O Google tem uma incubadora interna, chamada Area 120, responsável por alguns projetos interessantes. Um deles é o Reply, que sugere respostas automáticas nas notificações do Android.
Desta vez, um grupo de funcionários criou um app para ensinar o básico de JavaScript. Ele se chama
Grasshopper, e está disponível gratuitamente para Android e iOS.
O Google tem uma incubadora interna, chamada Area 120, responsável por alguns projetos interessantes. Um deles é o Reply, que sugere respostas automáticas nas notificações do Android.
Desta vez, um grupo de funcionários criou um app para ensinar o básico de JavaScript. Ele se chama Grasshopper, e está disponível gratuitamente para Android e iOS.
Há um quiz para reforçar o conteúdo e garantir que você entendeu a lógica básica do JavaScript. E logo você vai aprender sobre strings, variáveis, funções aninhadas, entre outros.
Sim, o app está todo em inglês, mas é um idioma necessário para aprender programação. Você pode receber notificações para continuar fazendo o curso, ou desligá-las totalmente.
Após terminar o conteúdo, você pode brincar no playground online criando suas próprias animações. No fim, o Grasshopper também sugere aulas pagas no Coursera para aprender mais sobre JavaScript, HTML, CSS e webdesign. O app
href="https://support.grasshopper.codes/t/super-charge-your-coding-skills/58" target="_blank"> recebe uma comissão por aluno: “se você se inscrever, vai ajudar o Grasshopper a continuar a crescer”.
A equipe está trabalhando para adicionar novas lições, mas não planeja ir além do JavaScript. O site do aplicativo diz que esta linguagem é usada por mais de 70% dos desenvolvedores profissionais, e seus conceitos básicos “são universais para quase todas as linguagens de programação”.
Se você estiver interessado em aprender programação no smartphone, dê uma olhada também em aplicativos como SoloLearn e Lrn. O que você achou do Grasshopper?
Com informações: The Next Web, The Verge.
O banco Santander lançou nesta sexta-feira (13) um sistema de pagamentos entre países baseado em blockchain. O serviço “One Pay FX” permitirá enviar libras do Brasil para o Reino Unido.
O usuário — cliente pessoa física — pode ver a quantia exata de dinheiro que chegará ao destino antes de fazer uma transferência. Ela será efetuada no máximo até o dia seguinte; em sistemas tradicionais, isso pode levar vários dias.
Isso é possível graças ao blockchain. Ele usa como base um ledger distribuído, ou seja, um sistema que registra as transações e que é compartilhado por toda a rede — no caso, os escritórios do Santander no Brasil e no Reino Unido. Essas transações precisam ser verificadas por todos os participantes, evitando fraudes.
O Santander está usando aqui a tecnologia de blockchain criada pela Ripple. No entanto, o banco não usa o token XRP para transferir fundos entre países.
O app One Pay FX está disponível inicialmente no Reino Unido, apenas para iOS. É possível transferir até £10.000 por dia, e não há taxas de transação para o envio. A autorização é feita via Touch ID ou, no caso do iPhone X, via Face ID. É preciso ter um cartão de débito do Santander registrado no Apple Pay.
Clientes no Reino Unido podem transferir euros para 21 países da Europa, e dólares para os EUA. Na Espanha, será possível enviar fundos para Reino Unido (apenas libras) e EUA (apenas dólares).
Enquanto isso, Brasil e Polônia ficam restritos a transferências de libras para o Reino Unido.
O Santander diz que planeja expandir o serviço para mais países e mais moedas nos próximos meses. Além disso, o tempo para as transferências vai diminuir — elas vão acontecer de forma quase instantânea.
Ana Botín, presidente-executiva do Santander, diz ao Financial Times que o projeto levou dois anos para ser desenvolvido. Ela ficou mais interessada depois de ver o filho usando um serviço rival para transferir dinheiro mais rapidamente para a Espanha.
O Santander quer competir com fintechs especializadas em transferir dinheiro entre países, como a TransferWise, que cobra tarifas mais baixas que bancos tradicionais.
No Brasil, outros bancos já aplicam a tecnologia blockchain. Ela é usada no Itaú na área de derivativos; e o BNDES vai testá-la em parceria com um banco alemão.
Com informações: Santander, Financial Times, Quartz.
Ana Botín, presidente-executiva do Santander
Entidade é presidida por ex-presidente do Cade, Fernando Furlan. Associação quer diálogo ativo sobre possível regulação do setor com o poder público
O mercado brasileiro de criptomoedas está em plena ascensão. Além de um interesse crescente por parte do usuário final e da comunidade de investidores, surgem novas empresas que veem no setor uma oportunidade para lançar soluções e testar novos modelos de negócio. Para se ter uma ideia, só no ano passado, o Brasil movimentou cerca de R$ 8 milhões, em um total de 444.430 bitcoins negociados.
Ao mesmo tempo, por se tratar de um mercado tão emergente e volátil - dada a natureza instável das moedas digitais - aumenta a preocupação para regular o mercado. O Banco Central emitiu comunicado, no final do ano passado, onde alertava sobre os riscos de uma bolha criada pelo bitcoin. Na esteira dessa preocupação e apostando no potencial da tecnologia que sustenta o bitcoin, o Blockchain,
foi lançada nesta quinta-feira (12), em São Paulo, a Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB), em um movimento liderado pela fintech Atlas Project. Segundo seus organizadores, um dos objetivos principais da entidade é a criação de um diálogo com o poder público, além de ações que visam se beneficiar do desenvolvimento tecnológico e da inovação característicos do setor de criptomoedas e de blockchain.
A entidade é presidida por Fernando Furlan, ex-presidente do CADE e que conta com ampla experiência no setor governamental, tendo entre os cargos assumidos o de secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e presidente do Conselho de Administração do BNDES. A aposta da associação é que as credenciais de Furlan inspirem uma conversa mais amigável com o poder público.
Em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira, Felipe França, Vice-presidente da ABCB, informou que há cinco empresas já em processo adiantado para serem associadas da entidade. Entretanto, informou que não poderia citar, ainda, seus nomes.
Desconfiança e regulação
Questionados sobre a personalidade instável do bitcoin e a desconfiança de que se trata de uma bolha, Furlan e França distanciaram a moeda de tal realidade. Para Furlan, é preciso desmistificar o conceito que se atrelou às moedas digitais, de algo, essencialmente, arriscado.
"Já tivemos uma supervalorização no final do ano passado. Foi uma espécie de bolha, mas não explodiu. Há características que fazem do bitcoin não ser uma bolha, ele tem um limite de moedas disponíveis. Se fosse realmente perigoso, autoridades já teriam o impedido", comenta Furlan.
Para França, a desconfiança acerca das criptomoedas é semelhante a que sofreu startups que hoje revolucionaram seus mercados. Ele cita como exemplo o Uber e o Airbnb.
A advogada Emília Campos, responsável pela estrutura jurídica da ABCB, disse que não acredita que uma regulação do setor no Brasil aconteça em um ano eleitoral e de Copa do Mundo. Mas diz que a falta de uma regulação apropriada é um grande impasse para o mercado e que o panorama legislativo para tal é bem delicado. A associação, segundo ela, vem para defender uma voz ativa do setor, que não deve aguardar passivamente à espera de que autoridades definam uma regulação que, eventualmente, possa vir a minar ou desacreditar um mercado emergente em criptomoedas e blockchain. "Teremos papel importante neste diálogo", ressaltou.

Há alguns dias surgiu um novo rumor de que a Apple estaria trabalhando um novo iPhone com design curvo. Analistas acreditam que a iniciativa pode incentivar usuários a fazerem o upgrade para a nova geração de aparelhos caso os rumores se confirmem.
Apple
Foto: Canaltech
Analistas consultados pela Barrons acreditam que esse movimento faria com que a Apple alcançasse a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado ainda no fim deste ano, mais cedo do que o esperado.
"Acreditamos que os novos iPhones e o design OLED serão uma parte fundamental deste megaciclo que esperamos ver dos clientes da Apple em 2018 e 2019", explica o analista de mercado Daniel Ives.
Atualmente, a empresa tem valor de mercado em torno de US$ 860 bilhões, com ações sendo negociadas na casa dos US$ 170. No último dia 12, a Apple bateu seu recorde em valor de mercado, fechando um market cap em US$ 932 bilhões na Nasdaq e ações negociadas por cerca de US$ 180.
Corrida
A Amazon está na corrida para bater a Apple e se tornar a primeira empresa com valor acima de US$ 1 trilhão. Atualmente, a empresa de Jeff Bezos vale US$ 752 bilhões, US$ 141 bilhões a menos que a Apple. No último ano, a varejista norte-americana viu um crescimento de 83% no valor de seus papéis e desbancou a Microsoft como terceira empresa mais valiosa do mundo em fevereiro.
Atualmente, além da Apple, apenas a Alphabet também faz parte deste time. A holding detentora da Google tem valor de mercado de US$ 783 bilhões e registrou crescimento de 33% no último ano, menos que a Amazon.
Depois de muito tempo e muita especulação, o Apple Pay finalmente chegou ao Brasil na última segunda-feira, dia 2 de abril. Com ele, donos de iGadgets conseguem pagar suas compras de maneira fácil e rápida, bastando aproximar o dispositivo da maquineta de cartão do estabelecimento comercial. Mas o que pouca gente sabe é que o sistema de pagamentos móvel da Maçã também já está disponível para implementação em sites de e-commerce.
Apple Pay
Foto: iClub / Canaltech
A primeira empresa a oferecer essa solução ao varejo nacional é a Adyen. Ela diz que já oferece a possibilidade de integrar sistemas de pagamento desde o primeiro dia do Apple Pay no país — e tudo de uma maneira bem fácil.
Ao todo, a empresa diz já processar os pagamentos de mais de 30 milhões de brasileiros, um número que deve aumentar nos próximos meses graças à penetração do sistema da Apple no varejo nacional.
Entre as lojas parceiras que já oferecem essa opção de pagamento estão o Magazine Luiza, iFood, Dafiti e Hotel Urbano.
Vice-presidente sênior da Adyen para a América Latina, Jean Christian Mies destaca que, por ser focada em tecnologia, a empresa consegue lançar novos produtos e serviços mais rapidamente que adquirentes tradicionais. Também é esse know-how que a ajuda a agilizar os processos de estudo e implantação da novidade nos e-commerces e ser a primeira a oferecer integração com o Apple Pay.
Com Uber, 99, Netflix, Netshoes, Saraiva e outras corporações desse calibre na cartela de clientes, a expectativa é que logo haja um boom na adoção do Apple Pay à medida que eles adotarem o novo método de pagamento. Mas isso é assunto para capítulos vindouros.










