O Xperia Z Ultra é mais uma iniciativa da Sony para tentar pegar um pedaço de nichos dominados pela Samsung no mercado de smartphones --no último ano, a empresa japonesa expandiu seu portfólio de três para seis modelos.
O "phablet" (híbrido de tablet e telefone) Z Ultra é o sétimo, e mais dois devem ser lançados até o fim de 2013.
À prova dágua, o Xperia Z Ultra tem duas grandes placas planas de vidro temperado (na frente e atrás), com as laterais feitas em metal. O resultado é um acabamento elegante, mas um celular que, também por suas dimensões, fica escorregadio.
O tamanho, como em outros híbridos, torna a experiência de fazer ligações desconfortável e potencialmente embaraçosa.
O maior destaque é sua tela Full HD de 6,4 polegadas, mas o resto do hardware também é potente: vem com processador Snapdragon 800, topo de linha da Qualcomm, e 2 Gbytes de RAM.
Nos testes da Folha, a navegação se mostrou ágil, e o celular executou com tranquilidade jogos pesados e vídeos em alta resolução.
Sua câmera, por outro lado, deixa a desejar. Além de tirar fotos pouco definidas e com ruído (mesmo quando a iluminação não é ruim), o app criado pela Sony é desnecessariamente complicado.
Como a maioria das fabricantes, a empresa opta por modificar o Android "puro" para integrar o smartphone a outros produtos da marca e se diferenciar da concorrência -mas, como outras, erra nas alterações.
Além do app de foto, um exemplo malsucedido é a confusa interface para exibir os aplicativos instalados, que oferece cinco modos diferentes de organizá-los e dificulta sua desinstalação.
O celular ainda é cheio de aplicativos embarcados que não podem ser removidos, boa parte dispensáveis e alguns completamente inúteis, como o "Campo Sony", na verdade um atalho para uma campanha publicitária.
De resto, o Xperia Z Ultra traz recursos interessantes, como TV digital e a possibilidade de usar qualquer caneta de ponta metálica ou lápis para escrever e desenhar na tela do celular.
O "phablet" tem desempenho e acabamento superiores ao de concorrentes, como o Asus Fonepad e o Galaxy Note 2, mas cobra por isso.
Com lançamento previsto para outubro e sem preço exato definido no Brasil, o aparelho ficará, segundo a Sony, acima dos R$ 2.000.DE SÃO PAULO
IFA 2013 O Galaxy Note 3 e o Galaxy Gear, os lançamentos mais badalados da Samsung na IFA na atual edição da IFA, chegarão ao Brasil no início de outubro. Em 149 países do mundo, o lançamento será no próximo dia 25.
Os preços ainda não foram definidos. O certo é que o Gear, que custará US$ 299 nos EUA, não deve chegar por um preço tão baixo. "É um aparelho pequeno com uma grande densidade de componentes pequenos e sofisticados, o que aumenta o preço", diz Roberto Soboll, diretor de produto da área de telecom da Samsung.
O preço alto ocorrerá mesmo com o relógio tendo produção no Brasil. Ele será vendido por operadoras e varejistas.
O Note 3 também deve ocupar a faixa de preços mais alta da empresa, pois o aparelho, em termos tecnológicos, é o novo topo de linha da empresa. Ele chegará apenas na versão 4G ao país.
Já o Galaxy Note 10.1 edição 2014 chega ao país no final de outubro. O preço também não foi revelado.
A Microsoft está negociando com o Foursquare sobre um possível investimento na rede social, informou uma agência de notícias na quinta-feira (29).
As negociações estão em estágio avançado, mas o Foursquare está também discutindo o assunto com outros potenciais sócios, segundo a Bloomberg.
"Isso cai diretamente na categoria "rumores e especulação", afirmou o porta-voz do Foursquare, Brendan Lewis. Um representante da Microsoft se recusou a comentar o assunto.
O Foursquare era uma das principais redes sociais da indústria há três anos. Mas o setor passou a enfrentar maior pressão do mercado depois da oferta pública inicial do Facebook.
A companhia já levantou um total de US$ 112 milhões em recursos, incluindo US$ 41 milhões em dívida conversível em uma rodada ocorrida em abril.
A Cube é a primeira impressora 3D voltada para o grande público a ser vendida em uma loja de varejo no Brasil.
Assim como outros modelos que ainda não chegaram por aqui --o mais famoso é a MakerBot-- seu apelo é ser acessível, tanto técnica quanto financeiramente. Em outras palavras, é para ser uma impressora fácil de usar e barata (ao menos para o padrão das outras impressoras 3D).
Relativamente compacta, a Cube é feita em plástico, mas sua construção é sólida. Ela é operada por meio de uma pequena tela LCD sensível a toque, que é rudimentar (funciona por pressão e é monocromática), mas não compromete a experiência de uso.
O modelo testado pela Folha veio acompanhado de um pen drive com alguns desenhos prontos para impressão. Nesse caso, o processo é simples: basta conectar o dispositivo à impressora, escolher o modelo e imprimir.
Já se o usuário não quiser se limitar aos modelos da fabricante, é preciso usar um software (incluso) para adaptar modelos 3D baixados de outros lugares, como o rico site Thingiverse.
A Robtec Cube, impressora 3D que custa R$ 6.700 no Brasil, e os objetos impressos no teste
O Cube Software, disponível para Windows e OS X, aceita arquivos STL, o mais comum para arquivos 3D, e é bastante simples de operar. Alguns poucos cliques e o usuário já pode mandar um arquivo para ser impresso (por conexão wi-fi ou por um pen drive).
Algumas configurações mais escondidas, porém, podem ser determinantes na qualidade final da impressão. Outro ponto negativo é sua seção de ajuda, que, na verdade, é um link para um extenso e confuso arquivo PDF.
A impressora não é muito precisa e, embora consiga lidar tranquilamente com objetos simples, curvas delicadas e encaixes costumam ser um problema.
Por enquanto, esqueça o sonho de imprimir qualquer coisa que sair da sua cabeça.
BRINQUEDO CARO
Para a maioria das pessoas, a Cube e outras impressoras "acessíveis" devem ser muito mais um brinquedo caro do que um instrumento útil.
Fabricado pela americana 3D Systems, o aparelho custa US$ 1.399 nos EUA e está disponível no Brasil por R$ 6.690, vendido pela Saraiva.
A Cube aceita dois tipos de plástico como matéria-prima, ABS e PLA. "Cartuchos" de ambos são vendidos pela Saraiva por R$ 280 cada, em 8 cores diferentes.
O tempo de impressão varia de acordo com a complexidade do modelo. Dentre os fotografados, o chaveiro de caveira foi o mais rápido a ser impresso --demorou 20 minutos-- e a réplica da Torre Eiffel foi o mais demorado --demorou 7h30.
Nos testes da Folha, imprimimos todos os objetos acima, com bem menos plástico do que metade de um cartucho.
FICHA TÉCNICA
ONDE saraiva.com
PREÇO R$ 6.690 (cada cartucho sai por R$ 280)
PESO 4,3 kg (sem cartucho)
DIMENSÕES 25 cm x 32 cm x 28 cm
SISTEMAS compatível com Windows (a partir do XP) e Mac (Mountain Lion)
+ relativamente fácil de usar; recebe arquivos por wi-fi
- impressão pode ser imprecisa; preço ainda é alto
O Facebook entrou na terça-feira (30) no negócio dos jogos para plataformas móveis, oferecendo aos programadores a possibilidade de tornar globais alguns títulos para smartphones ou tablets em troca de parte das receitas.
A rede social anunciou o programa piloto Facebook Mobile Games Publishing, em que trabalhará com pequenos ou médios programadores para promover seus jogos na comunidade on-line.
"Há muitos desenvolvedores de jogos móveis incríveis que ainda não contam com os recursos iniciais para uma estratégia de pagamento e queremos ajudar-lhes a encontrar um caminho para o sucesso", disse o engenheiro de software do Facebook, Victor Medeiros, em um blog.
Mais de 800 milhões de membros da rede social usam os aplicativos móveis do Facebook e 260 milhões dessas pessoas utilizam os jogos, segundo Medeiros.
O Facebook fixou como prioridade seguir os bilhões de membros que visitam a rede social com seus smartphones e tablets, assim como encontrar formas de ganhar dinheiro a partir desse tipo de receita.
Junto com os anúncios para telefones móveis em forma de mensagens "promovidos", Facebook cobra uma comissão por conseguir que seus membros instalem aplicativos feitos por desenvolvedores externos.
As ações do Facebook subiram a novos máximos desde que a companhia com sede na Califórnia registrou, na semana passada, lucro trimestral com receitas móveis crescentes, que alguns analistas consideram um ponto de virada para o gigante das redes sociais.










