Função está disponÃvel apenas para usuários do Android; o objetivo da empresa é oferecer mais uma opção além do crédito e do boleto, seja em compras em sites ou aplicativos
O Google anunciou que a partir desta segunda-feira, 14, o sistema de pagamentos Google Pay poderá ser usado também na função débito em compras feitas por meio de smartphones Android. O objetivo da empresa é oferecer ao usuário mais uma opção além do crédito e do boleto, seja em compras em sites ou aplicativos.
O recurso foi desenhado exclusivamente para o mercado brasileiro. O Google Pay inicialmente será compatÃvel com cartões do Banco do Brasil, do Bradesco e do Itaú, com as bandeiras Elo, Mastercard e Visa, e com parceiros como iFood, Rappi, Claro, Peixe Urbano e Grow. A meta é expandir os parceiros: "Queremos oferecer essa opção para todos os lojistas brasileiros", afirmou João Felix, diretor de estratégia e operações do Google Pay para América Latina, em evento de lançamento em São Paulo.
Com a opção débito, o Google pretende aumentar o potencial das compras online. Segundo dados apresentados pela companhia, existem hoje 110 milhões de brasileiros bancarizados, sendo que, destes, 60 milhões usam apenas cartão de débito.
A empresa afirma que a opção de débito será gratuita tanto para o usuário quanto para o lojista. "É tão simples quanto uma compra de crédito com o Google Pay", disse Felix, "queremos que o usuário do Android usufrua de todo o nosso ecossistema e permaneça usando os nossos serviços".
Para usar a opção débito, antes da primeira compra é preciso fazer uma autenticação de segurança para associar o cartão ao smartphone. Depois, basta entrar no site ou aplicativo da loja em questão, selecionar a opção do Google Pay e escolher a função débito - nesse caminho, o usuário não precisa em nenhum momento acessar o aplicativo do banco.
O Google Pay foi lançado no Brasil em novembro de 2017. O sistema também funciona com maquininhas nas opções de débito e crédito, com pagamento por aproximação.
De acordo com o analista Ming-Chi-Kuo, da KGI Securities, o celular será lançado no primeiro trimestre de 2020
A Apple planeja lançar uma nova versão do iPhone SE no primeiro trimestre de 2020 a partir de US$ 399, de acordo com o analista Ming-Chi-Kuo, da KGI Securities — uma das pessoas que mais acerta previsões de iPhone na indústria mundial.
Público de olho nos iPhone 11, iPhone 11 Pro, e iPhone 11 Pro Max
Foto: Athit Perawongmetha / Reuters
O iPhone SE 2, segundo Kuo, terá o chip de processamento A13, o mais potente da empresa, que está presente nos novos modelos de iPhone 11. Além disso, os rumores apontam que o novo celular terá 3GB de memória RAM e opções de armazenamento de 64GB e 128GB.
Espera-se que o iPhone SE 2 seja uma opção para quem quer pagar pouco em um iPhone.
Kuo havia dito anteriormente que o sucessor do iPhone SE terá tela LCD de 4,7 polegadas e será parecido com o iPhone 8, o que daria uma aparência mais moderna ao telefone pequeno da Apple. Caso tenha esse design, alguns recursos mais antigos do iPhone SE permanecerão, como o sensor de impressão digital e as bordas grossas na tela.
A adoção do bitcoin como forma de investimento tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. A utilização do ativo como forma de pagamento, no entanto, ainda não se popularizou. Dentro desse panorama, a startup Z.ro Pay levou ao mercado uma maquininha que aceita pagamento em bitcoin. Para usar a moeda digital, o consumidor precisa escanear um código QR que aparece na tela do aparelho.
Já para o dono do estabelecimento comercial, basta colocar o valor em reais, que a própria máquina já faz a conversão. O Terra Inovação desta semana conversa com o diretor de tecnologia (CTO) da Z.ro Pay, Marco Carnut, para entender melhor o negócio da fintech e como se dá a sua atuação nos mais variados setores do comércio. Não perca!
Abordando temas como bullying, Concrete Genie é um belo e intuitivo jogo em que você tem a missão de trazer uma cidade de volta à vida
Concrete Genie é um daqueles jogos costumam passar longe do radar dos jogadores, que esperam grandes tÃtulos exclusivos ou não. O primeiro tÃtulo do estúdio PixelOpus (que trabalhou em Entwined), um dos subsidiários da Sony é um exclusivo para ao PS4 que usa uma camada lúdica para tratar de temas como perda da inocência e bullying, mas de uma forma interessante.
"Desenho toda a calçada..."
Em Concrete Genie somos apresentados a Ash, um jovem artista que passou sua infância na cidade portuária de Denska, um vilarejo que costumava ser vibrante e cheio de vida. Porém, algo aconteceu e o lugar acabou sendo invadido por uma "escuridão" e acabou sujo e poluÃdo, forçando a população a abandonar o local.
Ash costuma vir à cidade para desenhar e é constantemente atormentado por um grupo de bullies, cuja diversão é vagar pela Denska deserta e tirar onda com o protagonista. Em uma dessas ocasiões, Ash tem seu caderno de desenho destruÃdo e após uma série de eventos, ele descobre um pincel mágico que lhe permite dar vida a suas criações, sejam de páginas de seu caderno espalhadas pela cidade, ou de desenhos feitos no chão em alguns lugares quando ele era criança.
Os "gênios", criaturas que ele desenha irão ajudar Ash em sua missão de trazer Denska de volta à vida, além de apoia-lo enquanto o protagonista enfrenta seus próprios problemas.
Em Concrete Genie, derrote a escuridão com tinta
Concrete Genie usa os controles de movimento do DualShock 4 para controlar o modo de pintura. Funciona assim: ao abrir o menu, você tem à disposição as página do caderno de Ash conforme as for recuperando, que incluem desenhos de grama, flores, estrelas, o Sol e a Lua, arco-Ãris e etc, além de designs dos gênios. Você seleciona um desenho, segura um botão e move o controle pela tela, apontando o cursor para o local onde você quer reproduzir sua arte.
Os gênios, por sua vez podem ser criados em locais especÃficos, em desenhos deixados pelo Ash quando criança em alguns locais. Você tem à disposição alguns designs básicos e pode incluir detalhes como chifres, galhadas, antenas e etc. O formato influencia em sua personalidade: se o gênio for baixinho, ele será o tÃpico invocado; se alto, ele será mais brincalhão, e por aà vai.
Em troca de desenhos de coisas que gostam, que eles pedirão e de atividades (eles adoram brincar), os gênios o ajudarão a superar obstáculos, como queimar lonas, ligar caixas de energia e etc. A cor do gênio influencia diretamente em sua habilidade e você deverá usar os certos para cada situação. Eles só podem se movimentar nas paredes conectadas e não podem derrotar o mofo escuro, a menos que você esteja com o medidor de supertinta cheio.
Os gênios te darão uma tinta especial quanto mais você os agradar, que serve para remover o mofo. Já os cipós negros só podem ser vencidos após cumpridas várias ações, principalmente acender todas as luzes de uma área e pintar uma "obra-prima" em um local especÃfico.
Parece complicado quando dito assim, mas acredite, é tudo muito intuitivo e simples, para que crianças possam jogar sem problemas. Claro, é importante que você esteja de frente para a TV e o DualShock 4 alinhado com a tela, para que o sensor de movimento funcione direitinho.
Ash contra os bullies
O jogo não introduz uma mecânica de combate até o terceiro ato, mas mesmo este é bem diferente. Os gênios sombrios, que ameaçam Ash devem não ser derrotados, mas capturados com suas habilidades de pintura; pense em um animal selvagem e confuso solto por Denska, ameaçando não só quem estiver pela frente, mas a si mesmo.
Tais combates se comportam mais como uma ação para evitar que o gênio sombrio machuque a sei e outros, do que um confronto para eliminar uma criatura do mal. Já o grupo de bullies é... diferente.
Crianças podem ser bem cruéis quando querem
Logo de cara dá para notar quem é quem no grupo: há o lÃder valentão, que abusa dos outros por ser o mais forte, a garota estranha que costumava ser a chefe, o cruel, a irmã mais nova do lÃder e tão má quanto e o pequeno introspectivo, que se enturmou para evitar ser ele o abusado; dessa forma sobrou para o Ash, o "desenhista esquisitão".
No jogo, se você for visto pelos bullies você será perseguido, mas você pode evitar isso se movendo pelos telhados, ou chamando a atenção deles para um lugar enquanto os despista. Em determinados momentos da história você será confrontado pelos outros garotos, mas como em um filme adolescente, mesmo os mais malvados possuem um passado e uma razão para fazerem o que fazem.
No fim, fica claro que como toda criança, os bullies usam da violência e crueldade como um mecanismo de defesa, e Ash também poderá ajuda-los, afinal, isso faz parte da missão de devolver a cidade à velha forma.
Tecnicamente Concrete Genie possui gráficos simples e lúdicos, seguindo o estilo visual visto em filmes como Coraline. Ash e companhia não são bonecos como os de Puppeteer, eles passam a sensação de serem personagens reais, embora suas expressões sejam cartunescas. A música e efeitos sonoros são bem equilibrados e a jogabilidade na hora de se movimentar, pintar e entrar em combate é bem fácil de entender.
A localização e dublagem são corretas e adequadas, com destaque para o protagonista dublado por Fábio Lucindo, conhecido por em Pokémon ter sido a voz original de... Ash.
Eu só achei os menus mais complicados do que deveriam, se a ideia é ser um jogo para todas as idades. Por fim, o tÃtulo possui conteúdos VR compatÃveis com o PlayStation VR e PS Camera, além de funcionar também com dois PS Move. No entanto, nada disso é essencial para curtir a aventura principal.
Conclusão
Concrete Genie não é um jogo inovador, mas é uma experiência interessante para quem está procurando um tÃtulo para jogar em famÃlia. Ele aborda temas atuais como o meio ambiente e bullying de uma maneira particular, pelos olhos de um jovem que se permitiu manter hábitos de criança.
Aqui, a paixão de Ash pela arte é a ferramenta que ele usa para salvar uma cidade e enfrentar seus medos interiores.
Concrete Genie é como um filme da Sessão da Tarde, um conto juvenil sobre amizade e enfrentar seus problemas de frente, ao mesmo tempo em que lida com o fim da infância e responsabilidades, e também com traumas que podem deixar marcas profundas, como no caso dos bullies.
Este é um jogo que pode não figurar entre os mais sensacionais do PS4, mas com certeza é um dos mais originais de 2019.
Concrete Genie — Ficha Técnica
Plataforma — PS4;
Desenvolvedora — PixelOpus;
Distribuidora — Sony Interactive Entertainment;
Preço — R$ 119,90;
Classificação Indicativa — Livre para todas as idades.
Pontos Fortes
Bons gráficos e trilha sonora;
Controles intuitivos e fáceis de dominar.
Ponto Fraco
Os menus podiam ser mais simples.
É a primeira vez que a empresa disponibiliza para o mercado uma de suas criações; para comprar o robô, as empresas precisarão especificar como pretendem usar a máquina
O robô-cachorro da empresa de robótica Boston Dynamics está saindo dos laboratórios e chegando ao mundo real. De acordo com o site The Verge, a companhia vai começar a vender o robô, mas apenas para empresas selecionadas - por enquanto, não é qualquer pessoa que vai poder comprá-lo. É a primeira vez que a empresa disponibiliza para o mercado uma de suas criações.
Chamado de Spot, a principal capacidade do robô é explorar e mapear terrenos: segundo a empresa, ele consegue escapar de obstáculos e manter equilÃbrio em situações extremas. Além disso, é possÃvel adicionar até quatro módulos de hardware na máquina, para incluir novas funcionalidades em trabalhos especÃficos - com isso, o Spot consegue checar vazamentos de gás se tiver um detector de metano, por exemplo.
O robô pode chegar a uma velocidade de cerca de 5 km/h, e tem uma autonomia de bateria de 90 minutos. Ele é resistente à chuva e consegue até subir escadas, segundo a companhia.
Ainda não foi anunciado um preço para o Spot. Para comprar o robô, as empresas precisarão especificar como pretendem usar a máquina.
A Boston Dynamics disse ao site The Verge que o Spot não será vendido para nenhuma aplicação militar.
O Spot também dança e, por esse motivo, o entretenimento pode ser um dos seus maiores mercados: a dona do robô já está trabalhando com o laboratório de inovação do Cirque du Soleil para usar o Spot no palco.
A Boston Dynamics já pertenceu ao Google, mas foi comprada pelo grupo japonês SoftBank em junho deste ano.











