A coreana Samsung divulgou lucro trimestral recorde, de US$ 5,15 bilhões, para os três primeiros meses de 2012.
Impulsionados pelo aumento nas vendas de smartphones, os resultados da companhia surpreenderam, em especial, pelo sucesso obtido pelo aparelho Galaxy Note. Analistas cogitam maior crescimento para o ano.
"Embarques do Galaxy Note acima do esperado parecem ter elevado o lucro", disse à Reuters Lee Ka-keun, analista da Hana Daetoo Securities. "As vendas aumentarão ainda mais no segundo trimestre, e o lucro do aparelho vai crescer, apesar de um aumento dos custos de marketing relacionados à OlimpÃada de Londres", acrescentou.
Um analista coreano da Kiwoom Securities disse à BBC que, aliado à s vendas de smartphones, o aumento dos preços de chips de memória deve fazer o segundo trimestre da Samsung tão ou mais frutÃfero que o primeiro.
O Galaxy Note, grande causador da surpresa, é um aparelho algo situado entre os smartphones e os tablets, por conta de sua tela de dimensão acima da média --são 5,3 polegadas. Suas vendas desde o anúncio, em outubro do ano passado, já batem 5 milhões de unidades.
No final do ano passado, a gigante sul-coreana ultrapassou a Apple como maior vendedora de smartphones.
A empresa californiana Google planeja lançar no mercado um tablet com sua marca, em uma tentativa de impulsionar as vendas dos dispositivos equipados com sistema operacional Android frente à hegemonia do iPad, informou nesta quinta-feira (29) o "Wall Street Journal".
O produto, que não foi confirmado pelo Google, será vendido por meio da internet da mesma forma que fazem a Apple e a Amazon, segundo fontes do jornal.
Como parte dessa estratégia, o Google colocará sua marca nesses novos tablets, mas delegará a fabricação a seus sócios tecnológicos atuais como Samsung e Asustek --que seria uma das primeiras empresas a lançar um desses dispositivos, embora essa informação também não tenha sido confirmada oficialmente.
O Google deve apresentar a próxima versão de seu sistema operacional para dispositivos móveis, chamada Jelly Bean, no meio deste ano, em um evento que poderia usar também para lançar sua nova loja na internet.
O "Wall Street Journal" indicou ainda que o Google considera a possibilidade de subvencionar parte do custo dos tablets que vender no futuro para competir com a Amazon e seu Kindle Fire, vendido a US$ 199, quase a metade do preço do Samsung Galaxy Tab de sete polegadas.
Não é a primeira vez que o Google tenta vender dispositivos móveis com sua marca. Em 2010, a empresa se associou com a HTC para fabricar o telefone Nexus One, com sistema operacional Android.
Com quase cinco meses de atraso em comparação com a data de lançamento nos EUA e na Europa, a Motorola trouxe o Xoom 2 para o Brasil.
DisponÃvel desde o último dia 15, o tablet compartilha quase todas as especificações com o Xoom 2 Media Editon. Lá fora, eles foram lançados juntos. Aqui, o ME chegou antes, em dezembro de 2011.
Quase tudo é igual: processador, RAM, espaço interno, câmeras, resolução de tela e sistema -o Android 3.2, defasado, por sinal. A Motorola promete atualização para o 4.0 até o fim de setembro.
A diferença óbvia é o tamanho da tela: a do Xoom 2 é igual à do Xoom original, 10,1 polegadas, enquanto o do Xoom ME tem 8,8 polegadas.
O visual de bordas recortados e emborrachadas do ME também foi incorporado. A intenção, bem-sucedida, é conferir mais conforto na hora de manusear o tablet.
Em relação ao primeiro da série, o Xoom 2 é 100 g mais leve e possui o acabamento "splashguard" -tratamento que o torna impermeável, resistente a lÃquidos derramados ou chuva (mas não a um mergulho na piscina).
Entre os recursos de entretenimento, o Xoom 2 grava e reproduz vÃdeos em Full HD, tem saÃda HDMI e emissor de sinal infravermelho, que permite seu uso como um controle remoto universal. Quanto ao som, o Xoom 2 tem dois alto-falantes, um a menos que a versão ME.
O Xoom original chegou ao mercado no inÃcio de 2011 como o antagonista do iPad, apoiado na promessa de rodar o Flash. Mas, com a decadência do plug-in da Adobe e com as tÃmidas vendas do tablet, a imagem de rival do iPad não colou no aparelho.
A solução encontrada pela Motorola para o Xoom 2? Voltar a nova versão do tablet para o mercado corporativo.
O Xoom 2 já vem carregado com ferramentas de produtividade e alto nÃvel de segurança, como suporte aos principais tipos de VPN (redes virtuais privadas) e criptografia de dados, que ajuda a proteger informações financeiras ou confidenciais.
O Motoprint, integrado automaticamente à maioria dos aplicativos, possibilita a impressão sem fio de textos e fotos a partir do tablet.
Há também três aplicativos de videoconferência e um recurso interessante chamado MotoCast, que faz streaming de arquivos multimÃdia do tablet para um PC ou um Mac, sem precisar de nenhuma ferramenta de mÃdia ou cabos. O usuário pode, por exemplo, exibir um vÃdeo simultaneamente na tela do Xoom 2 e na do computador.
A Apple vai aumentar a tela do iPhone para 4,6 polegadas e lançará o próximo modelo por volta do segundo trimestre, noticiou a imprensa sul-coreana, nesta quinta-feira.
O celular inteligente, lançado em 2007, responde por cerca de metade das vendas da Apple.
A fabricante decidiu pela tela maior para a próxima versão e começou a fazer as encomendas aos fornecedores, segundo o "Maeil Business Newspaper", que citou uma fonte da indústria.
LG Display e Samsung Electronics são grandes fornecedoras de telas à Apple e se negaram a comentar o assunto.
A Samsung, ela própria uma grande concorrente da Apple no mercado de smartphones, já usa tela OLED de 4,6 polegadas no celular Galaxy S II, lançado em abril do ano passado.
O browser Chrome, do Google, superou o Internet Explorer, da Microsoft, e se tornou o lÃder global pela primeira vez no último domingo, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela empresa StatCounter.
"Apesar de ter acontecido em apenas um dia, isso é um marco", disse Aodhan Cullen, presidente-executivo da StatCounter. "Nos finais de semana, quando as pessoas estão livres para escolher que browser querem usar, muitas delas estão selecionando o Chrome em vez do IE."
Em 18 de março, o Chrome teve um Ãndice de utilização de 32,7%, enquanto o IE teve participação de 32,5%. Quando as pessoas retornaram ao trabalho na segunda-feira, a fatia do IE cresceu para 35% e a do Chrome recuou para 30%.
"Ainda não está claro se o Chrome poderá assumir a liderança na guerra de browsers no longo prazo, entretanto, a tendência em direção ao uso do Chrome no fim de semana é inegável", disse Cullen.
Em termos mensais, a participação do Chrome subiu para 31% em março até agora ante 17% um ano atrás. Enquanto isso, o IE recuou de 45% para 35%.
A participação de mercado do Firefox, que é popular na Europa, é de cerca de 25% no mundo.
O browser Safari, da Apple, está em um distante quarto lugar, com participação de 7% e o Opera aparece em seguida, com 2%.
As estatÃsticas da StatCounter são baseadas em dados agregados de mais de 3 milhões de sites, com uma amostra de mais de 15 bilhões de visualizações de páginas por mês.










