Entidade é presidida por ex-presidente do Cade, Fernando Furlan. Associação quer diálogo ativo sobre possÃvel regulação do setor com o poder público
O mercado brasileiro de criptomoedas está em plena ascensão. Além de um interesse crescente por parte do usuário final e da comunidade de investidores, surgem novas empresas que veem no setor uma oportunidade para lançar soluções e testar novos modelos de negócio. Para se ter uma ideia, só no ano passado, o Brasil movimentou cerca de R$ 8 milhões, em um total de 444.430 bitcoins negociados.
Ao mesmo tempo, por se tratar de um mercado tão emergente e volátil - dada a natureza instável das moedas digitais - aumenta a preocupação para regular o mercado. O Banco Central emitiu comunicado, no final do ano passado, onde alertava sobre os riscos de uma bolha criada pelo bitcoin. Na esteira dessa preocupação e apostando no potencial da tecnologia que sustenta o bitcoin, o Blockchain,
foi lançada nesta quinta-feira (12), em São Paulo, a Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB), em um movimento liderado pela fintech Atlas Project. Segundo seus organizadores, um dos objetivos principais da entidade é a criação de um diálogo com o poder público, além de ações que visam se beneficiar do desenvolvimento tecnológico e da inovação caracterÃsticos do setor de criptomoedas e de blockchain.
A entidade é presidida por Fernando Furlan, ex-presidente do CADE e que conta com ampla experiência no setor governamental, tendo entre os cargos assumidos o de secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e presidente do Conselho de Administração do BNDES. A aposta da associação é que as credenciais de Furlan inspirem uma conversa mais amigável com o poder público.
Em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira, Felipe França, Vice-presidente da ABCB, informou que há cinco empresas já em processo adiantado para serem associadas da entidade. Entretanto, informou que não poderia citar, ainda, seus nomes.
Desconfiança e regulação
Questionados sobre a personalidade instável do bitcoin e a desconfiança de que se trata de uma bolha, Furlan e França distanciaram a moeda de tal realidade. Para Furlan, é preciso desmistificar o conceito que se atrelou às moedas digitais, de algo, essencialmente, arriscado.
"Já tivemos uma supervalorização no final do ano passado. Foi uma espécie de bolha, mas não explodiu. Há caracterÃsticas que fazem do bitcoin não ser uma bolha, ele tem um limite de moedas disponÃveis. Se fosse realmente perigoso, autoridades já teriam o impedido", comenta Furlan.
Para França, a desconfiança acerca das criptomoedas é semelhante a que sofreu startups que hoje revolucionaram seus mercados. Ele cita como exemplo o Uber e o Airbnb.
A advogada EmÃlia Campos, responsável pela estrutura jurÃdica da ABCB, disse que não acredita que uma regulação do setor no Brasil aconteça em um ano eleitoral e de Copa do Mundo. Mas diz que a falta de uma regulação apropriada é um grande impasse para o mercado e que o panorama legislativo para tal é bem delicado. A associação, segundo ela, vem para defender uma voz ativa do setor, que não deve aguardar passivamente à espera de que autoridades definam uma regulação que, eventualmente, possa vir a minar ou desacreditar um mercado emergente em criptomoedas e blockchain. "Teremos papel importante neste diálogo", ressaltou.

Depois de muito tempo e muita especulação, o Apple Pay finalmente chegou ao Brasil na última segunda-feira, dia 2 de abril. Com ele, donos de iGadgets conseguem pagar suas compras de maneira fácil e rápida, bastando aproximar o dispositivo da maquineta de cartão do estabelecimento comercial. Mas o que pouca gente sabe é que o sistema de pagamentos móvel da Maçã também já está disponÃvel para implementação em sites de e-commerce.
Apple Pay
Foto: iClub / Canaltech
A primeira empresa a oferecer essa solução ao varejo nacional é a Adyen. Ela diz que já oferece a possibilidade de integrar sistemas de pagamento desde o primeiro dia do Apple Pay no paÃs — e tudo de uma maneira bem fácil.
Ao todo, a empresa diz já processar os pagamentos de mais de 30 milhões de brasileiros, um número que deve aumentar nos próximos meses graças à penetração do sistema da Apple no varejo nacional.
Entre as lojas parceiras que já oferecem essa opção de pagamento estão o Magazine Luiza, iFood, Dafiti e Hotel Urbano.
Vice-presidente sênior da Adyen para a América Latina, Jean Christian Mies destaca que, por ser focada em tecnologia, a empresa consegue lançar novos produtos e serviços mais rapidamente que adquirentes tradicionais. Também é esse know-how que a ajuda a agilizar os processos de estudo e implantação da novidade nos e-commerces e ser a primeira a oferecer integração com o Apple Pay.
Com Uber, 99, Netflix, Netshoes, Saraiva e outras corporações desse calibre na cartela de clientes, a expectativa é que logo haja um boom na adoção do Apple Pay à medida que eles adotarem o novo método de pagamento. Mas isso é assunto para capÃtulos vindouros.
Há alguns dias surgiu um novo rumor de que a Apple estaria trabalhando um novo iPhone com design curvo. Analistas acreditam que a iniciativa pode incentivar usuários a fazerem o upgrade para a nova geração de aparelhos caso os rumores se confirmem.
Apple
Foto: Canaltech
Analistas consultados pela Barrons acreditam que esse movimento faria com que a Apple alcançasse a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado ainda no fim deste ano, mais cedo do que o esperado.
"Acreditamos que os novos iPhones e o design OLED serão uma parte fundamental deste megaciclo que esperamos ver dos clientes da Apple em 2018 e 2019", explica o analista de mercado Daniel Ives.
Atualmente, a empresa tem valor de mercado em torno de US$ 860 bilhões, com ações sendo negociadas na casa dos US$ 170. No último dia 12, a Apple bateu seu recorde em valor de mercado, fechando um market cap em US$ 932 bilhões na Nasdaq e ações negociadas por cerca de US$ 180.
Corrida
A Amazon está na corrida para bater a Apple e se tornar a primeira empresa com valor acima de US$ 1 trilhão. Atualmente, a empresa de Jeff Bezos vale US$ 752 bilhões, US$ 141 bilhões a menos que a Apple. No último ano, a varejista norte-americana viu um crescimento de 83% no valor de seus papéis e desbancou a Microsoft como terceira empresa mais valiosa do mundo em fevereiro.
Atualmente, além da Apple, apenas a Alphabet também faz parte deste time. A holding detentora da Google tem valor de mercado de US$ 783 bilhões e registrou crescimento de 33% no último ano, menos que a Amazon.
A famÃlia de produtos da GroPro acaba de ganhar um novo membro: a nova HERO, uma câmera simplificada e econômica, que está sendo vendida por US$ 199 no site oficial da marca.
A HERO vem com 10 MP, tela touchscreen de duas polegadas, é resistente à água até a profundidade de 10 metros, recebe comendos de voz e filma em 1440 p60 ou 1080 p60. Outro diferencial bacana que a HERO traz é o QuikStories, aplicativo da GoPro que facilita o envio de seus vÃdeos para o compartilhamento nas redes sociais, sendo desnecessário manipular cartões SD para passar o conteúdo para dispositivos móveis.
"A HERO é ideal para aqueles que desejam compartilhar além do que é possÃvel utilizando apenas um celular, e por um ótimo preço pra iniciantes", disse Meghan Laffey, Vice-Presidente de Produtos da GoPro.
A HERO tem também estabilização de vÃdeos que torna as filmagens mais suaves e é compatÃvel com mais de 30 acessórios GoPro, além de se conectar sem dificuldades aos smartphones compatÃveis.
A econômica GoPro HERO vem com QuikStories (Foto: Divulgação / GoPro)
Foto: Canaltech
A Intel vai criar um hardware especÃfico para mineração de Bitcoin, segundo pedido de patente. A solicitação foi feita em setembro de 2016, mas a aplicação foi lançada somente nesta quinta-feira (29). O hardware possui eficiência energética e pode incluir um acelerador no núcleo do processador.
Bitcoin
Foto: Canaltech
O alto custo de energia e equipamentos associados à mineração colocam em questão se a atividade de geração de Bitcoin pode ser lucrativa, especialmente porque o preço da criptomoeda desencou nos últimos meses, conforme observou a Forbes.
Segundo relatório da Coherent Market Insights, o mercado de mineração de criptomoeda foi estimado em US$ 610 milhões em 2016 e tem projeção de crescimento para US$ 38 bilhões até 2025.











