Plasma, LCD ou LED?
Eis uma das primeiras dúvidas na hora de escolher uma televisão de alta definição.
Os debates sobre qual das tecnologias é melhor costumam ser acirrados, mas cada uma delas tem suas vantagens e aplicações mais adequadas.
O plasma passa a ser uma opção apenas em tamanhos maiores (cerca de 40 polegadas). Para telas menores, como 19 ou 26 polegadas, o consumidor encontra os aparelhos de LCD.
Um problema que costumava ser recorrente nas telas de LCD, atenuado em modelos atuais, era o tempo de resposta nas cenas em movimento --o que deixava rastros, conhecidos como fantasmas.
"A tecnologia LCD está tão avançada que eu nunca percebi arrasto", afirma Marcelo Zuffo, professor do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo).
Já o plasma costumava deixar marcas de imagens estáticas, questão também aprimorada em modelos recentes.
Os televisores de plasma geralmente oferecem maior ângulo de visão e são indicadas para ambientes mais escuros. Já os aparelhos de LCD se dão melhor em ambientes com boa iluminação.
"O plasma oferece, em geral, melhores nÃveis de preto. A cor negra sempre aparece mais profunda em comparação com o LCD", escreve Gary Merson no HDGuru.com.
LED
Começam a chegar ao mercado brasileiro televisores de LCD com tecnologia LED (diodo emissor de luz), que, de maneira geral, consomem menos energia, oferecem imagens mais brilhantes e têm espessuras menores.
Como são mais recentes, os aparelhos de LCD com LED costumam ser mais caros.
O Amoled é uma evolução da tecnologia LED que possibilita o desenvolvimento de aparelhos ainda mais finos e com imagens ainda mais brilhantes.
Por conta dos altos custos, porém, o Amoled só é empregado atualmente em telas menores, como as de celulares.
Tubo
As antigas e um tanto desengonçadas TVs de tubo (CRT) estão escasseando nas prateleiras, mas, segundo Zuffo, ainda oferecem um bom custo-benefÃcio em alguns casos -uma pequena TV na cozinha, por exemplo. "Antes da TV digital, um aparelho CRT de 29 polegadas custava R$ 2.500. Hoje, você compra um por R$ 600."
A operadora Oi informou que fechou acordo para oferecer o iPhone, smartphone da Apple, no Brasil, a partir dos próximos meses.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (26), a Oi informa que a venda de aparelhos desbloqueados engloba tanto o modelo iPhone 3G quanto o iPhone 3GS, a última geração do smartphone.
De acordo com a empresa, o cadastro para informações acerca dos iPhones desbloqueados começam no dia 28 de novembro por intermédio do site da empresa, cujo endereço é www.oi.com.br.
Não há, contudo, uma data definida para que o aparelho esteja nas gôndolas das lojas.
A assessoria de imprensa da Oi disse à Folha Online que ainda não há preços definidos para os modelos iPhones desbloqueados.
O iPhone 3G e o iPhone 3GS já são distribuÃdos no Brasil pelas operadoras Claro, TIM e Vivo.
O principal destaque do Sony Ericsson Satio, que chega em breve à s lojas brasileiras, é sua supercâmera integrada de 12,1 Mpixels com flash xênon. Além da alta definição --pouco comum nos celulares disponÃveis--, o aparelho traz boas funções voltadas aos viciados em música.
A máquina integrada tem opções interessantes, como a configuração de fotografia de documentos, que pode ser usada nos momentos em que falta um scanner.
Também contam a favor do aparelho as possibilidades de produzir fotos panorâmicas, de capturar a foto com o toque na tela e de marcar as fotos com sua posição geográfica.
O celular é bonito e não risca com facilidade. Em sua lateral, ficam localizados botões que ora controlam a câmera, ora ajustam o som.
O teclado é virtual, usado em sua tela sensÃvel ao toque de 3,5 polegadas. A ausência de um teclado fÃsico pode pesar contra para quem manda muitas mensagens de texto.
Na tela, são cinco painéis de navegação, e a maior parte dos itens só funciona com o celular conectado à internet. O acelerômetro, que muda o sentido da tela de acordo com sua posição, funciona bem, mas falha algumas vezes.
A bateria é um dos pontos que poderia melhorar. Nos testes feitos, ela durou no máximo três dias -sem grande uso de Wi-Fi ou de Bluetooth.
O Satio funciona com Symbian S60 e tem conexões Wi-Fi e 3G. O preço sugerido é de R$ 1.899.
O mês de outubro registrou 1,9 milhão de novos celulares no Brasil, elevando para 168 milhões o número de acessos ao serviço de telefonia móvel pessoal, segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Isso quer dizer que, de cada 100 brasileiros, 87,6 têm celular. Se esse ritmo de expansão se mantiver, em menos de um ano haverá um celular para cada habitante do paÃs.
Do total de acessos, 82,3% é de celulares pré-pagos, e 17,7%, pós-pagos. Maranhão foi o Estado que apresentou o maior crescimento percentual de celulares, depois o PiauÃ, e em terceiro lugar, São Paulo. As regiões Norte e Sudeste são os destaques em crescimento de densidade de celulares no mês.
A empresa Vivo continua lÃder do mercado, com 29,5% do bolo. Depois vem a Claro, com 25,5% e a TIM, com 23,7% dos clientes. A tecnologia dominante no Brasil é a GSM, presente em 90% dos celulares.
O crescimento nos primeiros dez meses de 2009 é o segundo na série histórica, ficando atrás de 2008.
Uma nova pesquisa sugere que, em um perÃodo de apenas quatro anos, 46 milhões de TVs 3D estarão nos domicÃlios --empurrando o formato para a popularidade.
De acordo com o site Techradar, enquanto há muita discussão sobre o sucesso do formato nas casas, a agência norte-americana Giga OM acredita que o formato vingará em apenas quatro anos.
"Enquanto as vendas de TVs 3D serão pequenas em 2010, o volume de vendas vai começar a crescer rapidamente em um curto perÃodo de tempo", disse Alfred Poor, da Giga OM. "Esperamos que muitos escolham a 3D para seus shows favoritos e filmes".
A Sony e a Panasonic já disseram esperar que o formato seja um sucesso em residências --ambas as companhias estão investindo pesado na tecnologia, e vão lançar as primeiras TVs 3D já em 2010.










