Notícias na Santa Ifigênia

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Amazon entregará 3,5 bilhões de encomendas por meio de rede de entregas própria em 2019

A Amazon afirmou na quinta-feira que está a caminho de entregar 3,5 bilhões de encomendas de clientes no mundo este ano através de sua rede interna de entregas.



Logotipo da Amazon Prime numa van em Seattle, Washington. 27/6/2018. REUTERS/Lindsey Wasson
Foto: Reuters

A Amazon, com sua crescente rede de aviões, caminhões e vans de entrega, é considerada uma ameaça potencial de longo prazo à FedEx e à UPS.

A FedEx há alguns meses encerrou seu relacionamento com a maior varejista online do mundo. A UPS segue entregando milhões de pacotes para a Amazon, que disse que agora lida com a entrega de cerca de metade de seus próprios pacotes ao redor do mundo.

Uma análise do Morgan Stanley da semana passada estimou que a unidade de logística da Amazon entregou cerca de 20% das encomendas da empresa em 2018 e cerca de 46% em 2019 até agosto.

A corretora estima que a rede de entregas da Amazon movimentará 6,5 bilhões de pacotes até 2022, mais que a UPS, com 5 bilhões, e a FedEx, com 3,4 bilhões de encomendas.

A Amazon disse que agora tem 150 estações de entrega nos EUA, empregando mais de 90 mil pessoas.

(Fonte: Reuters) - 22/12/2019
Big Tech, Big Data, Big Money

As gigantes conquistaram uma vantagem competitiva estando presentes em toda a vida do consumidor - e agora querem usar isso para conquistar novos territórios

O setor bancário que se cuide. Porque o poder das "big techs" está vindo com força total. A briga agora é grande. Estamos falando de trilhões de dólares, bilhões de usuários e dados pelo mundo. Há potencial de inovação que pode abalar, em pouco tempo, impérios construídos há décadas. Mas por que empresas de tecnologia querem entrar no mercado financeiro?

O Google anunciou no mês passado que entrará no ramo das finanças com sua própria conta corrente, em parceria com o Citibank e uma corporativa de crédito da Universidade de Stanford. É um passo já tomado pela Apple, com o cartão de crédito Apple Card, e pelo Facebook, que tem a criptomoeda Libra e o sistema de pagamentos Facebook Pay. Este último será usado em todas as redes sociais e apps da empresa, atendendo os microempreendedores que usam esses canais para suas vendas.

Outros gigantes já demonstraram interesse em entrar nesse segmento como o Uber e a Amazon. Atrelado a isso, vemos o mercado asiático bem adiantado nesse setor, com estratégias da Samsung e Alibaba.

A China hoje é a maior referência de pagamentos por smartphone. De acordo com a consultoria Big Data Research, em 2018, eles somaram US$ 23,2 trilhões em operações. Então, o que está acontecendo nesse mercado?

Esta é uma área com crescimento médio anual de 22,17% para os próximos cinco anos. E o mercado de fintechs deverá atingir a casa dos US$ 305,7 bilhões, em 2023, segundo o relatório Global Fintech Market. No Brasil, hoje um terço das contas correntes já são digitais, segundo dados recentes da consultoria Kantar. E segundo relatório do BID, o Brasil hoje lidera em fintechs na América Latina, com 504 empresas. O movimento da digitalização dos serviços exige que os bancos invistam em inovação.

O cerne dessa discussão vem novamente reafirmar a necessidade de diversificação dos serviços para trazer novas fontes de receita para as gigantes. A estratégia significa também mais acesso a dados dos clientes. E nisso as big techs possuem larga vantagem. Dados hoje são o novo petróleo. As gigantes conquistaram uma vantagem competitiva estando presentes em toda a vida do consumidor - e agora querem usar isso para conquistar novos territórios. Juntas, as cinco gigantes da Nova Economia - Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon e Facebook - valem em torno de US$ 4,6 trilhões. Além de estarem no topo, têm em comum o fato de terem negócios que focam em serviços de assinaturas - ou seja, receita recorrente.

Por terem mais acesso a dados dos usuários, as big techs estão mais próximas de seus clientes, identificando os gaps de mercado e transformando-os em oportunidades. Os modelos de negócios tradicionais e às formas de oferta de serviços financeiros terão que se adaptar aos novos tempos.

(Fonte: Camila Farani Estadão) - 11/12/2019
SEO e Google: no que empreendedores devem pensar para 2020

A líder de marketing da ferramenta SEMrush, Anna Lebedeva, conversou com o Terra sobre o mercado de produção de conteúdo em empresas

A produção de conteúdo tem se tornado uma das estratégias para que empresas ganhem e conquistem novos clientes. Segundo pesquisa da Rock Content, 82% das 4.700 companhias entrevistadas admitiram ter usado a tática de criação de textos, vídeos e podcasts no último ano. Para a líder de marketing da ferramenta de SEO (Otimização para Mecanismos de Busca, em inglês) SEMrush, Anna Lebedeva, os negócios precisam pensar .



SEO e Google: no que empreendedores devem pensar para 2020
Foto: Divulgação

O Terra conversou com a especialista com exclusividade na Conferência Anual de Empreendedorismo e Startups (CASE) 2019, nesta sexta-feira (29). Confira alguns destaques da conversa:

Terra: O SEMrush é uma ferramenta que ajuda muitos empreendedores a aparecerem na primeira página do Google. Essa é a vocação da ferramenta?

Anna Lebedeva (AL): Eu acho que a ideia da plataforma, pelo menos na concepção de seus criadores, é de dar mais tempo livre para as equipes de marketing digital. Queremos ajudar na automatização de tarefas técnicas que te ajudam a performar bem no Google para você gastar mais tempo com a parte criatividade do marketing.

Terra: É possível ser menos técnico quando o Google, por exemplo, exige que você cumpra certos parâmetros para você aparecer na primeira ou segunda página de uma busca?

AL: O Google precisa dessas regras para definir qual site é bom, traz um conteúdo positivo para o público, e qual não é bom. Para isso, eles precisam de mais pontos objetivos e não subjetivos. É por isso que eles têm esses fatores de ranqueamento para sites.

Terra: Na sua opinião, qual é o fator mais importante para os empreendedores que querem conquistar mais clientes por meio do SEO?

AL: O SEO é uma estratégia de longo prazo. Você não verá resultados imediatos. Se você quiser resultados em um espaço curto de tempo, é melhor fazer anúncios online. Mas a grande vantagem do SEO é que ele é uma tática gratuita. Eu penso que você pode misturar as táticas: começar com anúncios online e ir construindo uma reputação dentro dos buscadores, como o Google.

Terra: Qual é a importância de produzir conteúdo dentro desse contexto?

AL: O Google é muito inteligente. Hoje, ele consegue identificar se o seu conteúdo é realmente relevante para a audiência ou não. A leitura deles vai além de meros aspectos técnicos. Algumas estratégias, como apenas usar palavras-chave e colocar links, não funcionam tão bem quanto funcionaram alguns anos atrás. De certa modo, agora, eles querem que você entenda o seu público e produza
conteúdo que seja relevante.

Terra: Às vezes, sites com informações falsas conseguem se posicionar bem no Google. O que você pensa sobre esse outro lado da moeda?

AL: Não sei como é aqui no Brasil, mas, nos EUA, o Google consegue identificar muito bem se um site é autoridade ou não em determinado assunto. Acredito que, pelo menos nos EUA, o Google não tem muito problema com desinformação. Vejo que o problema das fake news é maior nas redes sociais, como o Facebook, por exemplo. O Google tem tecnologia, dinheiro e pessoal para identificar sites que apresentam má conduta na internet.

Terra: Quais são as tendências que empreendedores precisarão seguir em 2020 para ter um site bem posicionado no Google?

AL: Os novos negócios precisarão criar bom conteúdo, aquele texto, vídeo ou podcast que ajude o seu cliente a entender e conhecer melhor a solução que você apresenta para a dor que eles estão sentindo.

Tem brasileiro na lista da Apple de melhores apps do ano

Lista de melhores do ano inclui tendências que se destacaram e o app brasileiro está nesta parte

A Apple tem uma lista de apps que conseguiram se destacar dentro da App Store a cada ano, por diversos motivos. A empresa revelou ontem (2) de noite os nomes de 2019 e dentre os vencedores em várias categorias, temos um brasileiro e ele é um editor de vídeos chamado Filmr.

Se você já torceu o nariz por ser algo da Apple, que abocanha uma faixa pequena de usuários no Brasil, calma lá que nem todos os vencedores são exclusivos pros iPhones, iPads, iPods Touch ou Macs.

A lista principal de vencedores tem:

Spectre Camera, que venceu para iPhone e faz fotos de longa exposição. Ele é pago, custando R$ 10,90 e é exclusivo para iOS.

Flow by Moleskine, que venceu nos iPads e é exatamente o que você pensou do nome Moleskine: um app para tomar nota. Ele é gratuito e também é exclusivo para iOS.

Affinity Publisher, que venceu no Mac e também existe para Windows 10. Ele é uma espécie de diagramador para muita coisa (folheto, livro, revista…), além de ser pago e custar R$ 132,90.

The Explorers, que pegou o caneco para o Apple TV e é um repositório de conteúdo em espécie de documentário colaborativo. Não custa nada.

Em jogos o belíssimo Sky: Children of the Light venceu como jogo do ano para iPhone - ele será lançado pra Android, apenas não se sabe quando. Pro iPad o Hyper Light Drifter é o vencedor e ele pode ser jogado em um Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Steam. GRIS venceu no Mac, custa R$ 16,49 e também pode ser encontrado no Steam. Por fim, para Apple TV o Wonder Boy: The Dragons Trap levou o prêmio, custa R$ 29,90 e pode ser encontrado no Steam.

E o app brasileiro?
Além de vencedores, a Apple também criou uma lista de tendências e ela inclui diversos nomes famosos como Call of Duty: Mobile, Mario Kart Tour, Pokémon Masters e Assassins Creed Rebelion dentro de categoria "o renascimento dos sucessos", além de Anchor e Filmr (olha ele aí!) como dois representantes da categoria "aprenda a contar histórias".

Filmr é um editor de vídeos básico, que fez fama ao formatar vídeos na proporção e no tempo necessários pros stories do Instagram e de outras redes sociais, como TikTok e Snapchat. Ele oferece mais recursos do que apenas este que falei e é gratuito, com um pacote pago pra remover marca dágua e liberar mais ferramentas. Ele funciona no iPhone, iPad e é exclusivo do iOS.

Com informações: Apple.

(Fonte: André Fogaça ) - 04/12/2019
Conseguirá o Switch chegar a 100 milhões de unidades?

Analistas estimam que o Nintendo Switch poderá ter um ciclo de vida maior que o esperado e que o console poderá vender até mais que o Wii.

Tentar entender a indústria de videogames não é uma tarefa das mais fáceis e uma das principais responsáveis por isso é a Nintendo. De tempos em tempos a empresa japonesa é dada como morta por muita gente, para logo depois colocar um super-sucesso no mercado e se reerguer de maneira espetacular. Com o Switch foi exatamente assim.

Lançado em 2017 e tendo vendido mais de 42 milhões de unidades até o momento, o híbrido de console e portátil já pode ser considerado um grande acerto e dado o seu desempenho comercial, alguns analista começam a fazer previsões bastante empolgadas em relação ao aparelho que sucedeu um dos maiores fracassos da BigN, o Wii U.

Com a expectativa de vender 18 milhões de unidades no atual ano fiscal (que termina em março de 2020), isso faria com que o Nintendo Switch ultrapassasse o número de vendas do Super Nintendo (49,1 milhões) e se as estimativas se confirmarem, pode ser até que um maior tempo no mercado faça com que o videogame se torne um dos mais vendidos de todos os tempos.

“É normalmente quando as vendas começam a atingir o seu pico, mas parece que o Switch poderá ter um ciclo de vida mais longo,” afirmou Kazunori Ito, analista da Morningstar Investment Services.

“Com um console e um portátil em uma única máquina, a Nintendo possui uma plataforma muito eficiente para vender jogos.”

Já para o famigerado analista Michael Pachter, o Nintendo Switch poderá vender 20 milhões de unidades pelos próximos três anos, o que faria com que ele facilmente atingisse a tão emblemática marca de 100 milhões. Vale lembrar que o Wii vendeu pouco mais de 101 milhões de unidades e com o PlayStation 4 atualmente por volta de 102 milhões de unidades vendidas, será que o Switch terá fôlego para passar até o videogame da Sony?

Particularmente acho isso muito difícil, mesmo porque o PS4 ainda deverá vender bastante pelos próximos meses (e até anos), mas como em outro momento eu já tive dúvida em relação ao sucesso do Switch, não ficarei nada surpreso se o futuro mostrar mais uma vez que eu estava errado.

De qualquer forma, será interessante vermos por quanto tempo o híbrido continuará despertando o interesse nas pessoas, algo que até o momento parece bem longe de acabar. É importante notar que as vendas ainda poderão aumentar devido a vontade de algumas pessoas que já possuem o videogame e que desejam adquirir outra unidade, seja para compartilhar com membros da família, seja para aproveitar a característica mais portátil da versão Lite.

A Nintendo por sua vez tem tentado capitalizar o máximo possível em cima do sucesso do Switch, com o presidente Shuntaro Furukawa tendo dito a investidores que a empresa não pretende reduzir o preço cobrado pelo videogame e que essa estratégia será mantida pelo maior tempo possível.

Curiosamente, essa posição se dá alguns meses após a companhia ter reduzido a sua previsão de vendas para o atual ano fiscal e um dos motivos para eles terem optado por manter o preço do Switch pode ter sido justamente o lançamento de uma versão mais barata, permitindo assim que eles atingissem a maior quantidade possível de consumidores.

(Fonte: Dori Prata - Bloomberg.) - 04/12/2019
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.