E os 5 melhores modelos do mercado neste ano. Tenha em mente que diferentes componentes devem ser avaliados antes de definir a compra do seu novo computador
Quem quer usar um laptop para jogar, precisa de uma ótima CPU, um chip gráfico que seja poderoso o suficiente para entregar os jogos como os desenvolvedores pretendem, RAM suficiente para manter os
aplicativos armazenados na memória, unidades de armazenamento de alta capacidade para armazenar jogos e outros arquivos, uma tela com tamanho considerável e resolução decente e, claro, um bom
chassi para suportar todos esses componentes.
Qual processador é melhor?
Os processadores da série Core, da Intel, da sétima geração (codinome: Kaby Lake) são adequados para a tarefa de CPU, mas a oitava geração (codinome: Coffee Lake) é ainda mais eficiente em termos
de energia e também fornece um aumento no desempenho.
Qual placa de vídeo escolher?
A placa gráfica é indiscutivelmente o componente mais importante de um laptop para jogos, já que faz a maior parte do trabalho. Ao contrário de um PC de mesa, normalmente não é possível atualizar a
placa gráfica em um laptop.
Laptops com chips gráficos Nvidia GTX 1080 Ti, 1080, 1070, 1060 e 1050 são os melhores no mercado. As novas GTX 1050 e 1050 Ti são encontradas em laptops de jogos um pouco mais baratos.
Qual tela é melhor?
As telas dos laptos melhoraram nos últimos anos, com resoluções que chegam a full-HD (1920x1080), utilizando uma tecnologia melhor do que o tipo básico encontrado em portáteis baratos. É preciso
ficar atento aos painéis IPS, que oferecem uma visualização ampla e consistente de todos os ângulos, melhor taxa de contraste e gamas de cores mais amplas.
A taxa de contraste, especialmente em configurações de brilho mais baixas, é muito mais importante do que os números de 300cd/m2.
Também é mais fácil encontrar telas com acabamentos anti-reflexo mais práticos, revertendo a tendência dos painéis refletivos de alto brilho que antes eram inevitáveis na maioria das marcas.
Quanto de armazenamento?
Para armazenamento, uma unidade de estado sólido melhorará muito a experiência do usuário quando se trata de inicializar um PC, iniciar programas e abrir e salvar arquivos. Não fará os jogos
rodarem mais rápido, embora possa reduzir os tempos de carregamento entre os níveis.
No entanto, um SSD é sempre recomendado, com a opção de um segundo disco rígido para armazenar os jogos.
Os laptops de jogos têm melhor som?
Alguns jogadores gostam de usar fones de ouvido, especialmente em jogos com vários participantes, mas os laptops modernos para jogos funcionam mais silenciosamente hoje em dia, permitindo um bom
uso dos alto-falantes estéreo integrados.
Vida da bateria e outras considerações
A duração da bateria é talvez uma preocupação menor para um laptop de jogos, embora seja mais uma preocupação devido à antiga dificuldade em combinar gráficos rápidos com laptops elegantes e que
evitam ter que ficar na tomada.
Hoje é possível ter um computador potente com uma bateria impressionante, mesmo que o tempo de operação desconectado diminua mais rapidamente quando os gráficos integrados de baixa potência forem
trocados por gráficos de jogos mais pesados.
Os melhores laptops para gamers:
1. Razer Blade 15
O Razer Blade 15 é um laptop para jogos que está perto da perfeição. Seu design é muito bonito, com molduras modernas e finas e os elegantes visuais da Razer. Porém, ele pode esquentar algumas
vezes.
Suas especificações incluem uma tela de 144Hz, processador Core i7 de 8ª geração e placa de vídeo Nvidia Max Q.
2. Gigabyte Aero 15X (2018)
O Gigabyte Aero 15X é um dispositivo para aqueles que querem algo que possam transportar facilmente pela casa ou usar para usar como um computador portátil do dia-a-dia. Sua tela é 4K tem
desempenho perfeito para jogos em 1080p. Porém, a duração da bateria não é tão longa quanto o modelo do ano passado.
3. Asus ROG Zephyrus GX501
O Asus ROG Zephyrus GX501 é um laptop realmente portátil, mas sem comprometer seu desempenho. Ele pesa pouco mais de 2 kg e tem menos de 20 mm, mas traz um Core i7 de 8ª geração e uma Nvidia GTX
1080 na edição Max Q.
4. Asus RoG Strix GL703VM Scar Edition
O Asus RoG Strix GL703VM é um laptop de alta qualidade que oferece ótimo desempenho em jogos 1080p em um case relativamente fino e leve. Não é tão portátil, pesa 4 kg e tem 4 cm de espessura. O
teclado do laptop às vezes esquenta durante o jogo, o que pode incomodar.
5. Alienware 15 R3
O Alienware 15 R3 tem tanto poder quanto qualquer um de seus principais concorrentes e possui uma iluminação atraente e personalizável. Seu teclado é ótimo e o quadro tem algumas conexões que
normalmente só existem em um dock para laptop. No entanto, não tem um slot para cartão de memória e o sistema do ventilador é bastante alto.
E um último conselho: é importante garantir que o fabricante ofereça uma garantia boa e longa. Idealmente, isso cobriria o custo de envio do laptop de volta à base para reparo e depois ser
devolvido.

A ser lançado em 2019, satélite Athena faz parte das iniciativas do Facebook para levar acesso à internet a lugares remotos
O Facebook não desistiu da ideia de levar internet a lugares remotos ou com pouca infraestrutura. Documentos obtidos recentemente pela
Wired por meio de uma lei de acesso à informação dos Estados Unidos revelam que a companhia está trabalhando em um satélite para esse fim: o Athena.
A informação surge apenas algumas semanas depois de o Facebook ter anunciado o fim do projeto Aquila, um gigantesco drone que tinha o mesmo objetivo: fornecer acesso à internet em localidades muito afastadas, que não contam com infraestrutura adequada de telecomunicações ou têm serviços interrompidos por desastres.
Mas o Aquila tinha falhas que inviabilizaram a iniciativa. Apesar de o Facebook ter dito que o drone realizou voos com sucesso, só no anúncio de cancelamento é que a companhia revelou que a aeronave colidiu com o solo em pelo menos duas aterrissagens.
Na ocasião do cancelamento, o Facebook deu a entender que o Internet.org — divisão responsável por projetos de inclusão digital — continuaria trabalhando em outras iniciativas para acesso à internet. A companhia confirmou recentemente à Wired que o satélite Athena faz parte desses esforços.
No entanto, emails enviados por advogados à FCC (entidade norte-americana equivalente à Anatel) indicam que as tratativas começaram muito antes. As primeiras mensagens remetem a 2016 e fazem referência a uma empresa de nome PointView Tech que, mais tarde, também passou a ser chamada de FCL Tech. Em maio deste ano, os advogados passaram a se referir diretamente ao Facebook em vez de PointView Tech / FCL Tech.
Os detalhes do projeto são escassos, porém. O Facebook informou apenas que acredita que “tecnologias de acesso por satélite serão um importante facilitador da próxima geração de infraestrutura de banda larga”.
Até agora, sabe-se apenas que a companhia protocolou um pedido na FCC para exploração do Athena. A previsão é a de que o satélite seja lançado no início de 2019.
Curiosamente, essa não é a primeira vez que o Facebook cogita levar internet a lugares remotos com satélite. A companhia desenvolveu um projeto do tipo em 2014, mas desistiu no ano seguinte, aparentemente por conta dos custos elevados.
Não está claro se o Athena tem alguma ligação com o projeto cancelado. De todo modo, iniciativas para banda larga baseadas em satélites são cada vez mais consideradas. A SpaceX também planeja oferecer internet por satélite a partir de 2019, só para dar um exemplo.
Certamente, infraestruturas baseadas em fibra óptica e antenas de telefonia celular são as ideais para serviços de banda larga. Mas, além de questões econômicas, muitas regiões não têm acesso a esses equipamentos por conta de características geográficas que inviabilizam ou dificultam a sua instalação.
Esse cenário abre espaço para tecnologias alternativas. Prova recente disso vem da Loon, empresa “irmã” do Google: recentemente, a companhia fechou um
acordo com uma operadora móvel para usar os balões do Project Loon no Quênia.
Posição das mãos é essencial para agilidade; Objetivo final é conseguir escrever sem olhar para o teclado
Ainda que as telas sensíveis ao toque e as interfaces de controle de voz estejam cada dia mais presentes no dia a dia, o teclado ainda é o mais usado no caso de documentos maiores e importantes. Por isso, é sempre importante ter uma boa velocidade de digitação.
Conheça algumas dicas, técnicas e aplicativos que ajudarão a fazer a digitação ser ainda mais rápida:
Quão rápido é possível digitar?
Antes de melhorar a velocidade, é uma boa ideia saber o quão rápido a pessoa pode digitar. Uma maneira simples e gratuita de fazer isso é fazer um teste de velocidade on-line. No www.thetypingcat.com
é possível fazer testes de um, três ou cinco minutos.
Usar todos os dedos
Não é incomum as pessoas digitarem com apenas dois dedos, mas para ficar mais rápido, é preciso usar todos os dedos. A princípio, isso pode parecer
desconfortável, um pouco desconcertante e provavelmente fará com que a pessoa digite mais devagar.
Um dos principais aspectos da digitação mais rápida é minimizar a quantidade de movimento das mãos. Ao tentar digitar com todos os dedos, há uma boa chance de mover as mãos pelo teclado. Para parar com isso e construir bons hábitos desde o início, existe uma posição de mão padrão que deve ser adotada.
Ao olhar para o teclado, deverá ter duas pequenas linhas em relevo nas teclas F e J. Elas são as teclas onde os dedos indicadores devem estar quando começar a digitar. Essas letras são colocadas de maneira centralizada e apontam para onde os dedos retornam ao longo de qualquer digitação.
O usuário pode tentar colocar seus dedos indicadores neles e depois os outros nas três teclas à esquerda de F (D, S, A) e à direita de J (K, L ,;). Os polegares também se juntam, pois eles serão usados para usar a barra de espaço. Ao usar um laptop, a base das palmas das mãos ficará em ambos os lados do trackpad.
Experimentar alguns tutoriais de digitação
Há diferentes tutoriais disponíveis on-line, como no já mencionado site www.thetypingcat.com. O curso básico começa com apenas algumas letras que precisam ser digitadas na ordem correta. Estes são F e J, os quais devem ser digitados com os dedos indicadores.
As lições progridem de maneira confortável, concentrando-se em uma linha do teclado por vez. Em seguida, há o curso Avançado, que incorpora pontuação, capitalização e números.
Ficar de olho na tela
O objetivo final de digitar rapidamente é conseguir escrever sem olhar para o teclado. Pode parecer impossível quando ao começar, mas ao manter usar a posição correta para as mãos e fazendo os cursos, isso é possível em um mês ou dois.
O modelo mais simples da Samsung com resolução 4K tem boa qualidade de imagem e software que se destaca
Aos poucos, a resolução 4K deixou de ser luxo para se tornar um padrão de mercado. A opção mais simples da Samsung para atrair os consumidores que estão querendo sair do Full HD pela primeira vez é a MU6100, um televisor sem firulas, com tamanhos de 40 a 75 polegadas e preços que já começam na faixa dos 2 mil reais.
Mas será que a TV 4K acessível da Samsung consegue oferecer uma boa experiência? A qualidade de imagem é boa, ou só impressiona pelo número de pixels? O Tizen é uma plataforma interessante de Smart TV? E o som? Depois de algumas semanas consumindo conteúdos na MU6100, senta que eu conto todos os detalhes nos próximos minutos.
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Design, conexões e controle remoto
O design da Samsung MU6100 de 55 polegadas é básico, mas funcional. Ele segue algumas tendências de mercado, então as bordas são bem finas para dar foco ao conteúdo e a espessura também agrada, o que deve satisfazer tanto quem coloca o televisor na estante quanto no suporte de parede.
A base é construída em plástico com um acabamento que lembra metal. Ela tem formato de “V” e me deixou meio dividido: as perninhas são voltadas para frente e, para mim, ocupam mais espaço do que deveriam. Além disso, como o peso fica concentrado no centro, a TV balança um pouco se você tocar nela. Em condições normais, de qualquer forma, isso não deve ser um problema.
As conexões estão principalmente na direita, com três entradas HDMI, duas USB, uma entrada de cabo coaxial com suporte ao padrão brasileiro de TV digital, uma saída de áudio óptica e uma porta Ethernet. Todos os meus testes foram realizados enquanto conectado a uma rede Wi-Fi 802.11ac de 5 GHz, sem nenhum problema de instabilidade.
Em resumo, no quesito conectividade, a Samsung não fez nada mais que a obrigação em um equipamento de entrada. As portas são suficientes para conectar um videogame, um set-top box (se você realmente achar necessário) e o decodificador da TV por assinatura. Se quiser ligar mais alguma coisa, tem que fazer um esforço para trocar os cabos ali atrás.
O controle remoto da Samsung me agrada porque é simples e compacto, sem um monte de botões que a gente encontra em vários modelos da Sony, TCL ou
Panasonic. Talvez você se confunda no começo só com os botões de volume e troca de canal, porque eles são diferentões, funcionando como joysticks (dá para movê-los para cima ou para baixo).
É um controle bastante funcional, que responde bem, mas que não tem suporte a comandos de voz como em alguns modelos mais avançados da Samsung.
Qualidade de imagem
Antes de falar da qualidade de imagem, é bom lembrar que a linha brasileira de TVs da Samsung é confusa e um pouco diferente do resto do mundo. A base da MU6100 brasileira é a mesma da MU6300 americana. E, dentro da MU6100, existem tanto versões com painel VA quanto com IPS, dependendo do tamanho (tem 40, 43, 49, 50, 55, 65 e 75 polegadas). O meu review leva em consideração a MU6100 de 55 polegadas (VA).
Dito isso, a Samsung entrega uma boa imagem, dentro do que se espera de uma TV de entrada. A reprodução de cores é satisfatória, sendo possível enxergar nuances de gramas no estádio de futebol, mas nada muito além: se você é mais exigente e tem olhos treinados, não vai encontrar a melhor qualidade do mundo.
Mas a MU6100 já está em um nível que eu julgo suficiente para qualquer pessoa “normal”.
O modo Padrão mostra cores com um tom mais frio, saturação sem exageros e alto brilho. O modo Dinâmico, para satisfazer quem prefere cores mais vivas, perde um pouco de definição nos tons e, na minha opinião, força demais a saturação (tudo fica muito amarelo, muito roxo, muito azul). Mas isso é mais uma questão de gosto; não acredito que exista uma forma correta de assistir à TV.
Os pretos são bons. Como a MU6100 não tem local dimming, nas configurações de fábrica, todo o brilho da tela é reduzido para tentar melhorar a reprodução de tons escuros, mas isso acaba prejudicando o contraste e o brilho, como é normal em televisores de entrada. Só que a uniformidade de preto e cinza é ótima para a categoria, sem inconsistências perceptíveis no backlight, a não ser em testes mais sintéticos.
O brilho também satisfaz: é perceptivelmente melhor que o da TCL P6US, por exemplo. Por ser um painel VA, o ângulo de visão horizontal não é o melhor possível (as LG com tecnologia IPS são superiores nesse aspecto), mas isso não deve ser um problema a não ser em ângulos mais extremos (mais de 45 graus), quando o preto vira cinza e eu já enxergo uma distorção bem chatinha nas cores.
E, claro, o pós-processamento de imagem é simples. Você não deve reclamar se estiver assistindo a um conteúdo em Full HD (o upscaling tem qualidade ok, às vezes força um pouco no sharpening, criando bordas duras ao redor de objetos, mas não deixa muitos artefatos nem ruídos na imagem). Só não espere nada como as imagens suaves da Panasonic EX750B que eu testei recentemente aqui.
Com o modo de jogo ativado, a qualidade da imagem continua boa e o input lag fica em torno dos 20 a 24 milissegundos nos meus testes, o que já é suficiente para ter uma boa experiência em games.
Dentro da categoria, pensando em qualidade de imagem, a MU6100 é uma compra sem erro.
Qualidade de som
Até agora, eu não ouvi uma TV de entrada que tivesse um som realmente bom, mas dá para dizer que a Samsung conseguiu oferecer um áudio um pouco acima da média do segmento.
Em músicas, existe uma boa separação dos instrumentos, evitando o que eu chamo de “bolota de som” em ritmos mais pesados, como rock e metal. Os graves são decentes para a categoria, pelo menos no modo Otimizado, que tenta ajustar o áudio de acordo com o conteúdo que estiver sendo exibido na tela. Quem gosta de fazer ajustes finos pode mexer no equalizador, mas isso não deve ser necessário para quase ninguém.
Como ele não tem subwoofer e o som é emitido por pequenas grades na parte de baixo da tela, sem nenhuma espécie de correção de ambiente por software, não espere uma experiência muito imersiva em filmes. Na MU6100, é bem nítido que uma soundbar elevaria bastante o nível da TV.
Software e funções de Smart TV
O software é certamente um destaque da Samsung. O Tizen tem uma interface bastante intuitiva, prática e organizada. Eu acho que as animações na tela poderiam ser mais fluidas, mas a TV não chega a travar. Aliás, em velocidade de resposta, a Samsung MU6100 é bem melhor que a Sony A1E, que custa dez vezes mais (claro que, naquele caso, a culpa era mais do Android TV do que da Sony).
Os aplicativos abrem rapidamente e existe uma boa variedade deles. Considerando o nada pequeno evento que está acontecendo enquanto eu faço este review, a Samsung destaca o aplicativo exclusivo SporTV 4K na Rússia, que transmite os jogos por streaming. A experiência que eu tive é boa, e o poder do 4K é notável quando a TV mostra um plano mais geral do estádio, quando você consegue enxergar os mínimos detalhes.
Os principais provedores de conteúdo estão aqui. Você vai encontrar Netflix, YouTube, Spotify, Deezer, Amazon Prime Vídeo, Globoplay, Fox e até Google Play Filmes. Na loja da Samsung, tem ainda Globosat Play, TuneIn Radio, Telecine Play e também games por streaming do Gamefly.
Um detalhe interessante é que você pode renomear as entradas de HDMI e, quando você digita, por exemplo, target="_blank"> Apple TV, o software se encarrega de identificar a entrada com o logotipo da Apple TV. O mesmo acontece com um Chromecast. É bacana porque gera uma uniformidade visual e, de quebra, ajuda a encontrar mais rápido o que você quer assistir.
A maioria dos aplicativos é bem desenvolvida e possui integração com a barrinha inferior do Smart Hub, mostrando alguns conteúdos de forma dinâmica. Então, você não precisa abrir primeiro o Spotify, YouTube ou Netflix e só depois procurar o conteúdo: muitas vezes, dá para acessar um filme ou série diretamente ali embaixo, a qualquer momento, e navegar sem interromper o conteúdo que estiver em execução.
Vale a pena?
A Samsung fez um bom trabalho em escolher o que priorizar em uma TV de entrada. A MU6100 de 55 polegadas, que pode ser encontrada no varejo por preços entre R$ 2,9 mil e R$ 3,3 mil no momento em que eu escrevo esta análise, não impressiona em nada, mas também não decepciona em nada.
O design talvez seja o ponto fraco, o que, em uma TV simples, quando é preciso fazer algumas escolhas de cortes de custos, é bom, porque significa que a Samsung não sacrificou a qualidade da imagem, do som e do software, que são características eu julgo mais importantes.
A qualidade de imagem se equipara a uma TCL P6US, que é um dos melhores televisores 4K básicos que eu já tive contato nesse quesito (no entanto, o som era significativamente inferior e o software era péssimo, então a Samsung continua levando vantagem).
O som da MU6100 é bastante satisfatório, e a Samsung capricha no Tizen, que é um software que funciona bem e possui um ótimo ecossistema para o mercado brasileiro, o que era de se esperar, já que a empresa vende metade das TVs do país, facilitando questões como contratos e parcerias.
Se você ainda tem uma televisão Full HD e quer migrar para uma 4K, mas não quer gastar muito, a MU6100 é uma opção interessante, que dificilmente vai causar
algum arrependimento.
Especificações técnicas
Modelo: Samsung 55MU6100
Tamanho do painel: 55 polegadas (138 cm)
Resolução: 3840×2160 pixels
Taxa de atualização: 120 Hz
Tipo de painel: LCD LED (VA)
Tecnologias de imagem suportadas: HDR (HDR10)
Potência dos alto-falantes: 20 watts
Tecnologias de áudio suportadas: Dolby Digital Plus, DTS
Sistema operacional: Tizen
Consumo de energia: 121 watts (médio)
Entradas de vídeo: 3 HDMI (HDMI-CEC), 1 RF, 1 vídeo composto
Saídas de áudio: 1 saída de áudio óptica digital
Outras conexões: 2 USB 2.0, Wi-Fi 802.11ac, Ethernet, DLNA
Dimensões (altura x largura x profundidade): 124,3×71,8×6,3 cm (sem a base) e 124,3×78,7×31 cm (com a base)
Peso: 15,3 kg (sem a base), 15,7 kg (com a base)
Internet para Todos e programas similares foram paralisados por disputa judicial envolvendo satélite brasileiro de banda larga
O programa Internet para Todos e similares devem ser retomados pelo governo. Na segunda-feira (16), a ministra Cármen Lúcia, que preside o Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou a liminar que suspendia o contrato que a empresa Viasat estabeleceu com a Telebras para explorar o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O equipamento é essencial para os programas públicos de acesso à internet.
Entre essas iniciativas estão o Programa Educação Conectada, para levar internet às escolas, e, de modo mais amplo, o já mencionado Internet para Todos, desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para prover serviços de banda larga nos mais variados municípios brasileiros, com prioridade para regiões que contam com infraestrutura precária.
No entanto, uma disputa judicial tem dificultado os avanços dos programas. Em abril, a Via Direta, empresa de telecomunicações com sede em Manaus (AM), conseguiu suspender o acordo entre Telebras e Viasat na Justiça.
Desde então, o SGDC tem ficado quase sem uso.
Satélite subutilizado e prejuízo
É uma situação preocupante, pois, além de afetar os programas para ampliação do acesso à internet, gera grande prejuízo.
href="https://tecnoblog.net/214079/brasil-lanca-satelite-banda-larga/" target="_blank"> O satélite foi lançado em 2017 — após anos de atraso — com custo de R$ 2,78 bilhões para todo o projeto. Só em abril, a subutilização do SGDC gerou prejuízo de R$ 100 milhões. Estima-se que cada dia sem uso faz o rombo aumentar em R$ 800 mil.
Esse imbróglio é consequência de uma disputa complexa. O SGDC é fruto de uma parceria entre Ministério da Defesa e Telebras. Como parte do acordo, a estatal pode explorar o satélite para oferecer serviços públicos de acesso à internet. A confusão começa aqui: a Telebras contratou a norte-americana Viasat, que até então não atuava no Brasil, como parceira para esses serviços.
Cabe à Viasat oferecer suporte e montar a infraestrutura para os programas. Em troca, a empresa pode explorar a capacidade não utilizada do satélite para oferecer serviços próprios de banda larga. O problema é que a Via Direta e entidades como o Sindisat (sindicato das empresas de telecomunicações por satélite) consideram a contratação ilegal.
A Telebras afirma que nenhuma empresa manifestou interesse pela parceria no processo de chamamento público que realizou em 2017. Nessas circunstâncias, a Lei das Estatais permite o recebimento de propostas privadas. Foi assim que a Viasat foi contratada. Chamou atenção, porém, o fato de o contrato firmado ser altamente confidencial.
Para a Via Direta, a escolha da Viasat foi obscura. A empresa de Manaus abriu um processo judicial contra a Telebras alegando que estava negociando a exploração do satélite e já tinha até comprado equipamentos para isso, mas que a estatal rompeu o acordo sem dar explicações.
Via Direta vai recorrer
As disputas judiciais levaram à paralisação do contrato entre Telebras e Viasat. Com a suspensão da liminar pela ministra Cármen Lúcia, programas como o Internet para Todos deverão ser retomados. A necessidade de continuar os programas foi justamente um dos pontos abordados por Telebras e MCTIC no pedido para derrubar a liminar.
Mas isso não quer dizer que a disputa chegou ao fim. A Via Direta afirma que vai recorrer da decisão do STF e que usará todos os meios possíveis para ter o direito de explorar 15% da capacidade do SGDC, outro pedido feito à Justiça.











