acabar saindo no prejuízo.
Homepod
Foto: CNET / Canaltech
A Apple publicou nesta sexta-feira (9) em seu site oficial o valor que precisará ser pago nos Estados Unidos, fora da garantia, caso o dispositivo enfrente problemas: US$ 279. Ou seja, 80% do preço de um aparelho novo, que está custando por lá US$ 349.
O HomePod, no entanto, não corre tantos riscos como um iPhone ou iPad, por exemplo que está sempre em nossas mãos. Mas, todo o cuidado é pouco para evitar dores de cabeça e no bolso pensando nos reparos.
O novo dispositivo inteligente da Apple está disponível, por enquanto, nos Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, e pode ser encontrado nas cores branco e cinza.
Para demonstrar um pouco do poder de fogo de seu próximo SoC, a Qualcomm disponilizou para a imprensa americana alguns aparelhos de referência para testes de benchmark, possibilitando comparações entre os atuais modelos disponíveis nas mais diversas marcas de smartphones.
Sem grandes surpresas, o chip apresenta ligeiras melhorias na parte de processamento, se destacando mais por sua GPU integrada Adreno 690, que oferece um desempenho gráfico 30% superior ao seu antecessor, bem como menor consumo de energia, sendo esta uma ótima promessa para os próximos flagships da Samsung e da Huawei.
De acordo com os resultados de benchmark publicados pelo AndroidAuthority, o Snapdragon 845 superou todos os concorrentes do mercado com considerável vantagem e em diferentes ferramentas de teste de performance, incluindo o AnTuTu, GeekBench e GFXBench.
(Reprodução: TechAdvisor)
Foto: Canaltech
O único que conseguiu superar o SoC da Qualcomm foi o iPhone X, com 15% de performance de vantagem nos resultados do GeekBench, conforme observou o site TechAdvisor. Entretanto, em todas as outras ferramentas de testes, o Snapdragon 845 permaneceu com as maiores pontuações.
Além das melhorias na CPU e na GPU, o SoC da Qualcomm também passa a integrar o novo modem X20, que promete entregar velocidades de conexão de até 1,2 Gbps, ideal para ser utilizado redes móveis com o novo padrão 5G.
Se os rumores forem confirmados, a Samsung será a primeira companhia a utilizar o Snapdragon 845 e mostrar todo o seu potencial em seu próximo flagship, o Galaxy S9, que deve ser anunciado no dia 25 de feveiro.
Próxima versão do pacote de produtividade da empresa será lançada na segunda metade de 2018. Preview deve ser liberado no segundo trimestre.
A Microsoft anunciou neste final de semana que o ainda inédito Office 2019 só rodará em máquinas com o sistema Windows 10, lançado em 2015 pela companhia. Revelada originalmente no ano passado, a nova versão do pacote de produtividade da empresa de Redmond ainda não teve mais detalhes revelados sobre os seus recursos.
Apesar disso, a Microsoft afirmou que as versões de preview dos novos aplicativos do Office 2019 estarão disponíveis para testes no segundo trimestre de 2018. Já a versão final do software chega ao público geral na segunda metade deste ano.
Para poder rodar o novo Office, os usuários precisarão ter um computador com uma versão atualizada do Windows 10 – ou seja, basicamente o Windows 10 Home e o Windows 10 Pro, desde que esteja com os updates principais aplicados.
Além disso, a Microsoft revelou que não irá lançar o Office 2019 usando o antigo instalados MSI. Em vez disso, a companhia usará o instalador Click-to-Run, que costuma ser usado no pacote de produtividade disponível pela nuvem Office 365.
“Softwares que tenham mais de uma década de idade, e não tenham se beneficiado dessa inovação, são difíceis de proteger e inerentemente menos produtivos”, afirmou a empresa. “À medida que o ritmo da mudança acelera, tornou-se imperativo mover os nossos software para um ritmo mais moderno,”
A empresa irá fornecer um total de cinco anos de suporte mainstream para o Office – o software terá outros dois anos de suporte estendido, que será encerrado em 15 de outubro de 2025.
O que isso significa para você
A única coisa que essa mudança mais recente significa para os consumidores é simples: a Microsoft não vai atualizar o Office se o seu PC Windows 10 não estiver recebendo os updates do sistema. Se você estiver em dia com as atualizações, no entanto, então tudo ficará bem. Quanto ao Office 2019 rodar apenas no Windows 10: bem, isso não é realmente uma surpresa.











