Aos que optam por comprar o jogo " Active: More Workouts" (somente para
Wii), em poucos meses vai perceber que foi um ótimo investimento financeiro, pois o valor gasto na mensalidade da academia, combustível, estacionamento ou mesmo personal trainer não
compensa frente ao game.
Quanto aos resultados esperados, a priori, para o condicionamento do corpo, eles também aparecem (desaparecem para o caso de gordurinhas) rapidamente.
O bacana de ter a "academia" em casa é exatamente poder adequá-la da melhor maneira ao seu estilo de vida e gosto. Até melhor que um profissional da área, pois o exercício torna-se
realmente uma atividade de lazer, um passatempo gostoso e divertido para fazer sozinho ou com a família.
Malhar torna-se uma atividade prazerosa e não um compromisso social que não o deixa feliz. E isso é algo que os praticantes devem levar mais a sério. Mente e corpo devem estar em
harmonia para os melhores resultados. A disposição também é importante, não vale forçar a barra. Então, dependendo do dia, o jorgador/treinador pode adiantar um exercício, fazê-lo mais
tarde ou no melhor horário que quiser.
São dezenas de exercícios práticos de agachamento, corrida com obstáculo, coordenação motora e melhoria do fôlego. Surpreenda-se.
O tão aguardado iPhone 4S e os diversos novos produtos da Samsung Electronics provavelmente se destacarão entre as vendas de celulares inteligentes na temporada de festas de final de
ano, apesar do efeito adverso das incertezas quanto à economia mundial.
A Apple, que perdeu a posição de maior fabricante mundial de smartphones para a Samsung no trimestre passado, pode reconquistar a liderança com a corrida dos consumidores para
adquirir o novo iPhone, depois de esperar 16 meses pelo lançamento de um novo modelo.
Como milhares de outras pessoas, Vanessa Pigeon, 36, na semana passada aproveitou uma oferta de sua operadora de telefonia móvel e substituiu um BlackBerry antigo pelo iPhone mais
recente. "Gostei do design, e queria mudar há muito tempo", disse.
No Reino Unido, muitas vezes visto como indicador ante os demais mercados europeus, o iPhone conquistou robustos 43% do mercado em outubro, deixando para trás os celulares
equipados com a plataforma Android, do Google, de acordo com o grupo de pesquisa Kantar Worldpanel ComTech.
"Na verdade, só a família iPhone e a família (Samsung) Galaxy estão sendo muito vendidas. Todas as demais marcas estão ficando com os restos," disse Neil Mawston, analista do grupo de
pesquisa Strategy Analytics, em Milton Keynes, no Reino Unido.
A HTC e a Research in Motion --quarta e quinta maiores fabricantes de celulares inteligentes-- também já haviam alertado sobre vendas fracas no período de festas. O final do ano é uma
temporada de vendas crucial para os fabricantes de smartphones, já que os consumidores muitas vezes substituem seus modelos nessa época.
Os fabricantes devem vender 142 milhões de celulares inteligentes no quarto trimestre, 42% acima do total do ano passado, de acordo com pesquisa da Reuters com analistas.
"No momento, ainda temos dúvidas sobre o efeito sazonal do Natal, porque a demanda vista até o momento é fraca", disse Bonnie Chang, analista da Yuanta Securities, em Taipei.
A Apple começou, nesta sexta-feira, a vender modelos desbloqueados do iPhone pela sua loja on-line do Brasil.
Os modelos iPhone 4S, iPhone 4 e iPhone 3GS estão à venda. A blogosfera e sites especializados especulavam o preço --alguns achavam que a Apple ia chegar ao país com preços
competitivos, outros acreditavam que a companhia ia vender os celulares por um preço mais alto. Mas ninguém esperava os preços estratosfericamente altos.
O iPhone 4S pode sair por até R$ 3.399, na versão de 64 Gbytes. O preço é quase mil reais mais caro que o tablet mais completo da empresa --o iPad 2 de 64 Gbtyes, com Wi-Fi e 3G, que
custa R$ 2.599. O computador portátil MacBook Air, de 11 polegadas, também na loja on-line da Apple, tem preço inicial de R$ 2.999.
Nos EUA, a mesma versão do iPhone 4S que sai por R$ 3,4 mil no Brasil é vendida na loja da Apple por US$ 850 (cerca de R$ 1,6 mil).
A geração anterior do smartphone, o iPhone 4, está disponível apenas no modelo com 8 Gbytes, pelo preço de R$ 1.800, mesmo valor do modelo de 16 Gbytes pré-pago oferecido pelas
operadoras de celular na época de lançamento do aparelho em setembro de 2010. O iPhone 3GS, aparelho lançado há dois anos, de 8 Gbytes, pode ser comprado por R$ 1.200.
OPERADORAS
Os preços da Apple também são bem mais caros do que os das operadoras do país, que também começaram a vender o iPhone 4S.
As vendas do smartphone tiveram início à 0h desta sexta-feira, com festa e fila nas lojas das operadoras. Na loja da TIM do shopping Eldorado, zona oeste de São Paulo, pouco antes da 0h
cerca de 400 pessoas aguardavam o início das vendas. As operadoras Claro, Oi e Vivo fizeram o evento de lançamento no shopping Morumbi, zona sul paulistana.
A Datawind, empresa indiana que fabrica o tablet mais barato do mundo (US$ 47), recebeu 1,4 milhão de pedidos de reserva após duas semanas de comercialização, informou nesta terça-
feira o jornal "Economic Times".
O pai da iniciativa, Suneet Singh Tuli, se mostrou surpreso pelo êxito do tablet Aakash (céu, em sânscrito) e afirmou que serão abertas três fábricas a mais para suprir todos os pedidos que
sua companhia recebeu.
A empresa, que já esgotou as primeiras 300 mil unidades, tem atualmente apenas uma fábrica em Hyderabad (sul da Índia), mas prevê construir mais uma na mesma cidade e outras duas
nas localidades de Noida (norte) e Cochín (sul).
"Nunca esperamos uma resposta assim dos compradores. Planejamos fornecer entre 70 mil e 75 mil unidades ao dia quando as novas fábricas começarem a funcionar, em abril", disse Tuli,
no Panamá, onde está assessorando o governo local sobre tecnologias de baixo custo.
"Há duas semanas recebemos uma ligação da equipe de emergências informáticas da Índia por um suposto ataque cibernético. Tivemos que esclarecer que simplesmente tínhamos
disponibilizado o tablet para venda através de nosso site", afirmou o empresário.
O Aakash, que funciona com sistema operacional Android 2.2, conta com tela de sete polegadas e peso de 350 gramas. O aparelho pode ser usado como livro eletrônico e dispõe de Wi-Fi,
processador de 366 Mhz, duas portas USB e 256 Mbytes de memória RAM.
A Datawind planeja oferecer em meados deste mês uma nova versão do Aakash por 2.999 rúpias (US$ 56), com o dobro de velocidade, processador de 700 Mhz e acesso à internet por
conexão 2G.
Os principais mercados atuais para o comércio eletrônico mundial - Estados Unidos e países da Europa Ocidental - devem perder espaço para economias emergentes até 2015.
A conclusão é do levantamento da consultoria Forrester Research, apresentado essa semana no evento do varejo americano, em Nova York.
Hoje essaa nações representam mais de 50% das vendas virtuais de R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões, mas vão perder espaço para transações feitas na China, Brasil, México, Índia e
também em economias como Japão e Coreia do Sul.
"A mudança significativa no perfil das vendas on-line no mundo está relacionada principalmente ao avanço da internet nesses países entre os consumidores e às novas formas de interação,
como o comércio social", disse Zia Wigder, diretora de pesquisas da Forrester Research.
O comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões. O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais.
A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.
Apesar de o número parecer pouco expressivo, principalmente ante os 22% que devem ser conquistados pela China no mesmo período - com R$ 285,3 bilhões -, o Brasil é considerado um
dos países com maior potencial para as vendas on-line.
Isso porque registrará expansão do alcance do número de consumidores na internet, diversificação dos produtos comercializados e a chegada de grupos internacionais, que impulsionarão o
setor.
Hoje são cerca de 30 milhões de brasileiros que compram pela internet entre 91 milhões de usuários da rede.
BRASIL E CHINA
Brasil e China foram apontados durantes do evento como os principais mercados on-line a serem explorados, embora tenham perfis e maturidade diferentes para as vendas virtuais.
Enquanto na China o comércio virtual é extremamente pulverizado com os 20 maiores varejistas representando apenas 8,4% das vendas na internet, no Brasil essa mesma quantidade de
empresas tem 70% de participação, puxadas pela B2W, que controla Submarino e Americanas.com.
Outra diferença significativa é o tipo de produto consumido.
"Os chineses já têm cultura de compra de praticamente de tudo na internet, de roupas a eletrônicos. A próxima fronteira prevê a chegada de marcas internacionais e de luxo para a venda
virtual", diz Angela Kapp, consultora especializada em vendas no mercado chinês e vice-presidente do clube on-line de vendas de luxo Hui She Shang.
Já no Brasil, eletrônicos e livros estão entre os campeões de vendas e a etapa atual é o amadurecimento de outras categorias.
"Gradualmente vemos a evolução de outros tipos de produto sendo explorados pelas vendas on-line brasileiras e também os sites de nicho ganhando espaço", diz Gastão Mattos, presidente
da Braspag, de sistemas de pagamento e serviços financeiros pertencente à Cielo.
As vendas on-line na China estão concentradas em quatro cidades principais, de acordo com Kapp --Pequim, Xangai, Guandong e Jiangsu, enquanto no Brasil os internautas crescem
praticamente em todas as regiões do país.
INVESTIMENTO
Para os estrangeiros que querem investir em comércio eletrônico nos dois países, os desafios também são bem diferentes.
"Hoje, a principal questão para as empresas internacionais que querem operar comercialmente na China, entre elas a de comércio eletrônico, é lidar com questões relativas a proteção de
propriedade intelectual, ainda com pontos muito frágeis no país", afirma a executiva.
"Entender a cultura de controle da internet no país também é desafiador", diz.
De acordo com Mattos, no Brasil um dos desafios é combater as fraudes com cartões de crédito nas vendas on-line. Hoje 1% das transações envolvendo o meio de pagamento são
fraudulentas. Outra questão a ser superada tanto pelas novas empresas de comércio eletrônico no país quanto por aquelas que já existem é o gargalo na distribuição logística.
Hoje existem apenas seis empresas privadas especializadas em transporte de cargas vendidas pela internet - além dos Correios, principal distribuidor no país com 33% de participação.
"Haverá um gargalo expressivo nos próximos anos com o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Essas empresas não suportarão o aumento de 25% de cargas a serem transportadas
no país", diz Mattos.
O evento da Federação Nacional do Varejo dos EUA em Nova York reuniu cerca de 24 mil pessoas. A delegação brasileira foi a maior entre os participantes internacionais, com 4.300
pessoas.
A jornalista CAMILA FUSCO viajou a convite da SAP Brasil










