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Trabalho remoto: uma tendência?

Você acredita no trabalho remoto? Apesar de muitos ainda serem resistentes às mudanças na forma como as pessoas trabalham hoje em dia, o trabalho de forma remota está ganhando cada vez mais adeptos no Brasil. A qualidade de vida que se ganha quando sabe-se administrar o tempo sem precisar ficar determinadas horas em um escritório compensa e, dependendo do tipo de trabalho realizado, cada vez mais essa prática tende a ser comum em razão da globalização das empresas. Sem contar que trabalhar em home office oferece oportunidades incríveis para o crescimento pessoal e profissional.



Home office

Foto: luminastock/Depositphotos / Canaltech

Uma pesquisa sobre O Futuro do Trabalho mostrou que mais de 40% dos entrevistados já pratica o home office em suas organizações e, além disso, mais da metade deles afirma que o trabalho remoto aumenta a produtividade, tanto que mais de 1/3 das empresas pesquisadas têm a intenção de promover o trabalho remoto nos próximos 12 meses. Uma preocupação que muitas pessoas ainda têm é com relação à produtividade e de como se organizar trabalhando de forma remota. Afinal, como devo colaborar com meus colegas remotos? Como funciona? Conseguirei me organizar como se estivesse dentro do escritório?

Se você quer ter sucesso com o trabalho remoto, então siga essas quatro dicas:

Tenha um local apropriado para trabalhar
É muito importante ter um canto dedicado ao trabalho. Seja um pequeno escritório ou uma mesa organizada em algum cômodo da casa, é fundamental não trabalhar da cama ou do sofá, por exemplo.

Com um cantinho organizado para o dia a dia no trabalho, a pessoa poderá organizar melhor e ainda preparar o espaço para as conferências online ou qualquer tipo de interação que tenha que fazer no espaço.

Estipule regras para participação de videoconferência
Outra dica vale justamente para as conferências: se todos estão participando de uma reunião em vídeo, é importante que todos se conectem através do seu computador mesmo que apenas uma pessoa esteja remota e os outros no escritório. A importância de cada um se conectar em seu computador e ligar a sua câmera de vídeo é para facilitar a conexão entre os participantes para que eles possam observar suas expressões e gestos durante a reunião.

Apesar de estar trabalhando remoto, a ideia aqui é que haja uma conexão profissional durante a interação porque, ao aparecer na câmera, passará uma impressão mais enfática com relação aos pontos de vista e ideias abordadas durante a reunião online. Seja transparente e produtivo: tenha uma ata pré-definida e aberta para todos antes da reunião e escolha um líder da reunião para ter certeza de que tudo será abordado dentro do tempo estipulado.

Defina horários específicos para o lazer ou simplesmente relaxar

Outro fator que faz toda diferença na produtividade é que o tempo de deslocamento é nulo e aquelas horas antes perdidas no trânsito poderão ser utilizadas para produzir algo novo e melhor conciliar o tempo livre para lazer. Assim, é possível aproveitar as horas que serão economizadas e ter tempo para fazer exercícios físicos, por exemplo.

Defina as ferramentas de colaboração
A tecnologia está cada vez mais diminuindo a barreira do trabalho remoto. Ela é imprescindível para que empresas promovam um ambiente colaborativo e produtivo entre colaboradores híbridos (remotos e que trabalham no escritório), seja por meio de chats, ferramentas de colaboração ou de vídeo conferência online.

Para ajudar nessa organização diária de forma remota, existem diversas ferramentas que, de forma colaborativa, orientam as pessoas a otimizar o fluxo de trabalho. Sejam projetos, gerenciamento de equipe ou até simples atividades diárias, basta escolher a ferramenta que se adequa melhor ao ambiente e tipo de trabalho.

Essa tendência das empresas começarem a adotar a prática do trabalho remoto se dá principalmente porque as pessoas estão em busca de mais autonomia, menos tempo perdido para se locomover até o local de trabalho e, principalmente, um melhor equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional.

No começo, a mudança de rotina para trabalhar remotamente pode parecer solitária, mas planejando e organizando as tarefas do dia a dia, é possível sim trocar as conversas na copa por um encontro pessoal e online com seus colegas depois de ter finalizado o trabalho de forma remota.

Abraçar o trabalho remoto é um valor do Trello e acreditamos que o home office pode ajudar as pessoas a se desenvolverem e aperfeiçoarem-se, e isso não só profissionalmente, mas pessoalmente também. Começamos com uma pequena equipe baseada em um escritório em Nova York, e hoje aproximadamente 65% da equipe que atua no Trello é remota.

*Amanda Alvernaz é responsável pelo Marketing do Trello no Brasil. A ferramenta tem como objetivo transformar a forma como as pessoas se organizam, trazendo uma nova perspectiva para a colaboração em equipe e execução de seus projetos e tarefas.

Computação quântica, IA e blockchain: as inovações que mudarão o mundo

Segundo IBM, há cinco inovações que moldarão a forma como o mundo funciona nos próximos 5 anos

A IBM realizou nesta semana, em Las Vegas (EUA), o seu principal evento anual, o Think, mostrando sua visão de futuro. Pesquisadores do IBM Research, unidade de pesquisas da companhia, apresentaram cinco inovações que, para a empresa, vão moldar o mundo nos próximos cinco anos. A lista é formalizada a partir de tendências de mercado e da sociedade nos próximos 5 anos e inspirada pelas tecnologias que estão em desenvolvimento nos laboratórios mundiais de pesquisa da IBM.

Este ano o "5 em 5" traz previsões baseadas em três fortes áreas de atuação da Big Blue - inteligência artificial (AI, na sigla em inglês), blockchain e computação quântica. Para cada tendência, um pesquisador do IBM Research foi chamado ao palco para dar breve descrição.

"As tendências refletem as pesquisas que temos feito. A IBM está investindo nas tecnologias que prometem mudar o mundo", destacou Arvind Krishna, diretor de pesquisas da Big Blue, que abriu a apresentação.

1 - Cripto-âncoras e Blockchain contra fraudes

O primeiro encarregado de explicar a visão da IBM foi Andreas Kind, gerente da indústria de plataformas e blockchain, que defendeu a necessidade de autenticidade para produtos, o que a plataforma de blockchain pode resolver.

O executivo citou o exemplo de um carro com defeito, que, quando necessita de peça de reposição, sempre deixa a dúvida para os consumidores: a peça de fato é real ou estamos sendo enganados pelo "mercado paralelo"?

Por isso, o executivo afirmou que a confiança precisa chegar ao mundo real e deixar de ser algo apenas digital. O blockchain, no caso, consegue rastrear com segurança e confiabilidade toda a cadeia de produção.

Para a IBM, nos próximos cinco anos, as tecnologias de "cripto-âncoras" e de Blockchain garantirão a autenticidade de um produto - desde o ponto de origem até as mãos do cliente.

Outro exemplo citado pelo executivo é da área de saúde/farmacêutica. Em alguns países, quase 70% dos medicamentos que salvam vidas são falsificados, e as cadeias de abastecimento complexas - compostas por dezenas de fornecedores em vários países - dificultam a prevenção de adulteração.

"A tecnologia Blockchain é considerada o futuro das transações digitais, infundindo confiança, eficiência e transparência nas cadeias de suprimentos. Mas o Blockchain sozinho não pode garantir a autenticidade dos bens físicos", diz.

Por isso, os pesquisadores da IBM estão desenvolvendo cripto-âncoras, impressões digitais invioláveis, para incorporar produtos ligados ao Blockchain. Essas impressões digitais podem assumir várias formas, como pequenos computadores ou códigos ópticos, mas quando estão ligados a um Blockchain, representam um poderoso meio de provar a autenticidade.

Os primeiros modelos devem ser disponibilizados aos clientes nos próximos 18 meses.

2 - Criptografia em rede

Hackers seguirão atuando, mas até encontrarem a criptografia em rede, ou lattice cryptography, como a empresa define.

A escala e a sofisticação dos ataques cibernéticos avançam todos os anos, assim como as defesas. Em cinco anos, novos métodos de ataque farão com que as medidas de segurança de hoje sejam inadequadas, prevê a companhia.

A pesquisadora Cecilia Boschini comentou que a IBM está desenvolvendo sistemas baseados em modelos matemáticos para resolver problemas de segurança da próxima geração.

A empresa destaca que quase 4 bilhões de registros de dados foram roubados em 2016 - cada um custou ao detentor de registro cerca de US$ 158. Hoje, os arquivos são criptografados enquanto estão em trânsito e em repouso, mas descriptografados durante o uso. Isso permite que os hackers vejam ou roubem arquivos não criptografados.

Por exemplo, daqui a muitos anos um computador quântico tolerante a falhas com milhões de qubits poderia detectar rapidamente as probabilidades e decifrar até mesmo a criptografia comum mais forte, tornando obsoleta essa metodologia de segurança.

Os pesquisadores da IBM estão desenvolvendo um novo método de segurança construído em uma arquitetura conhecida como criptografia de rede, ou lattice, que esconde dados dentro de modelos de matemática complexos (estruturas algébricas). A dificuldade em resolver esses problemas de matemática é útil para os criptógrafos, porque eles podem aplicar essa dificuldade para proteger a informação, mesmo quando os computadores quânticos são suficientemente fortes para quebrar as técnicas de criptografia atuais.



3 - Microscópios com IA para salvar os oceanos

Microscópios com robôs reforçados por IA podem salvar os oceanos. É o que acredita o pesquisador Tom Zimmerman, que afirma que, em cinco anos, pequenos microscópios autônomos de IA, conectados em rede e implantados em todo o mundo, vão monitorar continuamente a condição do recurso natural mais crítico para nossa sobrevivência: a água.

Zimmerman fez questão de destacar seu histórico de curiosidade e invenções para explicar o projeto que lidera no IBM Research. Ele lembra que, na sua infância, gostava de desmontar equipamentos - como TVs - para usar para outras aplicações. É o mesmo conceito que tem feito em seu projeto, mas agora com muito mais impacto e não apenas diversão.

Ele destaca que cientistas lutam para coletar e analisar até mesmo os dados mais fundamentais sobre as condições em tempo real dos oceanos, lagos e rios.

Existem sensores especializados que podem ser implantados para detectar substâncias químicas e condições específicas na água, mas faltam nocivos, como espécies invasoras ou a introdução de novos produtos químicos.

O plâncton, conjunto de organismos que não tem movimentos suficientes para contrariar as correntes, no entanto, é natural, e, mesmo pequenas mudanças na qualidade da água afetam seu comportamento. Eles também formam a base da cadeia alimentar oceânica, que serve como a principal fonte de proteína para mais de um bilhão de pessoas. No entanto, sabe-se muito pouco como o plâncton se comporta em seu habitat natural, porque estudá-los normalmente requer colecionar amostras e enviá-las para um laboratório.

A IBM está construindo pequenos microscópios autônomos que podem ser colocados em corpos de água para monitorar plânctons, identificando diferentes espécies e rastreando seus movimentos em três dimensões.

No futuro, segundo Zimmerman, microscópios serão equipados com tecnologias de IA para analisar e interpretar os dados localmente, reportando quaisquer anormalidades em tempo real para que possam ser atuadas imediatamente.

Segundo o pesquisador, é possível usar tecnologias como de reconhecimento facial para reconhecer comportamento das espécies. É de fato desmontar uma tecnologia e usar para outro propósito, como Zimmerman fazia em sua infância.

4 - Ética em IA

Como lidar com sistemas e algoritmos de IA tendenciosos? É o que Francesca Rossi, líder global de ética em IA, busca entender.

A empresa acredita que, dentro de cinco anos, o número de sistemas e algoritmos de IA tendenciosos aumentará. Mas é preciso lidar com eles em conformidade - com novas soluções para controlar o viés na IA e defender os sistemas.

Ela destacou que, em seus longos 30 anos de trabalho com inteligência artificial, ficou por muito tempo sem assistir conferências com esse tipo de discussão.

"O foco era apenas em fazer máquinas mais inteligentes, mas sem discussões sobre os impactos nas pessoas, cultura e sociedade", lembrou.

Agora, segundo ela, a discussão é multidisciplinar, envolvendo profissionais como sociólogos, economistas, educadores etc, o que ajuda de fato a avançar em tecnologias de IA.

Para Francesca, um princípio crucial, tanto para humanos como para máquinas, é evitar o viés e, portanto, é preciso evitar a discriminação. Identificar e mitigar o viés em sistemas IA é essencial para criar confiança entre humanos e máquinas que aprendem.

5 - Computação quântica

Para a IBM, computação quântica será uma grande tendência daqui a cinco anos. Neste período, os efeitos desta tecnologia irão além do laboratório de pesquisa e ela será amplamente utilizada por novas categorias de profissionais e desenvolvedores que procuram esse método emergente de computação para resolver problemas até então considerados insolúveis.

A pesquisadora Talita Gershon destaca que não somente cursos de física - como ocorre atualmente em alguns casos - terão aulas baseadas em computação quântica, mas também outras áreas, como ciência da computação e química. A tecnologia estará profundamente inserida em uma variedade de currículos, e aprender sobre isso será um pré-requisito para diversos profissionais.

Para ela, no futuro, os computadores quantum não serão mais vistos como misteriosos. O público em geral adotará essa nova era, já que nossa compreensão coletiva da computação quântica continua a crescer e a tocar todas as indústrias e todas as instituições educacionais. Essa explosão no conhecimento público geral ajudará a iniciar o início da era quântica comercial.

Em cinco anos, a indústria descobrirá as primeiras aplicações em que um computador quântico oferecerá de benefício para resolver problemas específicos. Uma vantagem clara será concedida aos primeiros usuários dessa nova era.

O projeto da IBM para inclusão de computação quântica em universidades já conta com 150 instituições e é uma das apostas da companhia para popularizar a tecnologia.

*O jornalista viajou a Las Vegas (EUA) a convite da IBM

(Fonte: Guilherme Borini) - 26/03/2018
Mastercard diz que investiria em criptomoedas regulamentadas por governos

Como quase toda instituição financeira tradicional, a Mastercard sempre teve um pé atrás com o conceito de moedas digitais. Contudo, durante uma entrevista concedida recentemente ao jornal Financial Times, Ari Sarkar, co-presidente da empresa para a região Ásia-Pacífico, deu a entender que a companhia pode mudar seu jeito de pensar em um futuro breve.



Mastercard

Foto: Canaltech

De acordo com o executivo, a Mastercard poderia sim investir e explorar o campo das moedas digitais, desde que elas sejam legalizadas e criadas por entidades governamentais. "Se os governos decidirem criar uma criptomoeda nacional, nós estaríamos muito felizes em olhar para ela de um jeito bem favorável", afirma Sarkar. O executivo ainda explica que, para cumprir os requisitos regulatórios, uma moeda desse tipo não deve ser anônima.

Diversos países já demonstraram interesse em criar criptomoedas próprias para coexistir ou até mesmo substituir o dinheiro físico, mas, até o momento, somente a Venezuela efetivamente lançou sua moeda digital, batizada como Petro. Vale lembrar que, embora a Mastercard jamais tenha se envolvido diretamente com tal ramo de atuação, ela já investiu na tecnologia blockchain, que é essencial para a construção de criptomoedas.


(Fonte: Ramon de Souza - CANALTECH) - 20/03/2018
Cheio de novidades, Fitbit OS 2.0 começa a ser liberado para o smartwatch Ionic

Recentemente, a Fitbit anunciou o Versa, seu mais novo smartwatch focado em atividades físicas. Uma das maiores novidades do produto é seu software — ele sairá de fábrica equipado com o Fitbit OS 2.0, nova versão do sistema operacional próprio da marca. Porém, caso você seja dono de um relógio mais antigo da fabricante, não há motivos para se preocupar: a Fitbit começou a liberar tal atualização para usuários do Ionic, que é um de seus modelos mais populares.



FitBit OS

Foto: Android Central / Canaltech

O update traz uma série de novidades bacanas, incluindo uma interface completamente remodelada e gestos simplificados para acessar menus importantes. O novo painel Today, por exemplo, agrupa uma série de informações sobre sua saúde, incluindo histórico de exercícios, gráficos de desempenho e orientações automatizadas sobre o que fazer para atingir seus objetivos. Além disso, atendendo aos pedidos, o Fitbit OS 2.0 finalmente traz integração com o Deezer para reproduzir músicas via streaming.

É importante ressaltar que, como a própria Fitbit explica, a atualização está sendo liberada de forma progressiva e, por enquanto, só atenderá 10% dos dispositivos Ionic disponíveis no mercado.

Sendo assim, caso você seja dono de um desses smartwatches, mantenha a calma e aguarde: a compilação deve chegar à sua unidade ao longo das próximas semanas.

(Fonte: Ramon de Souza Canaltech) - 20/03/2018
Brasil sobe quatro posições no ranking de computação em nuvem

O Brasil é o 18º país com as melhores políticas de computação em nuvem entre um ranking de 24 nações. O estudo Tabela de Desempenho Global sobre Computação em Nuvem avalia as política relacionadas à computação em nuvem em regiões líderes no mercado de TI.



Computação na nuvem
Foto: Canaltech
A pesquisa foi feita pelo BSA | The Software Alliance, defensora global do setor de software perante governos e no mercado internacional. Neste ano, o Brasil subiu quatro posições, mas ainda figura atrás de outros países emergentes como África do Sul, Argentina e México.

No topo, está Alemanha como a melhor avaliação por conta de políticas recentes de segurança cibernética e motivação do livre comércio. Na outra ponta, figuram Rússia, China, Indonésia e Vietnã, onde a limitação de livre circulação de dados ainda freia o avanço destes países na área de TI.

O levantamento da BSA leva em conta as políticas que contribuem para ao crescimento da computação em nuvem nos últimos cinco anos. Ou seja, traz uma análise mais social e de infraestrutura que de número diretos.

"O objetivo deste ranking é fornecer uma plataforma de discussão entre formuladores de políticas e provedores de serviços em nuvem. Este diálogo pode ajudar a desenvolver um regime internacional comum de leis e regulamentações que facilitem a computação em nuvem", explica Antonio Eduardo Mendes da Silva, conhecido no mercado como Pitanga, em comunicado oficial da BSA.

O estudo ainda traz uma análise qualitativa do mercado como um todo. Ao que diz respeito ao Brasil, ele mostra que os mercados emergentes continuam atrasando a adoção de políticas pró nuvem, sobretudo por conta de falta de segurança cibernética. O estudo completo pode ser visto no site oficial da BSA.

Veja ranking completo:

Alemanha
Japão
Estados Unidos
Reino Unido
Austrália
Singapura
Canadá
França
Itália
Espanha
Polônia
Coreia do Sul
México
Malásia
África do Sul
Turquia
Argentina
Brasil
Tailândia
Índia
Rússia
China
Indonésia
Vietnã

(Fonte: Redação - Canaltech) - 12/03/2018
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.