Notícias na Santa Ifigênia

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Celulares e eletrônicos são principais distrações no trânsito DA REUTERS, EM WASHINGTON

Distrações no trânsito, principalmente com celulares e outros aparelhos eletrônicos, estão associadas a um aumento de 25% nos acidentes nos Estados Unidos, de acordo com um relatório divulgado na quinta-feira (7).

O estudo da associação de segurança no trânsito GHSA (Governors Highway Safety Association) avaliou mais de 350 publicações científicas com data posterior ao ano 2000.

Ele mostrou que motoristas dirigem distraídos em até metade do tempo e que incidentes causados por distrações têm resultados que variam de danos pequenos a acidentes fatais. O uso de celulares aumenta o risco de batidas, mas não mais que o envio de mensagens de texto.

"Apesar de tudo o que foi escrito sobre distração no trânsito, ainda há muito que não sabemos", disse a diretora executiva da GHSA, Barbara Harsha, em nota. "Claramente, é preciso realizar mais estudos sobre o escopo do problema e sobre como resolvê-lo".

Dados do órgão de trânsito norte-americano NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) mostram que, apenas em 2009, quase 5.500 fatalidades e cerca de 500 mil lesões resultaram de acidentes envolvendo motoristas distraídos.

Mortes relacionadas a distração no trânsito representaram 16% das fatalidades em 2009, aumento de 10% em relação a 2005.

O relatório afirmou ainda que leis banindo o uso de celulares no trânsito reduziram seu uso praticamente pela metade desde que foram implementadas, mas a utilização aumentou logo depois.

O estudo não concluiu se o uso de celulares com equipamentos que mantém as mãos livres é menos arriscado que o uso regular.

Também não há evidências que assegurem que proibições a celulares ou mensagens de texto reduzam acidentes ou lesões.

(Fonte: DA REUTERS, EM WASHINGTON ) - 11/07/2011
Samsung Galaxy S II é o novo rei dos smartphones com Android

A Samsung anunciou no último final de semana que há um novo recordista dentro da empresa. Em pouco menos de dois meses, o smartphone Galaxy S II vendeu 3 milhões de unidades ao redor do mundo --e ele ainda nem chegou ao mercado americano. Mas o que o há de tão especial no novo aparelho? Números exagerados e bem conciliados.

Desligado, o Galaxy S II parece um grande monolito. Há apenas um botão central, como no iPhone, e duas teclas resistivas nas laterais. O aparelho impressiona pela espessura e pelo peso: são apenas 8,5 milímetros na parte mais fina e 116 gramas. No dia a dia, é fácil esquecer que o celular está no bolso e se assustar com a possibilidade de tê-lo perdido.

Por causa dos números diminutos no design, a grande tela de 4,3 polegadas não causa incômodo. Pelo contrário, ela é o chamariz principal do celular. Ligada, a tela com tecnologia de Super AMOLED Plus entrega cores marcantes e sem exageros de contraste --diferente de seu antecessor, o Galaxy S--, além de uma escala de preto incomum em smartphones. Sua sensibilidade é acima da média para o padrão dos aparelhos com Android, mas ainda assim um pouco abaixo da de seu principal concorrente, o iPhone 4, da Apple.

O histórico da Samsung na produção de telas e processadores colabora para a experiência do novo aparelho. Ao abrir mão do Tegra 2, da Nvidia, e desenhar seu próprio processador com dois núcleos, o Exynos, com 1,2 GHz, a empresa coreana criou um aparelho com processamento gráfico acima do oferecido por qualquer concorrente. É possível abrir dezenas de aplicativos, jogos e widgets sem notar qualquer lentidão. Aplicativos que forçam o fechamento, algo comum em aparelhos com Android, são cada vez mais escassos. A única instabilidade é constatada no GPS --reclamação frequente sobre o seu antecessor. É comum perder o sinal e receber informações de rota com metros de atraso.

Apesar de ter uma tela enorme, pouco espaço para hardware e um processador avançado, a bateria do Galaxy S II segue o padrão de aparelhos com Android de menor capacidade. Isso quer dizer que ele não aguentará um dia inteiro longe da tomada caso você use a rede 3G constantemente --o uso excessivo também causa um aquecimento incômodo na parte traseira do celular.

A câmera traseira do Galaxy S II tem 8 Mpixels e capacidade de criar filmes com resolução de até 1080p. Nos testes, o resultado em fotos foi satisfatório, com ótimas imagens em situações bem iluminadas. Mas o destaque são os vídeos em alta resolução, com boas cores e captura de áudio. Há ainda uma câmera frontal de 2 Mpixels, o necessário para uma boa conversa em videochamadas. O preço do aparelho completa a lista de números hiperbólicos --mesmo produzido no Brasil, ele começa a ser vendido por R$1.999.

ANDROID REDESENHADO

A versão do Android no Galaxy S II é a 2.3, a mais recente, mas apresenta um visual redesenhado pela Samsung, com a interface TouchWiz 4.0. O resultado é uma aparência semelhante à do iOS, da Apple, com ícones arredondados e longas listas de aplicativos. No geral, a mudança é pouco intrusiva e oferece soluções interessantes para os usuários comuns.

Há diversos aplicativos pré-instalados, entre soluções da própria empresa e atalhos práticos, como o aplicativo Roteador, que transforma o aparelho em um hotspot 3G. Já entre os aplicativos proprietários da Samsung, o destaque é o Readers Hub, que dá acesso a jornais, livros e revistas por meio de soluções de outras empresas, como Kobo e Zinio. Por ser exibido em uma tela de 4,3 polegadas, o app emula funções de um tablet, com estante virtual para as publicações. Também merece destaque o Kies Air, aplicativo da Samsung que cria uma rede sem fio entre o smartphone e um computador comum para troca mútua de arquivos sem a necessidade de cabos.

A combinação entre hardware forte e software adaptado ao celular torna a experiência do Galaxy S II mais agradável do que em qualquer outro smartphone com Android disponível no mercado. Conectado diariamente aos serviços do Google, como Gmail, Mapas e Docs, ele pode superar mesmo o iPhone 4, que se destaca pela grande oferta de aplicativos.

PRÓS

Configuração poderosa

Pouco peso

Tela com ótima qualidade

CONTRAS

Aquecimento da bateria

GPS irregular

Alto preço


VEREDICTO

Combinando uma tela brilhante com alta velocidade, o Samsung Galaxy S II mostra o futuro do Android

AVALIAÇÃO

Ótimo

SAMSUNG GALAXY S II

TELA 800x480 pixels, 4,3 polegadas

SISTEMA Android 2.3

PROCESSADOR Exynos 1.2 Ghz

CÂMERA Frontal de 2 Mpixels, traseira de 8 Mpixels

QUANTO R$1.999

Facebook planeja grande lançamento na semana que vem

O Facebook prepara o lançamento de um grande recurso na semana que vem, provavelmente no setor de celulares ou tablets, disse Mark Zuckerberg, executivo-chefe e fundador da maior rede social do mundo.

O anúncio foi feito no escritório de Seattle (EUA), nesta quarta-feira (29), para jornalistas que visitaram o local.

Ele disse que o projeto está sendo desenvolvido por 40 pessoas em Seattle, o único grande centro de engenharia do Facebook fora da sede em Palo Alto, Califórnia.

Vários blogs de tecnologia especularam nas últimas semanas sobre produtos do Facebook para dispositivos móveis, como o esperado aplicativo para iPad e um programa especializado para compartilhamento de fotos no iPhone.

Um porta-voz do Facebook se recusou a fornecer mais detalhes sobre os comentários de Zuckerberg.

O Facebook, rede social com mais de 700 milhões de usuários, desafia cada vez mais empresas estabelecidas no mundo on-line, como Google e Yahoo!, por consumidores e verbas publicitárias. Segundo a própria empresa, as pessoas que usam o Facebook em dispositivos móveis são duas vezes mais ativas no serviço do que as que acessam o site por computadores.

(Fonte: DA REUTERS) - 03/07/2011
Proibição a venda de aparelhos com plugue antigo começa hoje

A partir desta sexta-feira, aparelhos elétricos com tomadas fora do padrão estabelecido pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) não poderão ser comercializados. Lojistas flagrados oferecendo esses produtos poderão ser multados em até R$ 1,5 milhão.

A padronização das tomadas foi determinada pelo órgão em 2000, quando começou o prazo para que os fabricantes se adequassem.

"Até então não havia nenhuma regra, e cada fabricante usava o plugue que bem entendesse. O índice de acidentes, principalmente choques elétricos e incêndios, era muito alto", diz Alfredo Lobo, diretor da Qualidade do Inmetro.

Segundo o órgão, havia mais de 12 tipos de plugues e 8 tipos de tomadas diferentes. A partir de amanhã, só poderão ser vendidos plugues de dois tipos --com dois ou três pinos, conforme a necessidade de isolamento elétrico do aparelho-- e com pinos de duas espessuras distintas --4 ou 4,8 milímetros de diâmetro, conforme o aparelho opere com até 10 ampères ou entre 10 e 20 ampères, respectivamente.

"A fiscalização é feita pelo Ipem [Instituto de Pesos e Medidas] em cada Estado. Há cerca de 700 profissionais em ação", diz Lobo.

PREÇOS CAEM 6%

A regra entrou em vigor primeiro para os fabricantes, e hoje é raro encontrar produtos fora da especificação, afirma Lobo.

Segundo o Inmetro, 741.464 tomadas foram fiscalizadas neste ano e 27.840 (3,75%) estavam irregulares. Dos 404.325 plugues fiscalizados, 7.634 (1,89%) também estavam fora do padrão. "Até 6% [de irregulares] é aceitável internacionalmente", diz.

Segundo Lobo, ao restringir a variedade de tomadas, a indústria reduziu os preços em 6%, em média, em relação aos de 2008.

Desde 2006, as novas construções de moradia só recebem o "Habite-se" se tiverem o novo padrão. Moradias anteriores a 2006 não serão fiscalizadas, mas o Inmetro recomenda trocar as tomadas. "Isso aumenta a segurança do morador."

Também é possível usar adaptadores, que foram certificados e não representam perigo.

Segundo o diretor, só há incompatibilidade entre os plugues novos e as tomadas antigas em cerca de 20% dos casos.

(Fonte: FÁBIO GRELLET DO RIO ) - 03/07/2011
Gigante da informática IBM completa cem anos

A gigante americana da informática IBM, responsável por várias das revoluções tecnológicas experimentadas pelo mundo, comemora nesta quinta-feira (16) cem anos de existência com a mesma vitalidade, apesar de já não exercer o mesmo domínio de seus tempos de esplendor.

Com quase US$ 200 bilhões de valor de mercado, a IBM está muito atrás da Apple, mas se mantém ainda assim no firmamento tecnológico, junto com a Microsoft.

Essa longevidade deve-se a "seu talento para colocar ao alcance dos usuários o que necessitam e querem em matéria de processamento da informação", indica o especialista Thomas Misa, professor de história das tecnologias na Universidade de Minnesota.

"É o que fizeram nos anos 1930 com suas máquinas com cartões perfurados (...) e fizeram o mesmo, basicamente, com a mudança depois de 1993 dos serviços de informática", informa.

Apesar de ter "ancestrais" que remontam do século 19, a IBM nasceu oficialmente em 1911 a partir da fusão de três empresas especializadas em relojoaria, balanças e ferramentas de ajuda ao cálculo utilizadas pelos organizadores do censo americano.

Três anos mais tarde, essa empresa batizada de CTR contratou como diretor-geral Thomas Watson, que permaneceu no cargo até 1956, quando cedeu o posto a seu filho.

Até 1971, Thomas Watson pai e filho moldaram a cultura do que a partir de 1924 chamou-se International Business Machine, IBM.

O grupo foi objeto de piadas durante muito tempo pelo conformismo de seus funcionários, mas isso não o impediu de estar na vanguarda da inovação, ao ponto de reivindicar o maior número de patentes americanas nas mãos de uma só empresa.

Além disso, entre seus funcionários, há cinco vencedores do Prêmio Nobel de Física.

A IBM desenvolveu-se graças a seu gosto pelas "grandes apostas", analisa Dag Spicer, conservador do Museu de História do Computador (Computer History Museum) em Mountain View (Califórnia, oeste dos EUA).

"Durante a Grande Depressão, Tom Watson continuou fabricando máquinas, inclusive sem ter mercado", explica Spicer.

Então, quando em 1935 o presidente Franklin Roosevelt criou o órgão de administração das aposentadorias, "a IBM era a única empresa que tinha o equipamento preparado" para tratar dos milhões de expedientes surgidos da noite para o dia, o que lhe garantiu um domínio sem igual no setor dos cartões perfurados, completa.

Depois, em 1964, "Tom Watson Jr. apostou US$ 5 bilhões, ou seja, quase a totalidade da companhia, em um novo sistema, o 360 (novo modelo de computador central), que tornava obsoletos todos os outros produtos da IBM", assegurando assim a compatibilidade dos programas em toda uma família de computadores.

"O sistema 360 foi o maior êxito de todos os tempos em computadores centrais e gravou as letras azuis da IBM no imaginário popular", destaca Spicer.

Por outro lado, a IBM chegou tarde ao mercado dos computadores pessoais nos anos 1980, atrás da Apple, e "ficou à beira da morte".

A boa saúde retornou a partir da reorganização em torno das empresas que formam o coração da IBM, um processo iniciado em 1993.

O grupo obteve faturamento de US$ 29 bilhões em 2010, um recorde, atuando em grandes computadores centrais, centros de armazenamento e serviços.

(Fonte: DA FRANCE PRESS, EM NOVA YORK ) - 26/06/2011
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

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