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Os 10 grandes fracassos na história do Google

Do Google Glass ao mais recente Google +, há projetos da gigante de tecnologia que simplesmente não decolaram

O Google - como o Facebook, a Microsoft e a Apple - abriu espaço para novos projetos, abandonando produtos de menor sucesso. Indiscutivelmente, um dos principais exemplos é o Google Glass, que infelizmente perdeu a marca tanto no estilo quanto na aceitação do consumidor.

Mas a lista de serviços que não decolaram não termina aí. Embora o Google seja apenas um dos inúmeros gigantes da tecnologia que constroem e reservam projetos, conheça alguns dos fracassos da empresa:

1. Google+

Lançado em 2011, o Google+ era uma plataforma de rede social construída em torno de "círculos" e pretendia substituir o serviço de mensagens sociais do Google Buzz.

A plataforma se esforçou para competir com o Facebook e Twitter e foi finalmente consignada ao cemitério digital quando foi revelado pelo The Wall Street Journal em outubro de 2018 que o Google havia descoberto uma vulnerabilidade em uma API para o Google+, o que tornou possível para desenvolvedores de aplicativos terceiros acessar dados dos amigos dos usuários do aplicativo.

De acordo com o jornal, o Google não apenas expôs esses dados, mas também optou por não divulgá-los, com um memorando interno mostrando que a empresa temia danos à reputação após o escândalo Facebook / Cambridge Analytica.

Como resultado, a empresa-mãe do Google, a Alphabet, decidiu finalmente reduzir suas perdas e encerrar o Google+ definitivamente.

2. Google Buzz

Em 2010, o Google introduziu o antecessor do Google +, Google Buzz, que era uma mistura de mídia social e mensagens.

O Google Buzz foi lançado sem qualquer anúncio oficial do Google e, como o Google+, parecia ser um clone do Twitter e do Facebook, permitindo que os usuários publicassem atualizações de status, fotos e vídeos, além de enviar mensagens diretas. Este serviço foi desfeito em 2012 devido a problemas em torno de questões de privacidade e segurança.

3. Google Notebook

O Google Notebook foi lançado pela primeira vez em 2006 como um aplicativo para recortar e colar texto do navegador em seus cadernos pessoais.

No entanto, em 2009, o Google parou qualquer desenvolvimento e, em 2012, o serviço foi oficialmente descontinuado. Todos os dados existentes no Notebook foram então transferidos para o Google Docs.

Para compensar isso, em 2013 o Google lançou um aplicativo de anotação chamado Google Keep, que está disponível no Android, iOS e na web.

4. Google Helpouts

Lançado em 2013, o Google Helpouts permitiu que os usuários compartilhassem seus conhecimentos por meio de uma transmissão ao vivo. O serviço visava ajudar as pessoas em tempo real através de seus PCs ou dispositivos móveis.

O Google Helpouts emitiu aos usuários um calendário de Ajuda que podia ser sincronizado com o Google Calendars, com os usuários sendo notificados sobre demonstrações em vídeo por meio de notificações de teste, e-mail ou calendário.

O Google Helpouts foi descontinuado em abril de 2015.

5. Google Site Search

Em fevereiro de 2017, o Google anunciou que estaria descontinuando o Google Site Search, um serviço que permite a qualquer website adicionar um campo de pesquisa personalizado com tecnologia do Google.

Em um e-mail privado para clientes e parceiros, o Google revelou planos de parar de vender novas licenças e que as renovações para clientes seriam feitas até 2017.

6. Picasa

O Google comprou o Picasa em 2004 para permitir que os usuários organizassem suas fotos on-line. Agora, o Google aposentou o Picasa para se concentrar no Google Fotos, seu novo serviço de compartilhamento de fotos (lançado em maio de 2015).

O Google Fotos se concentra nos serviços em nuvem e em dispositivos móveis e oferece aos usuários um backup ilimitado de fotos e vídeos na nuvem e tem como objetivo incorporar sua IA de reconhecimento facial.

Segundo relatos, os usuários do Picasa não tiveram ter muita interrupção, pois suas fotos existentes no Picasa apareceram automaticamente no Google Fotos.

7. Search appliance

O Search appliances é uma ferramenta corporativa que atua como um servidor de rastreamento por meio de recursos da empresa e dados que imitam a pesquisa disponível no mecanismo de pesquisa on-line do Google. Os dispositivos de pesquisa do Google também estão integrados ao Google Analytics e fornecem relatórios sobre o uso e a eficácia da empresa.O serviço, porém, não foi vendido após 2017.

8. Google Moderator

O Google Moderator era uma ferramenta de monitoramento de feedback que permitia aos usuários classificar as perguntas e sugestões de outros usuários (um pouco como o Reddit).

Provavelmente seu uso mais famoso, a equipe de transição do presidente Obama usou o Google Moderator para realizar uma série chamada "Aberto para perguntas", na qual o presidente Obama e sua equipe responderam a perguntas do público, atraindo cerca de 1 milhão de votos e 10 mil perguntas.

O Google Moderator foi desativado em junho de 2015 após não conseguir atrair o uso em massa.

9. Google Glass

A tão falada tecnologia futura Google Glass teve seus altos e baixos. Em janeiro de 2015, o Google fechou seu programa Glass Explorer, que permitia que os desenvolvedores criassem aplicativos para o wearable de 1.000 libras.

O Google parou de produzir o protótipo do Google Glass em 2015. No entanto, a partir de 2017 o Google começou a trabalhar no projeto novamente, anunciando o lançamento do Google Glass Enterprise Edition.

10. Bumpo e Flock

O Google comprou o aplicativo de compartilhamento de dispositivos móveis para iOS e Android, o Bump, que permite que os usuários de smartphones coloquem seus dispositivos para compartilhar fotos, vídeos e muito mais em setembro de 2015.

Ele também conseguiu o aplicativo de fotos Flock de compartilhamento de grupo no negócio. Mas o Google eliminou os dois aplicativos no final de janeiro de 2014: os usuários precisavam de 30 dias para recuperar seus dados antes de ter suas contas desativas.



(Fonte: IDG News Service) - 22/10/2018
5 dicas para você se tornar um profissional autônomo de sucesso

Ter um trabalho em casa e aproveitar oportunidades de emprego de acordo com as necessidades do mercado é o sonho de muita gente, mas há alguns cuidados que você precisa tomar

Nem todo mundo nasceu para trabalhar dentro de uma empresa por vários anos. No Brasil, 32% da força de trabalho é composta por profissionais autônomos. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de 2015, realizada pelo IBGE, o número de profissionais autônomos chegava a 4,3 milhões.

Ter um trabalho em casa, em um escritório próprio ou um coworking, fazer a própria agenda e aproveitar oportunidades de emprego de acordo com as necessidades do mercado é o sonho de muita gente por aí.

Esse desejo de começar o próprio negócio, organizar a própria rotina de trabalho e gerenciar a própria clientela pode ser concretizado sim, mas para isso, algumas atenções devem ser tomadas. A Mastertech, startup que capacita profissionais com habilidades digitais e analíticas, separou a lista com as dicas abaixo.

Pense em você como uma marca

Se você quer realmente trabalhar como profissional liberal, é importante começar a pensar em si mesmo como sua própria marca. Por que razão seus clientes confiariam a você um trabalho? Quais são suas habilidades que te destacam da concorrência? Quanto você custa e quais são as razões para esse valor?

Crie seu próprio conceito sobre o serviço que realiza e se prepare para realizar suas próprias vendas. A maioria das pessoas se afeiçoa às marcas que conseguem se relacionar diretamente com elas. Entenda o seu público e se torne tudo aquilo que eles procuram.

Deixe sua criatividade e determinação pulsarem

Trabalhar como profissional autônomo significa que não terão outras pessoas chegando com contratos fechados para você realizar atividades processuais. Ou seja, você precisa estar pensando no serviço que realiza sempre, fazendo modificações quando necessário, inovando para se adequar ao mercado.

Para que isso aconteça, é importante deixar sua criatividade solta em alguns momentos e forçar a determinação para ir atrás de todas as informações que façam ela fluir ainda mais para trazer valor ao seu negócio. Conhecer o que tem de novo por seu mercado hoje é só um dos requisitos para sobreviver por conta própria. Tem que ter pulso firme para não se distrair pela possibilidade de deixar o trabalho e a gestão para outra hora.

Saiba como fazer seu pitch

Nós já falamos aqui sobre o que é pitch e como essa técnica é eficiente para vender ideias. Colocar a essência do seu negócio em palavras sempre que surgir a oportunidade de se apresentar para um novo cliente é uma habilidade essencial para o trabalho autônomo.

Se essa capacidade de comunicação se unir ao storytelling, ficará ainda mais difícil dizer não para o que você tem a oferecer. Profissionais freelancers e autônomos são seus próprios representantes comerciais, por isso aprender algumas estratégias de gestão para além do seu trabalho não vai fazer mal nenhum.

Conecte-se com pessoas

Se existe uma coisa que você precisa saber antes de decidir por se tornar um profissional autônomo, essa é: você não vai conseguir fazer tudo sozinho. Não adianta, se for esse o motivo de estar saindo de uma empresa, deixe para lá.

Para conseguir novos clientes sempre que necessário, ter seu nome bem falado por aí e ficar por dentro das oportunidades de negócio, é preciso se conectar à pessoas. Participar de grupos, eventos e comunidades relacionadas ao seu setor é fundamental para fazer sucesso. Tão importante quanto isso: crie conexões reais, não apenas por emprego.

Comece a dizer sim

A parte mais difícil no início de uma carreira autônoma é a de começar a dizer sim. Aceitar projetos que aparecem, começar a fazer seu nome, investir em um produto no qual acredita, colocar suor e alma para trabalhar por conta própria é assustador, mas vale muito a pena no final.

Para quebrar essa barreira inicial, tente dizer sim para o maior número de atividades possíveis. Se arrisque, veja até onde consegue ir e o que consegue resolver sozinho. É só ultrapassando nossos limites que descobrimos onde eles estão.





(Fonte: @idgnow Da Redação) - 22/10/2018
Segunda geração do Chromebook Plus chega ao Brasil por R$ 3.499

Este é o primeiro modelo da linha de Chromebooks mais requintada que a Samsung comercializa no Brasil

A Samsung anunciou o lançamento da segunda geração do Chromebook Plus, o primeiro da linha que vem ao Brasil. Com corpo em alumínio, caneta digitalizadora e equipado com processador Intel Celeron, o notebook com Chrome OS chega ao país com preço sugerido de R$ 3.499.

Esta é a segunda geração do Chromebook Plus, que no modelo anterior vinha equipado com processador Exynos e agora fica com um x86 da Intel, mesclando as duas variantes (Plus e Pro) em uma só. A tela é um IPS LCD de 12,2 polegadas em resolução Full HD e o modelo é um passo além do que o único que era vendido pela marca sul-coreana no Brasil, o Chromebook 3.

Do lado de dentro o computador portátil utiliza um Intel Celeron 3965Y, 4GB de memória RAM e vem com 32 GB de memória eMMC, com bateria que promete durar 10 horas longe da tomada. Em conexões, há duas portas USB-C e uma USB-A 3.0, que é uma correção ao problema da geração anterior que trabalhava apenas com o novo formato, obrigando o usuário a comprar adaptadores para utilizar mouse, pendrive ou qualquer periférico que ainda não utiliza o USB-C.

Outra novidade desta versão está na presença de uma câmera de 13 megapixels e abertura de f/1.9, que fica no teclado e que é para ser utilizada quando o 2 em 1 fica no modo tablet, com o teclado na traseira e a câmera apontada para trás – há uma webcam de 1 megapixel, que é o suficiente para uma chamada de vídeo sem muita qualidade de imagem.

Assim como na geração passada, o novo Chromebook Plus vem com uma caneta digitalizadora que é uma espécie de S Pen sem o botão lateral, mas ainda assim é muito mais precisa do que uma caneta stylus genérica. Ela reconhece 4.096 níveis de pressão e o Chrome OS entende até mesmo a inclinação da caneta em relação a tela.



Vale um detalhe: mesmo vendido no Brasil, o Chromebook Plus que será entregue aos consumidores brasileiros não vem com teclado no padrão com ABNT2 – ele utiliza o layout de teclado inglês internacional, onde você tecla a cedilha e depois o “C”.

O Chromebook Plus de segunda geração já está disponível no Brasil, custa R$ 3.499 e será vendido na cor cinza.

Especificações – Chromebook Plus:
Tela: 12,2 polegadas Full-HD IPS
Processador: Intel Celeron 3965Y dual-core de 1,3 GHz
Chip gráfico: Intel HD Graphics 515
RAM: 4 GB LPDDR3
Armazenamento: eMMC de 32 GB
Sistema operacional: Chrome OS
Portas: 1 x USB 3.1; 2 x USB tipo C; leitor de cartões microSD; microfone/fone de ouvido
Peso: 1,33 kg

(Fonte: Por André Fogaça) - 08/10/2018
5 dicas para vender na internet sem ter um e-commerce próprio

Optar por comercializar seus produtos e serviços em marketplaces é uma alternativa segura e econômica. Especialista dá dicas de como investir na área

As vendas do comércio varejista no País cresceram 0,9% em agosto na comparação com o desempenho registrado em julho, segundo indicador do Serasa Experian, e em comparação a agosto de 2017 subiu 7,9%. Mesmo com o mercado em ascensão, os números do varejo físico ainda preocupam os comerciantes que buscam alternativas para alavancar as vendas e conseguir mais clientes.

Uma alternativa segura e com baixo investimento inicial é optar pelas vendas em shoppings virtuais, conhecidos como marketplaces. No Brasil, existem diversas plataformas que podem ajudar o empreendedor a começar seu negócio online. Segundo Frederico Flores, especialista em marketplace e Head da Becommerce, plataforma para gestão de vendas em marketplaces que integra o grupo Mercado

Livre, este mercado já é responsável por cerca de 20% do faturamento de todo comércio eletrônico no Brasil.

“Começar a vender no comércio eletrônico pode ser a solução para? quem quer investir?em vendas online sem ter um site próprio, mas assim como no varejo físico é preciso ter dedicação e estratégias para fazer a negócio decolar”, afirma Frederico Flores.

Abaixo, o especialista dá cinco dicas essenciais para quem quer investir no comércio eletrônico por meio de marketplaces sem ter um e-commerce próprio:

1. Escolha o marketplace correto

No Brasil já existem diversas plataformas de marketplaces – alguns grandes varejistas. Também existem marketplaces de nicho, que são focados em determinados públicos e vendem apenas alguns segmentos de produtos. Cada um tem suas regras e particularidades. Estude e analise as que mais fazem sentido para o seu negócio.

2. Conheça as taxas e comissões

Antes de começar a vender, procure saber qual é a porcentagem da plataforma escolhida ?e as variações da comissão com base na condição comercial. Taxas muito baixas podem significar menor liquidez para receber o dinheiro. Taxas mais altas, em contrapartida, podem oferecer a oportunidade de o seu cliente parcelar sem juros e você receber à vista, por exemplo.

3. Automatize seu negócio

Administrar todas as etapas de vendas em marketplace exigia tempo e um investimento que nem todos os vendedores possuíam. Porém, existem soluções acessíveis para ajudar no gerenciamento. A Becommerce, por exemplo, disponibiliza serviços que automatiza ?todas as etapas das vendas, desde o atendimento ao cliente até a entrega.

Uma das ferramentas disponíveis permite responder todas as dúvidas dos clientes 24 horas por dia – sem intervenção humana. Além disso, o sistema monitora o preço da concorrência e diminui o valor dos seus produtos automaticamente, caso outro vendedor faça alguma alteração.

4. Profissionalize seu contato com o cliente

A concorrência dentro dos marketplaces é acirrada e mais do nunca é necessário passar credibilidade para os clientes. Com ajuda de plataformas de gestão tudo pode ser feito de forma automática e profissional, diminuindo o tempo em que os processos acontecem e que o seu cliente é avisado.

5. Invista na logística: cumprir o prazo de entrega é tudo!

Mesmo encantando seus clientes com campanhas promocionais, bom atendimento e preços incríveis, descuidar da logística no e-commerce pode ser um tiro no pé, gerando desconfiança e afastando o cliente definitivamente.

É fundamental dar opções de entregas e ficar atento aos prazos de postagem. Você pode ter um produto incrível, porém se quiser tornar a experiência do seu usuário mais completa e cada vez melhor é fundamental criar estratégias para gerar prazos menores com entregas mais rápidas.

Outra dica importante é ficar atento ao controle de estoque. Lembre-se de mantê-lo atualizado para não correr o risco de vender um produto que você não tenha. Por fim, uma ação que pode ser feita para fidelizar seus clientes é a entrega de brindes ou cupons especiais, que ajudam a manter o seu cliente ativo.




(Fonte: @idgnow Da Redação) - 08/10/2018
Embraer abre programa de estágio com 30 vagas em tecnologia

Programa também tem oportunidades nas áreas corporativas, administrativo, engenharia e produção; Interessados têm até 16 de outubro para se inscreverem

A Embraer abriu as inscrições para o processo seletivo do Programa de Estágio de nível superior. Ao todo, a companhia conta com oportunidades para 200 talentos que iniciarão as atividades a partir de fevereiro de 2019. Os candidatos devem se cadastrar no site até 16 de outubro. Para a área de Tecnologia, incluindo TI, são 30 vagas abertas. Há ainda oportunidades nas áreas corporativas, administrativo, engenharia e produção localizadas em São José dos Campos, São Paulo, Campinas, Sorocaba, Gavião Peixoto, Botucatu, Belo Horizonte e Brasília.

O novo método digital de recrutamento iniciado no primeiro trimestre deste ano continua utilizando inteligência artificial para análise primária de perfil dos candidatos. A seleção online conta com testes de perfil, lógica e inglês. A cada etapa o candidato recebe um feedback automático sobre o desempenho e sua média de pontuação na avaliação.

“A Embraer busca inovar continuamente em todas as suas áreas de atuação. Com o uso de inteligência artificial obtivemos excelentes resultados para identificar e atrair os perfis dos talentos que levarão a companhia a encontrar as soluções para os desafios do futuro. Além disso, foi possível oferecer uma melhor experiência para cada candidato”, afirma Ricardo Tozetti, gerente de Recursos Humanos da Embraer.

Segundo a própria Embraer, o novo processo de recrutamento adotado trouxe benefícios aos candidatos ao tornar o processo mais ágil e intuitivo. "A tecnologia também possibilitou ampliar a diversidade geográfica dos candidatos, já que as vagas estão abertas para estudantes de todo o Brasil", ressaltou a empresa por meio de comunidade. Em média, a Embraer disponibiliza 300 vagas anuais para estagiários, divididos em processos seletivos por semestre.




(Fonte: @idgnow Da Redação) - 01/10/2018
Listando: 345 de 1316

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.