Notícias na Santa Ifigênia

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iPhone 5 será o primeiro grande teste para a Apple pós-Jobs

Prepare-se para o maior dos lançamentos.

Foi essa a mensagem que a Apple enviou no começo da semana passada. As vendas do iPhone 4S já começaram a cair; a chegada do iPhone 5 representará o primeiro teste real para os sucessores de Steve Jobs.

Até sob os exigentes padrões da Apple, será um lançamento grandioso. É difícil exagerar a importância desse aparelho para a mais valiosa empresa do mundo. Se as vendas do quarto trimestre registrarem mesmo os relativamente modestos 20% de crescimento que hoje em dia caracterizam um mau trimestre para a Apple, o iPhone 5, que chegará no fim do ano, registraria vendas de US$ 30 bilhões no quarto trimestre.

Isso equivale às vendas totais da IBM no quarto trimestre de 2011, sempre um dos períodos mais fortes para o seu desempenho.

A volatilidade que surgiu no ciclo de vendas do iPhone, revelada no mais recente balanço da Apple, divulgado na semana passada, demonstra que gerir o mais bem-sucedido produto de consumo global se tornou um desafio muito difícil.

As vendas do iPhone subiram 120% no último trimestre de 2011, depois que um novo modelo foi lançado. Na sequência, caíram 7% no primeiro trimestre e 30% no segundo trimestre de 2012. O fato de o mais recente recuo nas vendas equivaler a US$ 6 bilhões de queda de receita oferece uma indicação sobre o efeito montanha-russa que o ciclo de produto do iPhone enfrenta.

O principal argumento de venda do iPhone nunca esteve em especificações técnicas revolucionárias, mas, por oferecer poucas mudanças em seu mais recente modelo, surgiu o risco de o mercado considerar que a Apple precisa recuperar o atraso. Os tamanhos das telas dos celulares inteligentes vêm crescendo, e a Samsung se posicionou como líder tecnológica da categoria.

A vantagem intrínseca oferecida pela App Store continua significativa, mas a Apple enfrenta desafios por atrair a atenção com suas novas invenções a cada geração do iPhone. Os aplicativos que deveriam ter bancado o sucesso das duas mais recentes versões --o programa de videoconferência Face Time e o sistema Siri de orientação por voz-- continuam a ser apenas truques interessantes e não conseguiram se tornar utilitários essenciais.

O novo serviço de mapeamento da Apple será ingrediente essencial nos futuros iPhones, mas dificilmente será visto como diferenciador.

Realizar o maior lançamento da história da empresa é apenas uma parte do ato de equilibrismo que Tim Cook e os demais integrantes da equipe de gestão mais respeitada do setor de tecnologia terão de enfrentar neste final de ano.

O segundo desafio será provar que são capazes de expandir o mercado do iPhone e do iPad e que não se deixarão apanhar na armadilha do preço alto. Isso envolverá adotar preços menores sem com isso prejudicar as margens de lucro.

É uma situação que começa a causar inquietação em Wall Street. Dos 47,4% que mantinha no começo do ano, a Apple agora prevê que sua margem de lucro bruta cairá a 38,5% neste trimestre, nível que detinha dois anos atrás. Os preços médios de venda do iPhone e do iPad caíram em média 4% no trimestre mais recente.

Com a transferência do crescimento aos emergentes e a novas oportunidades nos países desenvolvidos, como educação, as decisões de preço começam a ganhar grande importância.

A estratégia que a Apple adotou difere da que escolheu para o iPod. Aquele aparelho se tornou um exemplo de segmentação efetiva, já que permitira que a companhia dominasse todas as porções do mercado.

No caso do iPhone e do iPad, o caminho escolhido foi outro, e a Apple resiste a diluir os produtos; em lugar disso, oferece os modelos mais antigos a preços mais baixos.

O desafio para a Apple vem sendo administrar tudo isso sem abandonar um sistema de formação de preços que permite que rivais entrem e conquistem fatias generosas de um mercado em expansão.

O momento em que Cook terá de provar que sua empresa merece a liderança do novo setor de computadores acionados por comandos de tela e celulares inteligentes se aproxima rapidamente. Como sempre acontece com a Apple, as hipérboles devem ser ensurdecedoras.

RICHARD WATERS é editor executivo do "Financial Times" na costa oeste dos EUA.

Tradução de PAULO MIGLIACCI

(Fonte: RICHARD WATERS DO "FINANCIAL TIMES") - 14/08/2012
Com ajuda do governo de SP, Lenovo quer dobrar vendas no país

A Lenovo, fabricante chinesa de computadores, quer que sua participação no mercado brasileiro dobre com a fábrica que vai construir em Itu (101 km de São Paulo). A estimativa é que as operações comecem já em dezembro deste ano.

A empresa assinou memorando para instalação de uma fábrica e um centro de distribuição no interior de São Paulo em evento no Palácio dos Bandeirantes (sede do governo do Estado de São Paulo) na quinta.

A intenção da companhia é dobrar a participação no mercado brasileiro e se tornar o maior produtor de computadores do país, disse o presidente da empresa no país, Dan Stone, ao governador do Estado, Geraldo Alckmin.

Loja da fabricante chinesa de computadores Lenovo em Xangai

O documento assinado estabelece que a empresa investirá US$ 30 milhões no empreendimento, que produzirá e distribuirá diversos modelos de computadores pessoais.

Segundo a empresa, serão gerados cerca de 700 empregos diretos quando as unidades estiverem em pleno funcionamento, daqui a dois anos.

A fábrica da Lenovo vai produzir uma "linha completa" de computadores comerciais e de consumo para os clientes no país, permitindo à empresa "expandir significativamente o seu portfólio de produtos no Brasil e fortalecer a sua competitividade em preços", diz a empresa, "ao mesmo tempo em que minimizará o tempo de entrega dos produtos".

BENEFÍCIOS À LENOVO

Como contrapartida, o governo do Estado, por meio da Investe São Paulo (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), vai prestar serviços gratuitos de assessoria ambiental, tributária e de infraestrutura para a Lenovo.

Segundo a assessoria de imprensa da agência, órgão do governo estadual ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, a Investe SP será responsável por realizar toda a articulação necessária com órgãos públicos e privados.

O presidente da agência, Luciano Almeida, disse em nota que o Estado possibilita às empresas que produzem determinados bens e equipamentos de informática se beneficiar com a desoneração total do ICMS, imposto estadual.


(Fonte: DE SÃO PAULO ) - 15/07/2012
Vendido a US$ 199, tablet Nexus 7, do Google, custa US$ 159 para fabricar

Os materiais usados na versão de 8 Gbytes do tablet Nexus 7, recém-lançado pelo Google, custam, somados, US$ 152, segundo um estudo da IHS iSuppli, citado pelo site " AllThingsD".

O preço de varejo que o Google sugere para o tablet nos Estados Unidos é de US$ 199, US$ 47 a mais do que esse valor. Considerando também o preço da mão-de-obra, o tablet custa US$ 7,50 a mais para fabricar: US$ 159.

O valor de fabricação da versão de 16 Gbytes, que tem preço sugerido de US$ 249 --US$ 50 a mais do que o da versão com espaço interno menor--, é de US$ 166,75 no total.

O Kindle Fire, tablet de 8 Gbytes da Amazon que é o concorrente mais direto do Nexus 7, é fabricado a um custo total (com mão-de-obra) de US$ 139,80 e vendido a US$ 199.


(Fonte: COLABORAÇÃO PARA A FOLHA ) - 15/07/2012
Empresa lança serviço para dividir compras online em vários meios de pagamento

MundiPagg diz que tecnologia pode ajudar a trazer mais pessoas para o e-commerce, além de ajudar quem tem pouco limite em um cartão de crédito, por exemplo

A MundiPagg – empresa que oferece soluções em meios de pagamento online – anunciou o lançamento de uma plataforma que permite dividir o valor da mesma compra em diversos meios de pagamento. “Esta tecnologia ajuda principalmente os consumidores com pouco limite no cartão de crédito”, diz Verena Stukart, co-fundadora da MundiPagg. Numa compra de 500 reais, por exemplo, o consumidor poderá pagar 200 reais em um cartão de crédito, 150 reais em outro e 150 reais no boleto bancário.

Verena acredita que a facilidade pode trazer mais pessoas para o comércio eletrônico. De acordo com números do E-bit, no ano passado, mais de 32 milhões de consumidores brasileiros compraram ao menos uma vez em sites de e-commerce. Destes, 9 milhões realizaram sua primeira compra online, sendo mais da metade (61%) da classe C. O estudo ainda mostra que a receita gerada pelo e-commerce no Brasil chegou a 18,7 bilhões de reais em 2011 com expectativa de crescimento de 25 % este ano.

A empresa afirma ter a meta de conquistar de 30% a 40% do mercado de pagamentos online até o final de 2012, e espera movimentar mais de R$ 1 bilhão em transações já nos próximos meses.

(Fonte: Da redação) - 08/07/2012
Ouya é projeto de videogame com Android e jogos gratuitos

A ideia parece boa: um console de videogame livre, que custará apenas US$ 99, equipado com sistema Android, feito para ser modificado pelos usuários e que só tem jogos gratuitos.

Batizado de Ouya, o projeto é bem distinto dos produtos que temos hoje disponíveis no mercado.

O videogame terá o hardware “pronto para ser hackeado”. Quem comprar o Ouya ganhará um dev kit para poder modificar o console da maneira que quiser. Qualquer desenvolvedor poderá publicar jogos na plataforma –a única exigência é que sejam gratuitos.

O projeto conta com uma equipe de respeito: Yves Béhar, designer e um dos responsáveis pelo One Laptop Per Child; Muffi Ghadiali, que trabalhou na equipe que criou o Kindle; Ed Fries, veterano da indústria dos games e um dos responsáveis por dar vida à primeira versão do videogame da Microsoft, o Xbox, e Julie Uhrman, do site IGN, são alguns dos nomes envolvidos.

(Fonte: POR Alexandre Orrico) - 08/07/2012
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.