As vendas do iPad Air começaram nesta sexta-feira no Brasil, conforme informado pela Apple. Mas a empresa guardou uma surpresa para seus fãs. Juntamente com o tablet maior, chega ao País nesta sexta-feira a nova versão do iPad Mini, tablet com tela de 7,85 polegadas.
O iPad Mini está sendo vendido no site da empresa com preço de R$ 1.499 (versão de 16 GB somente com Wi-Fi). O tablet está disponível também com 32 GB e 64 GB de memória nas cores preto e branco.
O iPad Mini também tem versões com suporte a redes 3G/4G. Essas versões custam a partir de R$ 1.799 (com 16 GB de memória).
A principal diferença do novo iPad Mini em relação a seu antecessor é a tela. A tela do novo iPad Mini é do padrão Retina e tem resolução de 2.048 x 1.536, o dobro da resolução do modelo anterior. O novo iPad Mini também tem um processador mais poderoso, o A7.
iPad Air
"Irmão maior" do iPad Mini, o iPad Air chega ao Brasil com preços a partir de R$ 1.749 (versão de 16 GB só com Wi-Fi). As versões com 3G/4G do iPad Air custam a partir de R$ 2.049 (16 GB). Assim como o Mini, o iPad Air tem versões com 16 GB, 32 GB e 64 GB.
Videogame chega ao Brasil pelo preço mais alto cobrado pelo console em todo o mundo; lojas dizem que procura foi satisfatória
SÃO PAULO – O PlayStation 4 começou a ser vendido no País nesta sexta-feira, 29, por R$ 4 mil. Apesar do alto preço, o aparelho teve boa recepção, segundo os varejistas.
A fabricante Sony não divulgou números oficiais sobre o primeiro dia de vendas no Brasil. Mas procuradas pela reportagem, as lojas da Sony, Fnac e do Magazine Luiza afirmaram que estavam prestes a esgotar seus estoques.
Já a rede de lojas UZ Games, maior do País no setor de videogames, diz não ter recebido o console para vendas. Nenhuma das lojas consultadas havia recebido jogos para o PS4.
Procurada, a Sony disse que faria distribuição “coerente com a demanda estimada para o PS4”, e disse que os jogos chegarão em breve às lojas por R$ 179.
O preço do console provocou polêmica ao ser divulgado em setembro. Na época, a Sony alegou que o valor se deve à tributação sobre a importação do PS4. Porém, o Link apurou que havia distorções em planilha divulgada pela empresa, com o imposto sendo calculado sobre a margem de lucro.
Em entrevista, Mark Stanley, diretor da Sony na América Latina, disse que a empresa perdia dinheiro com a venda do PS4 a R$ 4 mil. Para reduzir o preço, a companhia pretende fabricar o console no País a partir de 2014.
Competem com o PS4 o Xbox One, da Microsoft, que custa R$ 2,3 mil, e o Wii U, da Nintendo, vendido a R$ 1,9 mil.
As ações do Twitter chegaram a subir 92% em seu primeiro dia de negociação na Bolsa de Nova York, nesta quinta-feira, com os investidores arrematando os papéis da rede de microblogs em um frenesi que lembrou os dias da bolha da internet, a qual estourou em 2000.
As ações abriram a US$ 45,10 cada, bem acima do preço de US$ 26 por papel definido na véspera para a oferta pública inicial, chegando a alcançar US$ 50 durante a sessão. No fim, as ações encerraram com valorização de 72,69%, cotadas a US$ 44,90.
O IPO do Twitter foi o maior do setor de tecnologia dos Estados Unidos desde a oferta do Facebook no ano passado, que arrecadou US$ 16 bilhões. A empresa ultrapassou o Google como a segunda maior abertura de capital do segmento em toda a história, arrecadando US$ 1,8 bilhão. A empresa de buscas levantou, em 2004, US$ 1,67 bilhão (veja o gráfico abaixo).
A surpreendente alta do papel, contudo, não foi suficiente para garantir ganhos à bolsa de Nova York. O Dow Jones teve a sua maior queda em pontos em um mês. O recuo foi de 0,97% (152,9 pontos), a 15.593 pontos.
Logo após o início do pregão, as ações do Twitter chegaram a ficar uma hora e vinte minutos em leilão, por conta da forte disputa para estabelecer a cotação inicial. Fontes disseram que a operação teve forte demanda, com os investidores pedindo 30 vezes o número de ações ofertadas, em uma aposta no potencial de crescimento da deficitária empresa de mídia social.
Os fundadores do Twitter tocaram o sino de abertura da NYSE, marcando o início das negociações do papel da empresa. O CEO Dick Costolo disse que após o IPO o objetivo é construir um negócio de longo prazo. Em Wall Street, no prédio sede da NYSE, uma enorme bandeira azul, com o pássaro símbolo do Twitter, foi colocada na fachada.
O preço de abertura valorizou as ações em cerca de 22 vezes a previsão de vendas para 2014, quase o dobro do múltiplo apresentado por rivais como Facebook e LinkedIn. Incluindo ações restritas e outros papeis que podem ser exercidos nos próximos meses, o valor de mercado da empresa ultrapassou US$ 28 bilhões.
O Twitter conta com 230 milhões de usuários no mundo, incluindo chefes de Estado e celebridades, mas registrou um prejuízo de US$ 65 milhões de dólares no último trimestre, com questões sobre suas perspectivas no longo prazo ainda em aberto.
O Brasil terminou o mês de outubro com 269,9 milhões de linhas de celulares ativas. No mês passado, houve um acréscimo de 1,6 milhão de linhas em relação a setembro. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta terça-feira, 19.
Pré ou pós? Do total, segundo a Anatel, fatia de 212,1 milhões (78,5%) era de acessos pré-pagos e 57,8 milhões (21,4%), pós-pagos. Já a banda larga móvel totalizou 92,6 milhões de acessos, dos quais somente 730 mil eram 4G.
A Vivo é a líder em acessos móveis, com 77,3 milhões e 28,67% de participação. Em seguida, está a TIM, com 73,1 milhões e 27,11%. Em terceiro lugar ficou a Claro, com 67,9 milhões e 25,16%. A Oi ocupou a quarta posição, com 50,1 milhões de acessos móveis e 18,56% do mercado.
Tipos de tecnologia. O acesso GSM (ou 2G) está presente em 169 milhões de celulares e tem participação de 62,65% no total de linhas. Em segundo lugar está o WCDMA (ou 3G), com 84,8 milhões e 31,44%. Em seguida, aparecem terminais de dados M2M, que são as máquinas de cartões de crédito e débito, com 8,1 milhões e 3,03%; terminais de dados banda larga, com 7 milhões e 2,61%; LTE (ou tecnologia 4G), com 730,5 mil e 0,27%; e CDMA (tecnologia usada em celular e GPS), com 20,8 mil e 0,01%.
Depois de perder uso exclusivo sobre marca, empresa brasileira lança smartphone no mesmo dia que irmão mais famoso
SÃO PAULO – No mesmo dia em que a Apple traz ao Brasil seus novos modelos de smartphones, os iPhones 5S e 5C, a brasileira Gradiente aproveita para lançar o seu IPHONE C600, que começa hoje sua pré-venda para 4 mil clientes cadastrados em seu site. O celular chega ao mercado do País todo no dia 5 de dezembro.
O segundo modelo IPHONE da Gradiente roda em sistema operacional Android, na versão Jelly Bean, tem tela de cinco polegadas com resolução HD eprocessador de 1,4 GHz, contando com 8GB de memória interna e espaço para cartão de memória, além de câmera traseira (13 MP) e frontal (2 MP). Outro diferencial do aparelho é possuir a tecnologia dual-chip, permitindo ao usuário fazer ligações de dois chips diferentes e até realizar uma conferência entre as linhas.
A intenção da empresa, segundo comunicado divulgado à imprensa nesta sexta-feira, é de usar o C600 como primeiro passo para conquistar 10% de market share do mercado de smartphones do País.No mesmo comunicado, a Gradiente diz que o seu lançamento está pronto para competir com os melhores celulares do momento, incluindo seu homônimo da Apple.
Disputa por marca
O lançamento acontece dois meses depois da Gradiente perder na Justiça o direito do uso exclusivo sobre o nome “iphone” no Brasil. Segundo decisão da 2ª divisão do Tribunal Regional Federal (TRF-2), do Rio de Janeiro, a empresa tem de dividir o direito sobre a marca com a Apple, apesar de tê-la registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em 2000 e ter recebido a aprovação de seu uso em 2008.
De acordo com o juiz Eduardo André Brandão de Brito Fernandes, a Apple também tem direito sobre a marca, uma vez que seu produto é internacionalmente conhecido e possui registros em outros países.
Em fevereiro, a Apple havia perdido o direito de usar o nome iPhone para smartphones no Brasil, após decisão do INPI que levou em conta o registro da Gradiente. Uma proposta da Apple para a compra dos direitos do nome foi recusada pela empresa brasileira no meio de 2013.










