Lista traz títulos sobre pornografia on-line, Bitcoin, impressão 3D, grupos hacktivistas, videogames e privacidade.
A tecnologia está cada vez mais presente na vida de todos nós, seja pelos quase obrigatórios smartphones, pelos cada vez mais modernos videogames ou pelas redes sociais.
Pensando nisso, separamos 15 documentários interessantes sobre tecnologia disponíveis no Netflix Brasil.
A lista traz filmes sobre impressão 3D, programação, estrelas do mercado de TI, pornografia na web, videogames, vício em Internet, e (falta de?) privacidade nesses tempos modernos.
Confira a lista abaixo e deixe suas sugestões nos comentários:
Eis os Delírios do Mundo Conectado
Code Girl
Steve Jobs: The Lost Interview
APEX
Indie Game: Life After
Hot Girls Wanted: Turned On
Pornocracy
The Thread
Gringo
Atari
Banking on Bitcoin
Print the Legend
Video Games: The Movie
Indie Game: The Movie
We Are Legion: The Story of Hacktivists
Ainda em fase de testes, funcionalidade pode ser uma boa notícia para quem não aguenta mais ter de ficar silenciando sempre os mesmos sites no navegador.
Boa notícia: o Google permitirá em breve que os usuários do seu navegador Chrome silenciem as abas de diferentes sites de maneira permanente.
Como destacado pelo The Verge, atualmente já é possível silenciar uma no Chrome ao clicar sobre ela. No entanto, a
escolha do usuário é cancelada assim que essa aba é fechada. Com o novo recurso, será possível silenciar determinadas páginas para sempre – ou até você mudar de ideia pelo menos.
Ainda em fase de testes e disponível apenas na versão experimental do browser do Google, chamada de Canary, a novidade foi descoberta pelo site especializado Android Police.
Segundo o engenheiro do Google, François Beaufort, a empresa de Mountain View ainda está fazendo experiências com “uma configuração para colocar e tirar do mudo um site diretamente a partir da bolha Informações da Página”.
Entre os ataques realizado por Yu Pingan, de 36 anos, estaria a rede de computadores do Escritório de Gestão de Pessoal do governo americano, que abriga informações de todos os funcionários federais
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou o chinês Yu Pingan, de 36 anos, de conspirar com outros dois conterrâneos para piratear as redes de três empresas norte-americanas, cujos nome não foram revelados.
Yu foi acusado de usar, entre outras ferramentas de hacking, código malicioso que mais tarde foi usado em um ataque contra a rede de computadores do Escritório de Gestão de Pessoal do governo americano, que abriga informações de todos os
funcionários federais e sobre dezenas de milhares de trabalhadores que solicitam autorizações de documentos ultrassecretos. Além disso, ele teria violado uma série de companhias, incluindo a Anthem, uma das maiores empresas de seguro
saúde dos EUA.
O caso é a primeira acusação formal contra um chinês, desde que em 2015 o presidente Barack Obama e o presidente Xi Jinping da China firmaram um acordo para troca de informações sobre roubo de segredos comerciais industriais. À época,
Obama advertiu Xi Jinping que os Estados Unidos puniriam os criminosos com a aplicação da lei tradicional e poderia recorrer a sanções contra o país asiático.
A ação, impetrada na terça-feira, 22, desta semana em um tribunal federal de San Diego, na Califórnia, não revelou o nome das empresas vítimas do ciberataque, mas disse que elas tinham sede em Los Angeles, São Diego e Massachusetts,
segundo o jornal The New York Times.
Yu foi acusado de usar o software malicioso conhecido como Sakula, descoberto em dezembro de 2012. O FBI havia identificado o uso do malware apenas em novembro de 2012, sugerindo que o chinês faz parte de um pequeno grupo de hackers que
usam esse código malicioso. O Sakula foi detectado depois em uma série de outros ataques cibernéticos contra computadores do governo dos EUA. A mesma técnica foi usada pelos hackers chineses nos ataques a Anthem e outras seguradoras de
saúde.
Yu foi preso segunda-feira, 21, no Aeroporto Internacional de Los Angeles e fez sua primeira aparição pública na terça-feira, 22, no Tribunal Federal de San Diego. O chinês, que mora em Xangai, é especialista em segurança de redes e
programação de computadores. Seu advogado disse que ele também era professor de informática.
Processador que pode fazer parte da nona geração da família apareceu sem aviso no site da fabricante, que deve apresentar o Coffee Lake na semana que vem.
Na próxima segunda-feira, 21/8, a Intel planeja revelar a sua oitava geração de processadores. Mas a empresa também pode ter revelado um membro da sua nona geração da família Core: o Ice Lake. Uma breve nota no site da empresa descreve a
nova tecnologia: “A família de processadores Ice Lake é a sucessora da oitava geração da família de processadores Intel Core. Esses processadores utilizam a tecnologia líder de mercado de fabricação de 10+ nanômetros da Intel.”
Por anos, a Intel seguiu com o que chamava de cadência “tique-taque”, lançando um chip com uma nova tecnologia de fabricação e então redesenhando-a para um desempenho mais rápido em torno de uma nova arquitetura. Os chips Broadwell, da
Intel, por exemplo, introduziram a geração de 14 nanômetros em 2014 e 2015, seguidos pela geração Skylake em 2015 e 2016. Mas então a Intel inesperadamente um terceiro chip de 14 nanômetros, o Kaby Lake, e fez planos de lançar um quarto
chip de 14 nanômetros, que deve ser chamado de Coffee Lake, no próximo dia 21 de agosto.
Essa revelação da Intel, no entanto, pula `a frente do roadmap da empresa. Após o Coffee Lake, a Intel deve lançar o chamado Cannon Lake, mais um membro da oitava geração da família Core, e o primeiro chip de 10 nanômetros do seu
roadmap. A posição mais avançada do Ice Lake é indicada pelo sinal de “+” na descrição “10+”: com o Skylake e o Kaby Lake, a Intel começou a usar o sinal “+” como um indicador de que a tecnologia de fabricação tinha sido levemente
refinada para melhorá-la.
O Ice Lake será o primeiro membro da nona geração da família Core? Talvez sim, talvez não. Agora que a Intel aparentemente descartou seu modelo “tique-taque” e começou a combinar redesenhos de processadores com algumas pequenas melhorias
no processo em si, como a Intel chamará o seu próximo chip tornou-se algo levemente irrelevante.
Em comunicado, Mark Zuckerberg revelou que repetirá o que fez em 2015 e irá ficar dois meses com a esposa Priscilla Chan e a nova filha.
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta sexta-feira, 18/8, que vai tirar dois meses de licença partenidade quando sua segunda filha nascer nos próximos meses.
Quando sua primeira filha, Max, nasceu em 2015, Zuckerberg também afastou por dois meses do seu dia-a-dia na rede social para acompanhá-la mais de perto. Por dentro do assunto:
No Twitter Brasil, pais terão 20 semanas de licença paternidade
“Sempre serei grato por ter podido passar tanto tempo com ela nos primeiros meses de sua vida. Nossa nova filha está chegando, e estou planejando tirar dois meses de licença paternidade mais uma vez”, afirmou o executivo em um post no
seu perfil no Facebook nesta sexta, 18/8.
Apesar de não contar com suporte legislativo nos EUA, a licença paternidade é oferecida para todos os funcionários do Facebook. “No Facebook, oferecemos quatro meses de licença maternidade e paternidade porque estudos mostram que quando
pais que trabalham tiram um tempo para ficar com os filhos recém-nascidos, isso é bom para toda a família. E tenho certeza que o escritório continuará aqui quando eu voltar”, explicou Zuckerberg.










