Entenda por que devemos nos proteger
Segundo o Wikipédia, Clickbait é um termo pejorativo que se refere a conteúdo da internet que é destinado à geração de receita de publicidade, por meio de manchetes sensacionalistas para atrair cliques. Em português, o termo se traduz para “Caça Cliques”. Normalmente esses conteúdos vêm carregados de informações falsas em títulos e imagens, capturando a curiosidade do usuário com promessas exageradas, levando-o a clicar em um determinado link. Essa forma de marketing não é proibida, mas nem sempre esses conteúdos entregam o que prometem.
Essa guerra contra o Clickbait não vem de hoje. A maior rede social do mundo, o Facebook, trava uma batalha incansável para reduzir a quantidade de publicações fake news em seu feed de notícias. A rede vem desenvolvendo algumas ferramentas com medidas como chamadas exageradas ou que omitem algum tipo de informação para que os algoritmos identifiquem clickbaits nos posts (seja em texto ou imagem). O Google também está sempre atento aos anúncios falsos vinculados em suas páginas de anúncios pagos.
O problema é que não é só de conteúdos desinteressantes e com falsas promessas que vivem os clickbaits. Esse tipo de tática pode atrair alguns usuários para golpes mais perigosos, que podem roubar informações confidenciais do visitante. Esse tipo de cibercrime está se tornando cada vez mais comum, principalmente através de falsos e-mails.
Conforme descrito no Relatório de Previsão de Ameaças da McAfee em 2019, a Inteligência Artificial possibilitará que hackers tenham mais facilidade em invadir as redes sem serem percebidos. Isso dará acesso aos dados de usuários, como também ataques malwares, ransowares, dentre outras violações que podem prejudicar a vida da vítima.
Para prevenir a segurança da sua empresa e/ou família, algumas dicas básicas devem ser seguidas.
Foto: Freepik
Informação do IBGE mostra número 71,5% menor que impacto apontado por representantes de emissoras de TV sobre os efeitos da 5G na transmissão da TV aberta via satélite.
Havia no Brasil, no final de 2017, apenas 6,5 milhões de domicílios que recebiam sinal de TV aberta exclusivamente por antena parabólica. Esse quantitativo equivale a 9,6% do total de domicílios do país e não a 22,8 milhões de residências, ou quase um terço do total de casas, como alegam as emissoras de TV aberta.
A diferença entre os dois números – da mesma fonte, o IBGE – é que no primeiro caso são as residências que têm como ÚNICO acesso aos sinais de TV aberta pelo sistema via satélite. No segundo, somam-se a outras tecnologias.
A estatística sobre o total de domicílios dependentes exclusivamente de parabólicas foi fornecida pela assessoria do IBGE. Aponta um número 80% menor de domicílios a serem afetados pela nova tecnologia de telefonia celular, a 5G, cujo leilão que estava previsto para março de 2020 foi adiado por conta de incerteza sobre essas interferências.
Essa diferença de dados na Pesquisa Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) e na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) resultou na exclusão desses números do relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluído nesta semana sobre testes de interferências da tecnologia 5G nas parabólicas.
Uma fonte envolvida nas discussões promovidas pela Anatel explicou que a diferença está no fato de que os demais domicílios com parabólicas contam com pelo menos mais uma opção de acesso à TV aberta, a exemplo de conversor digital.
Avanço da digitalização
Boletim da Pnad sobre TIC mostrou o avanço da quantidade de domicílios com conversor digital por conta do processo de extinção da TV analógica. Segundo o informativo do IBGE, em 2017, havia televisão com conversor (integrado ou adaptado) para receber o sinal digital de televisão aberta em 54,3 mil domicílios particulares permanentes, que representavam 79,8% do total. Em 2016, esse percentual estava em 71,5%.
O aumento expressivo desse indicador, de 2016 para 2017, ocorreu tanto em área urbana (75,5% para 83,6%) como em área rural (45,0% para 53,5%). “No total, em área urbana e em área rural, a elevação foi de pouco mais de 8 pontos percentuais de 2016 para 2017”, registra o boletim.
Por isso, o relatório da Anatel aponta a “Adequação da cobertura de TV digital terrestre na região de utilização do IMT [nome formal da 5G]” entre as soluções possíveis para mitigar as interferências da nova tecnologia operando na faixa de 3,5 GHz e sistemas TVRO.
Empresa vai incluir na assinatura viagens de carros, bicicletas, patinetes, além de entregas de comidas no UberEats
O Uber não é mais só uma plataforma para solicitar carros: sua área de atuação já inclui transporte de bicicletas elétricas, de patinetes e também entrega de comidas, com o Uber Eats. Seguindo sua estratégia de virar uma espécie de central de mobilidade, a empresa está testando um modelo de assinatura mensal para integrar os seus diferentes serviços e oferecer descontos ao usuário. A informação é do site TechCrunch.
O projeto ainda está em fase de testes nas cidades de São Francisco e Chicago, nos Estados Unidos. O Uber colocou o preço inicial da assinatura em US$ 24,99 - pagando essa mensalidade, é possível usufruir até de entregas sem taxas no UberEats e aluguéis gratuitos de bicicletas e patinetes. Vale lembrar que a bicicleta elétrica Jump, do Uber, chega ao Brasil até o fim deste ano.
"De refeições a rodas - e o que estiver nesse meio - estamos sempre buscando formas de transformar o Uber na opção ideal para suas necessidades diárias", disse um porta-voz da empresa ao TechCrunch.
O Uber já tem um serviço de assinatura para transportes, que não inclui o UberEats. Trata-se do Ride Pass, um projeto que incentiva os usuários a pagarem mensalmente um valor de US$ 15 a US$25, dependendo da cidade, em troca de descontos de até 15% por mês no valor da viagem. O Ride Pass foi lançado em outubro do ano passado em algumas cidades norte-americanas. A Lyft, rival do Uber nos EUA, possui um serviço semelhante, chamado de All-Access.
Conheça o Big O, uma máquina criada pela Origin PC e que no seu interior traz um Nintendo Switch, um Xbox One X, um PlayStation 4 Pro e um PC impressionante.
Se alguém lhe desse a oportunidade de construir uma máquina definitiva de jogos, como ela seria? Pois na visão da Origin PC, uma empresa americana especializada em montar computadores personalizados, ela traria no seu interior um PC invejável, um Nintendo Switch, um Xbox One X e um PlayStation 4 Pro. Com vocês, o Big O!
Criada para comemorar o aniversário de 10 anos da empresa, a impressionante máquina que não está à venda traz todos os componentes dentro de uma versão modificada do belo gabinete Genesis, sendo uma evolução de outro Big O que eles haviam montado há alguns anos. Porém, aquele contava apenas com um computador e um Xbox 360.
“Os fantásticos jogos e as incrivelmente bonitas, ridiculamente poderosas e totalmente customizadas máquinas como o Big O me mantém tão empolgado e apaixonado pelos jogos para PC jogo quanto eu era há 20 anos, quando comecei nesta indústria,” declarou Kevin Wasielewski, cofundador e CEO da Origin PC. “Estamos muito orgulhosos de celebrar o nosso aniversário de 10 anos com o lançamento do Big
O e compartilhar a nossa paixão e criatividade com o mundo.”
No caso dos consoles presentes nesta nova versão, tanto a placa do Xbox One X quanto a do PlayStation 4 Pro são resfriadas por um watercooler, com cada uma contando com um SSD de 2TB da Seagate. Já o Switch pode ser acoplado ao Big O através de um dock presente na parte da frente do gabinete.
Agora, se você está curioso para saber quais componentes os caras usaram para montar o PC, prepare-se pois aí vai a impressionante (e invejável) listinha:
Gabinete: Origin PC Genesis customizado com luzes RGB
Placa mãe: MSI Meg Z390 Godlike
CPU: Intel Core i9-9900K
Placa de vídeo: Nvidia Titan RTX com 24GB GDDR6
Memória RAM: 64GB Corsair Dominator Platinum RGB DDR4-3200
HD Primário: SSD Samsung 970 Evo M.2 NVMe 2TB
HD de armazenamento 1: SSD Samsung 970 Evo M.2 NVMe 2TB
HD de armazenamento 2: Seagate Barracuda 14TB
Fonte de Alimentação: EVGA SuperNova G3 1.000 W
Sistema Operacional: Windows 10
Além de tudo isso, o Big O ainda traz no seu interior uma placa de captura de vídeo Elgato 4K60 Pro, conjunto este que se fosse vendido, certamente custaria uma bela fortuna e só fico imaginando a indecisão que o dono de um teria quando quando ligasse esse monstro para jogar alguma coisa.
Deixando o sonho um pouco de lado, talvez chamar o Big O de “a máquina de jogos definitiva” seja um pouco de exagero, mas o título obviamente serve como propaganda e não há como negar que qualquer pessoa adoraria ter uma belezinha desta em casa. Caramba, eu já me daria por satisfeito apenas com um desses SSDs NVMe.
Autoridades toridades financeiras da França vão aprovar a primeira parte de um grupo de empresas de moedas digitais, após a entrada em vigor de novas regras sobre criptomoedas, as primeiras a serem lançadas por uma grande economia global.
08/12/2017 REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo - RC1B687DB310
Foto: Reuters
Pelas regras que entram em vigor no fim deste mês, as empresas de moedas digitais vão voluntariamente aderir a padrões de exigências de capital e proteção de consumidores e pagar uma taxa, em troca por aprovação das autoridades regulatórias.
"A França é uma precursora. Teremos um aparato legal, tributário e regulatório", disse Anne Marechal, diretora executiva de assuntos legais da agência reguladora dos mercados financeiros.
"Estamos conversando com três ou quatro candidatos a ofertas iniciais de moedas (ICOs, na sigla em inglês)", disse ela, referindo-se a empresas que levantam fundos com a emissão de "tokens" digitais. A agência também está discutindo com várias outras plataformas de criptomoedas, agentes de custódia e gestores de fundos, acrescentou.
Moedas digitais estão sendo alvo de ajuste de regras ao redor do mundo, mas continuam em grande parte sem regulação. Apesar de países menores como Belarus e Malta terem criado regras específicas, grandes economias estão tentando aplicar ao setor regras financeiras atuais.
"Quando você é um empresário, o pior que pode acontecer é criar um negócio onde não há legislação e ver surgir um aparato legal que coloca em risco todo o seu negócio", disse Frederic Montagnon, co-fundador da LGO, plataforma de criptomoedas baseada em Nova York que escolheu fazer um ICO na França.











