O Facebook planeja lançar nas próximas semanas o seu aguardado aplicativo oficial para iPad.
Ele deverá ser gratuito e começou a ser desenvolvido há quase um ano, segundo fontes do blog Bits, do site do "New York Times". Atualmente, o aplicativo está nos estágios finais de testes.
Mark Zuckerberg, cofundador e executivo-chefe do Facebook, está bastante envolvido no processo, diz o Bits.
Além de um design otimizado para o tablet, o aplicativo deve incluir recursos como o upload de fotos e vídeos gravados da câmera do próprio iPad.
A falta de um aplicativo oficial do Facebook para o iPad levou ao surgimento de alternativas como My Pad, iFace e Friendly, lembra o Bits, que ainda revela planos da empresa de lançar uma versão do site especialmente para o tablet da Apple --mas ela não competiria com os aplicativos para iPhone e iPad.
Começou a pré-venda do portátil Nintendo 3DS no Brasil. O aparelho, que permite que o usuário veja o efeito 3D sem o uso de óculos, sai por R$ 1.199 e terá lançamento oficial em todo o Brasil no dia 9 de julho.
Segundo a assessoria de imprensa da Nintendo no Brasil, os clientes que reservarem seu 3DS até o dia 9 de julho receberão um brinde extra.
"O Nintendo 3DS chega ao Brasil como um produto totalmente localizado, com linguagem do sistema, menus de navegação, jogos pré-instalados e manual de usuário em português", informa a empresa. O aparelho terá um ano de garantia.
A pré-venda está disponível somente nas compras on-line e nos varejistas Brother Games, Carrefour, Casas Bahia, Essencial Games, Extra, Fnac, Game Tech, Livraria Curitiba, Megalogame, Meninos & Meninas, Ponto Frio, Ri Happy, Ricardo Eletro, Saraiva, UZ Games, Video Game Store e Walmart, segundo o comunicado da Nintendo.
Um supercomputador fabricado pela companhia japonesa Fujitsu se tornou o computador mais rápido do mundo, segundo a classificação TOP500, elaborada por universidades alemãs e americanas e divulgada nesta terça-feira (21) pelo diário "Nikkei".
A lista dos computadores mais rápidos do planeta, produzida duas vezes por ano, coroou o computador japonês batizado como K, ainda em desenvolvimento, como o mais veloz.
O supercomputador da Fujitsu, criado em colaboração com o instituto japonês de pesquisa Riken, foi capaz de efetuar 8.160 trilhões de operações por segundo, mais que o triplo do chinês Tianhe-1A, considerado o mais rápido na classificação anterior.
O projeto K conta com um investimento próximo a ¥ 112 bilhões (cerca de R$ 2,22 bilhões) e deve ser destinado ao cálculo de prognósticos da mudança climática, detalhou a agência Kyodo.
O Prêmio Nobel de Química de 2001 e presidente do instituto Riken, Ryoji Noyori, assegurou que é nos campos da ciência e da tecnologia que o Japão pode "mostrar sua fortaleza".
Com o reconhecimento desta edição da TOP500, o Japão se colocou pela primeira vez nos últimos sete anos no topo de uma classificação que historicamente dominou junto com os Estados Unidos, mas que nas últimas edições viu uma maior competência de China e Índia.
A AMD pode conquistar uma fatia maior do mercado de desktops impulsionada por seus dois chips recém lançados Llano e Bulldozer, a menos que a Intel reduza seus preços, disse a Macquarie Research.
A competição acirrada do setor pode forçar a Intel a reduzir seus preços, o que "adiciona riscos ao nosso pressuposto de que os preços médios ficariam estáveis" no segundo semestre do ano, afirmou o analista Shawn Webster em nota a clientes.
Ele cortou seu preço alvo para as ações da Intel de US$ 26,70 para US$ 24,60, mas disse que a participação da Intel no mercado de notebooks parece segura, apesar das vitórias da AMD no segmento de design de chips.
"Embora tenhamos notado evidências de que o design de CPUs para notebooks da AMD teve vitórias no mercado, a maioria das companhias com as quais falamos esperam que o market share das CPUs da Intel para notebooks fique estável no balanço de 2011", disse Webster, mantendo sua nota de "performance acima da média" para a ação da Intel.
A Intel, cujos chips estão presentes em 80% dos PCs do mundo, afirmou esperar que as vendas da unidade de PCs aumentem este ano.
Webster afirmou que maiores custos de fábricas em estágio inicial e os custos por unidade fariam as margens brutas da Intel caírem no segundo trimestre para 61 por cento, o que deve ser seu menor patamar em 2011.
Os videogames estão ficando mais amáveis e gentis conforme mulheres e jogadores de mais idade buscam diversão em uma forma de entretenimento dominada há longa data por garotos adolescentes determinados a vencer guerras em mundos fantásticos.
Embora jogos violentos como "Grand Theft Auto" e "Battlefield" continuem no topo da lista dos mais vendidos, jogos relaxantes, projetados para incentivar a calma e a tranquilidade estão emergindo para formar uma importante categoria no setor, que é frequentemente criticado por promover comportamentos negativos.
"Muitas pessoas que jogavam videogame no passado cresceram. Elas os veem agora como mais que um passatempo para crianças", disse a doutoranda da Universidade de Ohio Jodi Whitaker, autora de um novo estudo sobre o efeito dos videogames sobre os jogadores.
"É algo que adultos podem fazer, então é mais socialmente aceitável que outras pessoas joguem também".
A mudança aconteceu no momento em que produtoras de videogames passaram a buscar jogadores casuais que desejam uma diversão breve em seus celulares ou na Internet e podem investir US$ 250 ou mais em aparelhos como o PlayStation, da Sony, e o Xbox, da Microsoft.
O console Wii, da Nintendo, mais barato, com preço de cerca de US$ 150, tem sido um dos maiores catalisadores da mudança, com seu foco em esportes, educação e comunidade. Com 88 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento, em 2006, é comum encontrar o aparelho em cruzeiros e retiros para aposentados.
Os jogos do Wii são "mais como um exercício em equipe, como jogos de tabuleiro", disse Jeff Ryan, autor de "Super Mario", a ser lançado em agosto nos Estados Unidos pela Portfolio Penguin.
O efeito de jogos violentos não é surpreendente. O estudo de Whitaker mostra que jogos violentos deixam as pessoas mais agressivas e nervosas, enquanto os relaxantes deixam-nas mais amáveis, felizes e generosas.
"Então os jogos relaxantes não só diminuem o comportamento agressivo, mas também aumentam os comportamentos sociáveis e prestativos", disse Brad Bushman, professor de comunicação e psicologia na Universidade de Ohio, que conduziu a pesquisa em parceria com Whitaker.










