Paciência, PacMan, Cobra, Jogo da Velha e Atari Breakout podem ser jogados a partir do resultado de buscas do Google
Neste mês, o Google completa 20 anos. E uma de suas principais ferramentas, o mecanismo de Busca, mudou a forma como procuramos informações sobre diversos assuntos. Ao longo de sua trajetória, a
companhia liberou uma série de atualizações para não só facilitar a busca, como também para organizar melhor os resultados.
A caixa de pesquisa também "esconde" alguns jogos nostálgicos, que podem ser jogados diretamente do navegador, tanto em sua versão desktop quanto para dispositivos móveis. Para jogá-los, basta
procurar pelo título do jogo e o resultado de buscas os exibirá no topo da página o game.
Para facilitar, listamos os cinco jogos escondidos no buscador logo abaixo.
Paciência
Para jogar, clique
aqui.
Jogo da Velha
Para jogar, clique aqui.
Cobra
Para jogar, clique aqui.
PacMan
Para jogar, clique aqui.
Atari Breakout
Para jogar, clique aqui.
Nesta semana, o navegador Google Chrome completou 10 anos. Quando apresentado pela primeira vez, em 2008, o navegador era simples assim como nossas ansiedades acerca da internet. O Chrome também
evoluiu como browser para entregar recursos mais robustos de segurança e passou por outras reformulações. Segundo o Google, a cada seis semanas a companhia libera uma nova atualização do Chrome.
Entretanto, para comemorar os 10 anos de lançamento do navegador, a empresa preparou o que chama da "maior atualização da história do navegador".
A partir desta semana, os 2 bilhões de usuários em todo o mundo vão começar a ver e usar novos recursos do Chrome tanto no desktop, quanto nas plataformas iOS e Android. Os formatos estão mais
arredondados, há novos ícones e uma nova paleta de cores. A atualização inclui ainda um redesenho das guias e um novo sistema de administração de senhas, que ajuda o usuário a criar códigos mais
fortes e seguros. "O objetivo é criar um look mais simples e (assim esperamos) turbinar sua produtividade", escreveu a companhia em post publicado em seu blog.
Compilamos uma lista das melhores palestras que refletem sobre o tema desde a evolução aos entraves éticos
A inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) é um tópico altamente discutido que levanta o debate sobre ética, inteligência emocional e cooperação humano-computador.
O TED Talks oferece uma variedade de palestras interessantes e envolventes sobre uma ampla gama de tópicos, desde segurança cibernética até desenvolvimento de negócios. E uso da AI não é
diferente.
Nós compilamos uma lista das melhores TED Talks sobre o tema. Aqui estão sete das melhores TED Talks para qualquer pessoa interessada na tecnologia.
1. Como a IA está facilitando o diagnóstico de doenças
Enquanto esta palestra dura apenas cinco minutos, o Dr. Pratik Shah, investigador Principal do MIT Media Lab, cobre de maneira eficaz o potencial da IA em diagnósticos e como o processo de
treinamento de algoritmos da tecnologia para detectar doenças pode ser significativamente reduzido.
O processo de treinamento de um algoritmo é oportuno e pesado em recursos, no entanto, Shah propõe uma nova maneira de fazer as coisas. Ele propõe seu próprio método para treinar algoritmos de
inteligência artificial, que leva apenas 50 imagens para desenvolver um algoritmo de trabalho, um número quase inacreditavelmente baixo, dado as centenas de milhares que são normalmente
necessárias.
Assista: Como a inteligência artificial está facilitando o diagnóstico de
doenças.
2. Minhas sete espécies de robôs - e como as criamos
Nesta breve palestra (16 min), Dennis Hong, professor da Universidade da Califórnia e fundador do laboratório de robótica RoMeLa, aborda sete robôs, oferecendo uma visão sobre cada um deles e seu
design específico.
Apresentando robôs inspirados pela natureza, ao volante e um capaz de jogar futebol, Hong destaca robôs que podem ser construídos para enfrentar qualquer terreno e mudar seus métodos de forma
inteligente, dependendo do ambiente em que estão inseridos.
A palestra termina com Hong oferecendo uma visão sobre o RoMeLa, como ele funciona e como sua equipe trabalha para colocar em funcionamento, de uma ideia em produção.
Assista: Minhas sete espécies de robôs - e como as criamos
3. Um robô poderia passar no vestibular?
O matemático japonês e especialista em AI Noriko Arai supervisionou o Todai Robot Project, que tinha por objetivo descobrir se um computador poderia entrar na Universidade de Tóquio.
O projeto viu seu sistema de IA passar em mais de 70% dos vestibulares no Japão. Em Poderia um robô passar em um vestibular? Arai pondera se subestimamos o número de empregos em que os sistemas
de inteligência artificial podem substituir seres humanos. Olhando para além de empregos vagos, para empregos que exigem um diploma universitário.
No entanto, Arai também aponta suas falhas, sendo a mais óbvia a falta de compreensão. Não sabe o significado das respostas que escolhe.
Assista: Poderia um robô passar no vestibular?
4. A inteligência da máquina torna a moral humana mais importante
Zeynep Tufekci é professor assistente na Universidade da Carolina do Norte (EUA) e é especializado no impacto de big data e algoritmos e como a tecnologia influencia os movimentos sociais.
Nesta palestra, Tufekci explora as armadilhas da inteligência artificial e os possíveis fracassos futuros de uma sociedade que não está adequadamente preparada. Tufekci acredita que a moral humana se tornará significativamente importante na era da inteligência artificial e das máquinas emocionalmente inteligentes.
Assista: A inteligência da máquina torna a moral humana mais
importante
5. A era da “fé cega” no big data deve terminar
Matemático americano e autor de numerosos livros sobre ciência de dados, Cathy ONeil - incluindo "Armas da destruição da matemática" - oferece uma nova visão sobre a forma como discutimos e
valorizamos big data.
Em "A era da fé cega no big data deve terminar", ONeil discute a natureza dos algoritmos, opondo-se à crença comum de que eles são inteiramente matemáticos.
O pensamento por trás disso é simples. Os cientistas que criam esses algoritmos definem os parâmetros para big data. Eles escolhem quais comportamentos devem ser replicados e o que deve ser
descartado.
O que os algoritmos de IA realmente fazem é repetir o comportamento humano passado, raramente rompendo a norma. Isso causa preconceitos dentro deles e os torna ineficazes em certas indústrias, como o sistema legal e a polícia.
Assista: A era da fé cega no big data deve terminar.
6. Como a IA pode trazer uma segunda Revolução Industrial
Kevin Kelly é provavelmente mais conhecido por ser o editor executivo fundador da revista Wired e ex-editor e editor da Whole Earth Review. Kelly tem escrito extensivamente sobre ciência,
filosofia, máquinas inteligentes e o cérebro humano.
Nesta palestra do TED, Kelly aborda as três tendências da IA que precisam ser entendidas para formular a base do seu desenvolvimento. Kelly destaca que nosso desejo de produzir produtos
inteligente terá impacto na maioria, e até em todos os aspectos de nossas vidas.
Assista: Como a IA pode trazer uma segunda Revolução Industrial
7. O que acontece quando nossos computadores ficam mais inteligentes do que nós?
Nick Bostrom é professor da Universidade de Oxford e fundador do Programa Martin sobre os Impactos da Tecnologia do Futuro. A Bostrom é especializada na ética que envolve a IA, o futuro da
humanidade e os riscos potenciais e a filosofia da mente (para citar alguns).
Esta conversa explora a questão bem debatida "o que acontece quando os computadores ficam mais inteligentes do que nós". Há cenários finais em potencial, desde máquinas inteligentes que preservam a humanidade até o fim da humanidade ou criam um conjunto de valores para a vida com máquinas pensantes.
Assista: O que acontece quando nossos computadores ficam mais inteligentes
do que nós?
Depois das bikes compartilhadas, a próxima onda da mobilidade urbana promete vir também em duas rodas, mas neste caso sobre patinetes elétricos. Uma nova startup, a brasileira Ride, começou a disponibilizar nesta semana suas patinetes elétricas na região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, entre os bairros Pinheiros e Vila Olímpia, em São Paulo.
De forma semelhante a experiência de usuário do Uber e Cabify, as patinetes da Ride também são gerenciadas, encontradas e pagas por meio de um aplicativo disponível para download na App Store e na Google Play. O cadastro é rápido. Além de informar e-mail e senha, o app exige um número de cartão de crédito, uma vez que para desbloquear a patinete, o usuário deverá pagar a taxa inicial de R$ 2,50 e a cada minuto rodado será cobrado R$ 0,50. Após o uso, clientes podem deixar as patinetes estacionadas em bicicletários, paraciclos e outros locais marcados no aplicativo e, no final de cada dia, funcionários da empresa recolhem as patinetes para recarregá-las.
A startup é uma iniciativa dos sócios Marcelo Loureiro, Guilherme Freire e Paula Nader. Loureiro, CEO, da empresa, acompanhou aos poucos a mudança de cenário da mobilidade urbana na Califórnia, para onde se mudou há dez anos. Foi diretor da Spinlister, uma espécie de Airbnb das bicicletas, e foi no mesmo estado ensolarado que viu nascer a Bird - a startup que fez das chamadas e-scooters um novo hype da mobilidade e, em menos de um ano, levantou R$ 400 milhões em rodadas de investimentos. A ideia, pensou Loureiro, é que se um sistema de patinetes parecia funcionar bem em Los Angeles, onde a Bird é baseada, o mesmo encontraria seu caminho em grandes cidades como São Paulo.
Entretanto, para além do hype, a Bird e a sua maior concorrente, a também norte-americana Lime, entraram em contradição com a sua proposta inicial. Se elas se propunham a melhorar o trânsito das cidades, elas conseguiram, criar um grande transtorno. As duas decidiram operar sem a permissão das prefeituras locais e, neste ano, durante o período de um mês, juntas receberam mais de 1.900 queixas em relação aos patinetes. Entre as críticas estavam que as scooters bloqueavam calçadas e até mesmo comprometiam segurança de pedestres. O resultado foi que autoridades precisaram intervir e limitar as licenças e o número de veículos disponíveis em cada área.
Paula Nader, uma das sócias-fundadoras da Ride e CMO, diz em entrevista ao IDG Now! que a decisão de colocar um número limitado de patinetes nas ruas de São Paulo é, inclusive, uma resposta às experiências relativamente frustradas em outros mercados. Por enquanto, a Ride disponibilizou apenas 50 unidades de suas e-scooters. Uma estratégia que Paula diz ter sido bem alinhada com a Prefeitura para estudar a reação, a dinâmica e os possíveis efeitos colaterais de um novo sistema modal.
“É uma das coisas com a qual nos comprometemos. Esse erro não vamos repetir”, reforça Paula em relação ao crescimento desordenado dos serviços nos Estados Unidos. “Vamos colocar uma quantidade muito menor do que gostaríamos, mas queremos fazer um caminho bem feito”, completa.
Ao colocar um número reduzido de patinetes em um área também limitada, a ideia é, segundo Paula, mapear bem a demanda e possíveis abusos. Nos Estados Unidos, muitas das patinetes foram furtadas e outras depredadas.
“Toda a conversa que a gente tem tido com a Prefeitura e com ONGs de mobilidade urbana tem a ver com isso. A gente sabe que pode influenciar se tivermos uma operação impecável. Por isso, estamos começando pequeno e controlado. Queremos uma entrada o mais suave possível para também ter uma influência positiva no redesenho da cidade”, explica Paula.
Uma das estratégias da Ride prevê ainda disponibilizar as patinetes em locais privados, como condomínios residenciais e corporativos.
ride-app
Uma questão de comportamento
As patinetes da Ride atingem a velocidade máxima de 20 km/h e a recomendação do aplicativo é que usuários se mantenham na ciclovia ou ciclofaixa e evitem as calçadas. Segundo Paula, todo a tecnologia referente ao hardware é proprietária e foi pensada para aguentar o tranco de cidades como São Paulo, além de ser à prova d’água.
Rastreadas por GPS em tempo real, as patinetes serão recolhidas todas as noites por funcionários da empresa, para que também passem por manutenção. Segundo a Ride, o gasto de energia de cada equipamento é equivalente ao necessário para carregar um computador pessoal.
Apesar de não abrir valores de investimento, Paula diz que a Ride conta com investidores-anjo que têm experiência no setor de mobilidade urbana. “Mais que entrar com dinheiro, eles também entram com experiência e conhecimento. É uma troca interessante”, destaca.
Paula não dá uma previsão de quando a Ride ampliará o número de veículos e em quais outros pontos da cidade as pessoas poderão recorrer às patinetes para chegar ao trabalho. “De acordo com a demanda e a partir de todas as métricas da operação, a gente vai aumentar este número e, também, de acordo com a curva de aprendizado das pessoas”, explica.
Para além de iniciativas que preveem o futuro da mobilidade pavimentado por carros autônomos, muito se aposta que soluções individuais, compartilhadas e sustentáveis como bicicletas e as patinetes ajudem a tirar carros das ruas em grandes centros. Tanto que grandes companhias têm olhado para esses "novos" modais como estratégia de negócio. A Uber e sua concorrente Lyft trabalham para atuar no mercado de scooters nos Estados Unidos e, recentemente, a primeira concluiu a compra da startup de bikes compartilhadas Jump.
“A gente acredita que viver em cidades como São Paulo pode ser bem mais agradável. E as patinetes, junto com as bicicletas, são uma modalidade que vai acabar estimulando a cidade a aumentar a quantidade de vias disponíveis para outros meios de transporte que não os carros”, aposta Paula Nader.
No dia 4 de setembro de 1998, há exatos 20 anos, Larry Page e Sergey Brin fundaram aquela que viria a ser uma das mais importantes empresas de tecnologia da história: o Google. A companhia não começou ali, no entanto. Dois anos antes, a dupla de estudantes de PhD de Stanford já havia começado a trabalhar em seu projeto de pesquisa.
A ideia era criar um buscador mais inteligente, que não ranqueava resultados de busca apenas de acordo com o número de vezes que o termo buscado aparecia em um site. Em 1998, a ideia saiu do ambiente acadêmico e deu vida a uma empresa. Relembre o caminho seguido por Page e Brin desde então no infográfico abaixo:
Segundo Panorama Mobile Time/Opinion Box, pouco mais da metade dos usuários gostariam de realizar pagamentos e transferências de valores pelo aplicativo
Pouco mais da metade dos usuários brasileiros de WhatsApp (53%) gostariam de usar o aplicativo de mensagens para realizar pagamentos e transferências bancárias, segundo pesquisa "Panorama Mobile Time/Opinion Box" sobre Mensageria Móvel.
Foram entrevistados em julho 1.984 brasileiros com 16 anos ou mais de idade que acessam a Internet e possuem telefone celular. A pesquisa tem validade estatística, com grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Dentro do grupo que deseja a nova funcionalidade, 44% gostariam que o serviço de pagamento via WhatsApp fosse feito a partir de uma conta bancária virtual criada dentro do próprio app de
mensageria. 37% optariam por associar ao WhatsApp sua conta bancária atual. E 19% achariam melhor associar seu cartão de crédito ao aplicativo.
“Embora a pesquisa não tenha apurado quanto os brasileiros estariam dispostos a pagar por esse serviço, nem qual seria o modelo de negócios mais aderente, os resultados indicam um interesse bastante grande e uma oportunidade para o WhatsApp de não apenas se conectar aos bancos, mas de oferecer um serviço próprio de conta virtual. O potencial é enorme”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.
Paiva cita modelos usados nos países do Oriente para justificar sua avaliação: “naquela região, os aplicativos de mensageria viraram "super-apps", dentro dos quais se consegue fazer quase tudo, desde pedir um táxi até encomendar uma pizza, assim como realizar pagamentos e transferências de valores. O exemplo mais notório é do chinês WeChat, que utiliza um sistema de QR codes para a identificação dos usuários e através do qual são feitos os pagamentos”.
Há alguns meses, o WhatsApp começou a testar uma solução própria de pagamentos na Índia, seu maior mercado no mundo. O Brasil é o seu segundo maior mercado, mas ainda não há previsão de quando o serviço será testado por aqui.
A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel reafirma a liderança do WhatsApp como o aplicativo de mensagens preferido. Quase a totalidade dos usuários (97%) dos internautas brasileiros com smartphone possuem o WhatsApp instalado e 98% deles abrem o app todo dia ou quase todo dia.











