Certificação já está na pauta, segundo contou Emmanoel Campelo, conselheiro da agência reguladora. Feninfra também cria selo para o setor, que vai aferir a qualidade do trabalho técnico e adequação às leis trabalhistas.
A criação de um selo de qualidade de rede, que irá, de certa forma, gerar um ranking das prestadoras, está na pauta da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A informação é de Emmanoel Campelo, conselheiro da agência reguladora, que participou nesta sexta, 3, de debate promovido pela Feninfra (Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática).
“Eu já havia sugerido isso na Anatel, há um tempo, mas agora surge uma demanda para se criar um selo de qualidade de rede. Estamos debatendo como fazer isso”, falou Campelo.
Ele manifestou urgência. “Já tive reunião demonstrando essa preocupação. É um problema hoje e vai ser um problema maior amanhã, então precisamos cuidar dele agora”, disse o conselheiro da Anatel.
“Mas a ideia é fiscalizar a qualidade da rede também do ponto de vista físico, não lógico, como vínhamos fazendo”, completou.
Atualmente a agência se prepara para colocar em funcionamento novas regras de qualidade para a prestação de serviços, sob a ótica do consumidor. Tais regras foram aprovadas no âmbito do Regulamento de Qualidade (RQual).
CERTIFICAÇÃO
Campelo se manifestou após Vivien Suruagy, presidente da Feninfra, dizer que a entidade vai certificar empresa do setor com um selo. “O selo Feninfra trata de evolução. É uma certificação de que a empresa demonstra capacidade técnica e respeita normas trabalhistas”, falou Suruagy.
De acordo com ela, com o selo a empresa certificada terá maior reconhecimento no mercado e maior respaldo dos contratantes. “Mas a ideia é também combater a informalidade e a abertura de empresas clandestinas”, concluiu a presidente da Feninfra.
O bitcoin, a primeira e maior criptomoeda do mercado, voltou a apresentar tendência de alta nas últimas semanas, quando o seu preço disparou da sua mínima anual, localizada próximo aos US$30 mil. Seria os 100k a próxima grande resistência?
A resistência no ponto 0.618 da Retração de Fibonacci, localizada em US$51.100, foi rompida ontem. Analistas têm apontado que este rompimento poderia fazer o BTC testar a sua máxima histórica, localizada nos 64k.
Outro evento técnico que deve ocorrer já nos próximos dias é o rompimento da média móvel de 50 e 200 dias no gráfico diário. Este movimento, também conhecido como golden cross (cruz dourada), costuma preceder altas acentuadas no preço do BTC.
A última vez que isso ocorreu foi em maio de 2020, quando o bitcoin era negociado abaixo dos US$10 mil. Após meses no vermelho, o índice de medo e ganância voltou para a zona verde. Isso indica que os players voltaram com o otimismo em torno do mercado de alta.
100k é logo ali?
A grande maioria dos analistas tem previsto o preço do bitcoin acima dos 100 mil dólares para este atual ciclo de alta. Alguns modelos mais otimistas, como o Stock-to-Flow X, colocam o BTC acima dos US$200 mil.
De fato, se considerarmos o atual estado de excessão da economia global, com governos destruindo o poder de compra das moedas fiduciárias, o bitcoin surge como um ativo de proteção contra as inseguranças e instabilidade do atual sistema monetário, além de uma aposta para o futuro do dinheiro.
Nova pesquisa revela que 35% dos jovens entre 13 e 24 anos no Brasil já compram criptomoedas; entre quem possui, maioria vê oportunidade de investimento e uso prático
Chamados de "nativos digitais", os jovens entre 13 e 24 anos de hoje, que compõem a Geração Z, demonstram grande interesse em criptomoedas. De acordo com uma nova pesquisa da Yubo, rede social de live streaming e vídeo voltada para essa faixa etária, 35% dos adolescentes e jovens adultos brasileiros compram ou já compraram moedas digitais. Contudo, metade dos participantes não acreditam que elas sejam tão confiáveis quanto dinheiro tradicional.
O Brasil vem se demonstrando um mercado cada vez mais aberto às criptomoedas de uma maneira geral. Naturalmente, os jovens mais familiarizados com a tecnologia são particularmente atraídos para formas digitais de dinheiro. Assim, o país já ocupa a 16ª posição entre os que mais utilizam moedas e ativos digitais no mundo todo, com quase 3 milhões de usuários, de acordo com dados da plataforma Crypto.com.
Segundo a CEO da Yubo, Sacha Lazimi, os jovens estão cada vez mais cientes do valor do dinheiro e abertos a suas novas formas. "Seu gosto pela inovação e facilidade de interação online os tornam muito abertos a criptomoedas e moedas virtuais. Eles estão muito confortáveis com isso e podemos ver que esse uso está evoluindo e não se limita mais às transações do mercado de ações. Eles integram isso em sua vida cotidiana", disse em comunicado à imprensa.
Sua conclusão é embasada na recente pesquisa realizada pela Yubo. A plataforma questionou aleatoriamente 1269 jovens brasileiros de 13 a 24 anos entre os dias 07 e 08 de agosto. O estudo destaca que existem ao menos cinco motivos para que a Geração Z esteja negociando criptomoedas e aplicando seu dinheiro em ativos digitais: investimento a longo prazo, substituição monetária, confiabilidade, expectativas futuras e uso cotidiano.
Criptomoedas são vistas principalmente como investimento
A Yubo descobriu que, dos mais de mil jovens questionados, 35% deles já compra ou comprou criptomoedas em algum momento. Desse percentual, 25% as compram com expectativa de lucrar muito conforme elas se valorizam, enquanto 12% vê na tecnologia uma forma mais fácil de investimento e 10% se deixou levar e adquiriu alguma moeda digital por estar "na moda". Metade dos entrevistados afirmaram que já conheciam o universo cripto e 25% deles possuem bitcoin (BTC), ether (ETH) ou hathor (HTR).
Jovens acreditam que criptomoeda é "moeda do futuro"
Os achados também contemplam as expectativas que esses jovens têm sobre a evolução dessa tecnologia. 45% dos questionados acreditam que as criptomoedas substituirão o dinheiro tradicional em algum ponto. Além disso, metade deles também entendem que uma moeda digital é tão confiável quanto a fiduciária. O maior consenso é de que elas são o futuro da economia, conforme indicado por 75% dos entrevistados.
26% da Geração Z brasileira vê uso prático e cotidiano
Outro olhar interessante que a Geração Z tem sobre formas digitais de dinheiro é o seu uso prático e cotidiano. 35% dos questionados disseram que gostariam de receber salários em criptomoedas, enquanto 38% ainda preferem moedas tradicionais. Mas o mais interessante é que um percentual considerável dos participantes da pesquisa já usam moedas digitais para transações e pagamentos.
Do percentual de jovens que possuem algum tipo de criptomoeda, 11% disseram que já compraram jogos, filmes e aplicativos com elas, 3% as usam para assinaturas, 2% as custeiam despesas escolares, 1% pagam por serviços em nuvem e outro 1% por produtos como eletrodomésticos e eletrônicos. Por fim, 8% afirmaram que as usam para outras finalidades.
Tesla Bot foi a surpresa apresentada por Elon Musk no último Tesla AI Day. A empresa quer construir um robô humanoide funcional!
Tesla Bot foi a cereja do bolo, o momento One more thing no final do já excelente Tesla AI Day, evento no qual a Tesla apresentou um pouco de suas soluções de inteligência artificial para navegação autônoma, mas o que é um carro autônomo diante de um robô humanoide?
Nós humanos somos paradoxais; temos profundo preconceito com qualquer tipo de Inteligência Artificial que não seja antropomórfica. Em Guerra nas Estrelas todo mundo sabe que o R2D2 é muito mais inteligente, e que a única função do C3PO é provar que robôs têm gênero, e é armazenado em FLOAT, não em INT, mas é ele que todo mundo pensa quando imagina robô.
Quanto mais próximos de formas instintivamente familiares, mais levamos a sério os robôs. Se ao invés de ser tudo interno, os Teslas tivessem seu sistema de direção na forma de um robô humanoide controlando o volante, todo mundo estaria soltando foguetes.
Então, por qual motivo não temos um monte de robôs por aí?
A rigor até temos, só não percebemos, robôs estão em fábricas, em elevadores, em carros e na Alexa e no Google Home (você não mais, Cortana). A diferença é que Elon Musk prometeu um robô antropomórfico de verdade, com aparência e capacidades de robôs de ficção científica.
Segundo ele o Tesla Bot terá 1m72cm de altura, pesará 56Kg, conseguirá levantar 150Kg e se moverá a 8Km/h, para podermos fugir se ele se revoltar. (sério)
A idéia é que o robô seja usado em tarefas entediantes e repetitivas, além de ajudar em fainas do dia-a-dia, como ir no mercado comprar mantimentos.
Obviamente ele não está falando de inteligência artificial hard, o Tesla Bot não será mais senciente do que uma torradeira, mas sejamos realistas: PRECISA? Um robô não precisa entender o Sentido da Vida para trazer uma cerveja ou pedir uma pizza e ir no portão buscar. A primeira parte seu telefone já faz, ao menos na Civilização.
Os roboticistas, claro, se levantaram em peso contra o Tesla Bot, com argumentos muito bons, válidos e que lembram muito os argumentos que provavam que a Tesla jamais conseguiria popularizar carros elétricos, e que pousar foguetes é bobagem.
O principal argumento é que nunca foi feito antes, e a regra é clara: Nada pode ser feito pela primeira vez.
Eles apontam que nenhum laboratório de pesquisa robótica chegou sequer perto de um robô humanoide, o mais ágil, o Atlas da Boston Dynamics ainda é um trambolho, mas se formos pensar, o problema é que são laboratórios. A Boston Dynamics tem 30 anos de idade e seu primeiro produto comercial de verdade, o cachorro-robô Spot, só foi comercializado em 2019, e em regime de leasing.
Quando você vive de receber verbas de pesquisa e de investidores, sem compromisso de produzir um produto comercial, você pode se dar ao luxo de ignorar detalhes como praticidade e miniaturização. Os robôs da Boston Dynamics lembram os carros elétricos pré-Tesla; no papel eram avançados, mas com zero otimização e adequação mercadológica.
Elon Musk está apostando na expertise dos engenheiros da Tesla e na experiência deles com atuadores e Inteligência Artificial. A rigor irão usar os softwares de navegação dos Teslas para treinar os robôs para se deslocarem no ambiente humano, subindo escadas, andando em elevadores, abrindo portas e paquerando a secadora de roupas.
A Necessidade do Tesla Bot Humanoide
A forma humana, e nem falo só da minha, está longe de ser prática e elegante, somos o resultado de uma longa pilha de gambiarras evolucionárias, durante as quais perdemos uma utilíssima cauda preênsil, orelhas direcionais, garras retráteis e o essencial báculo. Seríamos muito mais eficientes com pés com a destreza dos chimpanzés, que viram quase duas outras mãos.
A lógica seria criar robôs sem essas deficiências, mas na prática um robô cheio de tentáculos não seria tão útil. Fora de hentais, é impossível abrir um sutiã com tentáculos. Nossas ferramentas, objetos do dia-a-dia, nossa arquitetura é toda voltada para humanos bípedes com dois braços e duas mãos.
Qual faz mais sentido: Criar um formato de robô do zero e lidar com todas as gambiarras necessárias pra que ele se encaixe no nosso mundo, ou criar um robô humanoide plenamente adaptado para o mundo?
Só pra lembrar, o R2D2 não andaria 10 metros no mundo real, com desníveis, tapetes, escadas e similares.
As Mãos do Tesla Bot
Segundo Elon Musk o Tesla Bot terá 40 atuadores eletromagnéticos, ao invés dos hidráulicos do Atlas. Será 12 nos braços, dois no pescoço, dois no torso, 12 nas pernas e 12 nas mãos. As mãos terão "nível humano", outra coisa que deixou o pessoal do r/robotics indignado.
Dizem eles que é um problema complexo demais criar mãos robóticas capazes do mesmo nível de destreza de um humano. Eu humildemente discordo. Não que eu seja exemplo pra alguma coisa, mas esta demonstração no Open AI de u a mão robótica resolvendo um Cubo Mágico mostra que a tecnologia existe.
Em verdade essa mão já me superou faz tempo, eu não consigo resolver um cubo mágico nem com duas mãos, dois pés e minha cauda preênsil imaginária.
A Realidade
Musk prometeu um protótipo até o final do ano que vem. Pode ser que ele consiga. Muita gente duvida, e com razão. Não estamos falando de uma tarefa complicada, mas de dezenas, na verdade centenas. Comparativamente dirigir um carro é muito simples, mesmo pilotar aviões.
Em 2019 a Garmin apresentou um projeto secreto impressionante: Um sistema de piloto automático de emergência que com o apertar de um botão assume o controle, determina o aeroporto mais próximo, avisar por rádio que há uma situação de emergência, e pousa o avião.
Banco Central diz que sistema ultrapassou marca de 40 milhões de transações em um único dia pela primeira vez e reforça adoção massiva dos brasileiros
PIX: plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central permite transações 24 horas por dia (Victor Prilepa/Exame/Getty Images)
O sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, o Pix, bateu recorde de transações em um único dia, às vésperas do Dia dos Pais, na última semana. Os dados foram divulgados pela própria autoridade financeira.
Segundo o BC, na última sexta-feira, 6, o Pix registrou 40,46 milhões de transferências em 24 horas, com volume de transações de 24,8 bilhões de reais, totalizando uma média de 614 reais por transação.
O Dia dos Pais é um dos períodos mais aguardados pelo varejo brasileiro. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo estima que neste ano o setor tenha faturado 6,03 bilhões de reais.
Esta foi a primeira vez que o BC registrou mais de 40 milhões de transações pelo Pix em um único dia. Em maio, outro número mostrava a enorme aceitação do brasileiros pelo sistema, quando o BC divulgou que 45% da população economicamente ativa já utilizava o Pix.
Em julho, o BC também anunciou que o Pix já superava as operações em TED, DOC, cheque e boleto bancário. Também no mesmo período, o Pix também foi premiado em evento internacional na categoria "Inovação de Pagamentos".
Mesmo com os números positivos, o Pix ainda se prepara para ampliar sua atuação no Brasil. Novas funcionalidades, como o Pix Troco e o Pix Cobrança já estão em implementação.
Além disso, o Banco Central quer levar o sistema ao WhatsApp Pay, o sistema de pagamentos da rede de mensagens instantâneas do Facebook.
O BC também estuda permitir que instituições financeiras ofereçam contas bancárias em reais e em Bitcoin, com integração ao Pix e ao Open Banking.











