A GoPro lançará em 2015 drones para consumidores, pessoas comuns. De acordo com o The Wall Street Journal, as aeronaves não tripuladas devem sair entre US$ 500 e US$ 1.000.
Com isso, a companhia deve expandir seu portfólio além das câmeras de ação, famosa entre os praticantes de esportes radicais. Os novos gadgets da companhia americana devem entrar na categoria de helicópteros com motores múltiplos portando uma câmera de alta resolução.
A entrada da GoPro no mercado de drones pode encontrar resistência com a chinesa DJI e com a francesa Parrot, que possuem produtos similares e ampla presença entre os consumidores.
No entanto, a forte atuação da GoPro no mercado acionista e a aceitação de suas câmeras Hero pelos usuários, podem colocar a empresa americana como um dos grandes nomes do setor da aviação civil portátil.
Empresa da GoPro Hero4Black, seu último produto, deve lançar drones entre US$ 500 e US$ 1.000
Foto: GoPro / Divulgação
A maioria dos internautas brasileiros planeja gastar mais de R$ 400 na Black Friday deste ano. No próximo dia 28 de novembro, 17% pretendem gastar acima desse valor, enquanto 40% dizem que vão fazer compras que superam R$ 500, segundo pesquisa da Opinion Box e do Mundo do Marketing.
De acordo com o estudo, pelo menos um terço dos internautas brasileiros pretende fazer compras na Black Friday.
Os produtos eletrônicos devem ser os mais procurados, de acordo com 62% dos entrevistados. Em seguida aparecem itens de informática (55%) e eletrodomésticos (50%).
A maioria dos consumidores (58%) pretende comprar o que já tinha planejado por um preço mais barato. Quase todos os internautas entrevistados (95%) disseram que vão monitorar os preços antes de realizar uma compra.
O levantamento indica que 41,4% dos brasileiros já fizeram compras em uma edição da Black Friday, sendo que a internet foi o canal escolhido por 75% dos entrevistados. A pesquisa também aponta que 57% já enfrentaram algum tipo de problema com compras na data.
O estudo foi realizado com 1.016 internautas de todas as regiões do Brasil.
Consumidores em loja participante da Black Friday nos Estados Unidos
Foto: AP
Na próxima sexta-feira os novos modelos dos celulares iPhone serão lançado oficialmente no Brasil, e como o preço do aparelho ficou bem acima da média do mercado – R$ 3.199 para o iPhone 6 e R$ 3.599 para o iPhone 6 Plus – as lojas Fnac, iPlace e MyPlace vão aceitar celulares e tablets antigos como forma de pagamento com descontos que podem variar de R$ 110 a R$ 1.200.
A série de descontos é inspirado no programa “Buyback” da Apple nos Estados Unidos, para manter o consumidor atualizado com as novas tecnologias da empresa, e tem a parceria da americana Brightstar.
O smartphone que mais vale na compra é o iPhone 5s de 64 GB, avaliado em R$ 1,2 mil – caso o estado físico do equipamento esteja em boas condições e funcionando. Vale ressaltar que não apenas produtos da Apple são aceitos na compra dos novos iPhones.
As lojas iPlace devem começar a vender o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus às 00h desta sexta-feira em cinco capitais brasileira.
São elas: Porto Alegre (Shopping Iguatemi), Fortaleza (Shopping Iguatemi), São Paulo (Shopping Eldorado) e Belo Horizonte (Pátio Savassi). As outras lojas da rede, que também engloba a marca MyStore, começarão a venda no horário comercial.
Entre as operadoras, Vivo, Tim e Claro também farão o lançamentos dos novos smartphones da Apple nesta madrugada no Shopping Eldorado.
Já a Oi também fará a promoção dos novos smartphones Apple na madrugada no Shopping Eldorado na capital paulista, e no Shopping Leblon na cidade do Rio de Janeiro.
A Fnac, por sua vez, começará a venda dos iPhones 6 e iPhones 6 Plus às 8h nas lojas do Shopping Morumbi, Barra-RJ, Paulista e Pinheiros.
A opção mais cara do iPhone 6 Plus, com 128 GB de capacidade de armazenamento, sairá por R$ 4.399 no Brasil
Foto: Reprodução
A Volvo e a Ericsson apresentaram para a imprensa pela primeira vez sua nova linha de carros na última quarta-feira. Os carros são completamente conectados, não apenas à internet, mas a um ecossistema em um servidor na nuvem, que permite a eles conversar entre si, sem intervenção do motorista.
“Todos os nossos carros são conectados. Quando conectados à nuvem eles trazem mais vantagem para o motorista e para as pessoas ao redor, além de mais segurança”, afirmou Klas Bendrik, diretor de finanças da Volvo, empresa sueca que é conhecida por ter os carros mais seguros do mundo.
Volvo XC60, um dos novos carros conectados
Foto: Henrique Medeiros / Terra
Os carros tem conexão via aplicativos de internet, comércio eletrônico, mídias sociais, serviços, aplicativos internos no carro e conversam com os apps do dono, como o Waze.
“Hoje estar conectado no carro não é apenas estar conectado no automóvel, mas também no celular”, completa Bendrik. “O carro é importante, mas o indivíduo, o motorista também é importante. Nós desenvolvemos este ecossistema para os motoristas usarem”.
Charlotta Sund, diretora da Europa do Norte e Ásia para a Ericsson: "hoje, não existe nada mais móvel que o carro"
Foto: Henrique Medeiros / Terra
Charlotta Sund, diretora da divisão da Europa do Norte e Ásia da Ericsson, afirma que a Ericsson está voltando para onde começou. “Nós estamos trabalhando com mobilidade e tecnologia. Hoje, não existe nada mais móvel que o carro”, disse a executiva, que explica que o mesmo ecossistema está sendo usado pela companhia de transporte marítimo Marsk, para controlar suas cargas e a temperatura delas.
Questionado se criar este ecossistema para a Volvo, colocaria a Ericsson em disputa com o Google e Apple, que possuem seus próprios apps para carros, Charlotta afirma que na verdade une dois mundos, “tecnologia e telecomunicações”, algo que as empresas americanas não conseguiriam.
“Não é sobre a Volvo e carros, é sobre ecossistemas”, afirmou a executiva. “Nós temos uma lacuna (de crescimento móvel). Pois os benefícios estão expandindo. Tanto que estamos trabalhando com tecnologia e outras companhias”.
O jornalista viajou a convite da Ericsson.
A Microsoft lançou a sua pulseira inteligente, a Microsoft Band. Após muitos boatos sobre o primeiro wearable da companhia de Bill Gates, se seria um relógio ou smartband, a empresa trouxe o gadget junto com a plataforma Microsoft Health, para controlar a saúde do usuário.
A smartband da Microsoft custará US$ 199 nos EUA e funciona com qualquer smartphone ou tablet que possua sistema iOS, Android ou Windows Phone.
A Microsoft Band consegue guiar os usuários em exames, monitora o batimento cardíaco por 24 horas, monitora o sono e mostra as rotas percorridas ao correr, pedalar ou fazer montanhismo por GPS.
A pulseira inteligente também consegue mostrar conteúdo de e-mails, alertas da agenda, definir hora e alarme.
Além de possuir interação com o Cortana (sistema de auxílio pessoal da Microsoft) para enviar mensagens de texto, avisar sobre ligações telefônicas e notificações dos últimos tuítes e posts do Facebook – se estiver usando o Windows Phone 8.1.
O novo device da Microsoft ainda consegue interagir com outros aplicativos de empresas, como a rede de cafeterias Starbucks e as academias Gold’s Gym.










