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JBL lança fone JR310BT para crianças e promete até 30 horas de bateria

Além do JR310BT com Bluetooth 5.0, a JBL anunciou o lançamento do JR310, versão mais simples com fio

A JBL anunciou nesta terça-feira (9) novos fones da linha JBL JR para o público infantil. O JR310BT é o mais completo com Bluetooth integrado, bateria de longa duração e adesivos para personalizar o gadget. A empresa também está trazendo para o Brasil o JR310, versão com fio e mais em conta.



JBL JR310BT
Foto: Divulgação/JBL / Tecnoblog

Os dois fones chegam ao mercado para substituir os modelos antecessores (JR 300 e o JR 300BT). O JR310BT vem personalizado em duas cores (azul e vermelho) e pesa 115 gramas. Além da personalização, a autonomia do produto chama a atenção, isso porque ele tem bateria de 400 mAh que garante até 30 horas de reprodução. A empresa não informa com exatidão o tempo de recarga, mas diz que ele chega aos 100% "em menos de duas horas".

Completam as especificações Bluetooth 5.0, microfone integrado, botões de controle na concha e Safe Sound, recurso que não deixa o som superar os 85 dB. O novo JR310BT já aparece no site oficial da marca por R$ 289.

JBL JR310: opção mais acessível, mas com fio



JBL JR310 com fio
Foto: Divulgação/JBL / Tecnoblog

A JBL também anunciou o JR310, que é uma versão mais simples sem Bluetooth. Ele tem plugue de áudio de 3,5 mm, controle remoto e microfone. De acordo com a empresa, o JR310 conta com cabo plano que ajuda a evitar emaranhados. Essa versão também já está à venda no Brasil e tem preço sugerido de R$ 159.

A JBL diz que os novos produtos podem atender crianças e jovens em atividades diárias, como na rotina escolar e durante o EAD, especialmente.

(Fonte: Darlan Helder - Tecnoblog) - 10/02/2021
Notebook com 7 telas tem Intel Core i9 e pesa mais de 10 kg

Aurora 7 é um protótipo de notebook que possui sete telas, pesa mais de 10 kg e ficha técnica com processador Intel Core 9

A empresa britânica Expanscape apresentou um protótipo de notebook que foge bastante do convencional. Trata-se do Aurora 7, um laptop que possui sete telas e pesa mais de 10 kg. O computador "portátil" ainda conta com especificações de ponta, como o processador Intel Core i9 e a memória RAM de 64 GB.



Aurora 7 é um protótipo de notebook com sete telas
Foto: Divulgação/Expanscape / Tecnoblog

Notebook tem sete telas e pesa mais de 10 kg
O notebook chama a atenção pela quantidade de monitores. Enquanto os laptops tradicionais possuem somente um display, o Asus ZenBook Duo tem dois e o notebook gamer da Razer apresentado em 2017 tem três, o Aurora 7 conta com sete telas.

O conjunto de painéis é formado por quatro de 17,3 polegadas (resolução de 3.840 x 2.160 pixels) e mais três de 7 polegadas (1.920 x 1.200 pixels). O outro chamariz fica pelas suas dimensões nada portáteis: fechado, o Aurora 7 tem 51 cm de comprimento, 34 cm de largura e 11 cm de altura. O computador pesa cerca de 12 kg.

A ficha técnica traz o processador Intel Core i9 (9900K), RAM de 64 GB, placa de vídeo Nvidia GTX 1060, HDD de 2 TB e um total de 2,5 TB em SSD. E para manter tudo isso de pé, o computador possui duas baterias: uma de 82 Wh para o notebook em si e outra de 148 Wh só para alimentar os monitores.

O computador experimental da Expanscape conta com três portas USB 3.1, uma Thunderbolt e uma entrada HDMI para caso o usuário precise de mais uma tela (nunca se sabe, certo?). O notebook também possui uma webcam de 2 megapixels e conectividade Wi-Fi (802.11 ac) e Bluetooth 4.2.

A Expanscape ainda está trabalhando em um terceiro protótipo do Aurora 7. Neste caso, o computador está previsto para trazer o processador Intel Core i9 (10900k) ou AMD Ryzen 9 (3950x), até 128 GB de RAM e a placa Nvidia RTX 2070.

Pix, usado também como app de mensagem, pode enviar código HTML

Banco Central faz nova exigência sobre anotações via Pix, mas ainda libera código HTML; recurso é usado por quem é "pixsexual"

Desde o início do ano, vêm surgindo algumas aplicações curiosas para o Pix: há quem se defina "pixsexual" e compartilhe sua chave para receber cantadas (e dinheiro) dos seguidores; e há quem envie transferências de R$ 0,01 com mensagens para a pessoa amada. O recurso de anotações também tem um lado perigoso: é possível enviar código HTML para os contatos, potencialmente abrindo espaço para golpes.



Pix (Imagem: Divulgação / Banco Central)
Foto: Tecnoblog

Em comunicado ao Tecnoblog, o Banco Central explica que incluiu a obrigação de os participantes do Pix admitirem somente tags HTML seguras no texto das anotações. A regra começou a valer em 15 de janeiro de 2021.

Isso consta nos Requisitos Mínimos para a Experiência do Usuário, que fazem parte do regulamento do Pix. "O campo Descrição deve ser sanitizado e só admitir tags HTML seguras", diz a versão mais recente do documento.

Como funcionam as anotações via Pix
O Tecnoblog testou as anotações do Pix em 10 instituições financeiras, incluindo Itaú, Bradesco, Santander, Nubank, Caixa, Banco do Brasil, Inter e C6 Bank. Em nossa análise, notamos que a implementação desse recurso é bem inconsistente.

É possível enviar código HTML através do Pix via Nubank, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa. Ou seja, o destinatário pode receber algo como o exemplo abaixo:

Clique aqui

Se o app do banco renderizar isso, esse texto se tornaria um link clicável que poderia levar o usuário a um site de phishing para roubar dados.

Dos 10 bancos que analisamos, nenhum converte HTML para links clicáveis. No entanto, ainda permanece o potencial para abuso; existem 734 instituições credenciadas para o Pix, e cada uma implementa essa função de forma diferente.

BC pode punir bancos que não exibem anotações do Pix



Nubank exibe código HTML enviado via Pix; Itaú remove caracteres (Imagem: Reprodução)
Foto: Tecnoblog

O melhor seria fazer o mesmo que o Itaú, que envia anotações via Pix removendo caracteres como <, / e = usados para gerar links. Ou seja, o exemplo acima chegaria ao destinatário apenas como:

a href="golpe.com"Clique aquia

Isso supondo que a anotação vai chegar ao destinatário. Caixa e Santander simplesmente não recebem mensagens via Pix; enquanto Inter e C6 não recebem nem enviam esse tipo de dado.

O BC afirma ao Tecnoblog que todas as instituições com Pix devem enviar a mensagem se ela for inserida no momento da iniciação. "Os participantes que não cumprirem essa exigência estão sujeitos às penalidades previstas no Regulamento do Pix", diz o comunicado.

O Banco Central faz poucas exigências técnicas para as anotações do Pix. Como explica a documentação oficial, a mensagem fica contida no campo "infoAdicionais", do tipo string, que pode ter até 72 caracteres (dependendo do tamanho da chave Pix). Seu uso é opcional, ou seja, o cliente não precisa preencher esse campo.

Spam via Pix?



Pix (Imagem: Divulgação/Banco Central)
Foto: Tecnoblog

A funcionalidade de mensagem foi pensada para algo bem mais simples, como "minha parte do churrasco" ou "um presente pra vc". No entanto, a utilização no mundo real provavelmente ultrapassou o escopo que o BC imaginava.

Por exemplo, no início do mês, tivemos um relato de Matheus Siqueira no Twitter: "meu primo terminou com a namorada porque ela o traiu, aí ele bloqueou EM TUDO; pra conseguir falar com ele, ela começou a mandar vários Pix de 1 centavo com mensagens pedindo desculpa".

O BC explicou à Folha que não dará a opção de bloquear pagamentos para evitar esse tipo de situação: "o que o usuário pode fazer é configurar o aplicativo da instituição na qual mantém a conta para não receber a notificação".

Pixsexual
Isso talvez abrisse a possibilidade de spam via Pix, especialmente porque o BC exige que os bancos mostrem a descrição que acompanha cada transação. No entanto, como mostramos acima, alguns clientes ainda não recebem essas mensagens.

Além disso, certas pessoas estão atrás exatamente desse tipo de interação. Há quem revele sua chave Pix - como CPF, e-mail ou número de celular - para receber dinheiro e até mensagens de possíveis interesses românticos. São os chamados "pixsexuais".

No entanto, o BC avisa à CNN Brasil que "o Pix é um meio de pagamento, não uma rede social". O órgão também pede cuidado ao compartilhar chaves Pix na internet, porque podem envolver dados pessoais sensíveis. A recomendação é usar uma chave aleatória, que é um pouco menos prática, porém é mais segura.

(Fonte: Felipe Ventura) - 25/01/2021
Aprenda quatro maneiras de aproveitar a câmera do seu smartphone

Com os recursos existentes hoje, é possível ir além de selfies e vídeos rápidos

Mesmo se você não tiver o melhor e mais moderno dos smartphones, as ferramentas para fotografias podem ir além das mais comumente usadas, como o modo retrato e vídeos rápidos. Com um sistema operacional razoavelmente atualizado, você pode ter sessões de fotos ativadas por voz, criar imagens em formato panorâmico, gravar vídeo em diferentes velocidades de reprodução e até fazer pesquisas na internet a partir de uma imagem.
O conjunto de recursos exato, é claro, depende do software da câmera que você está usando e também do hardware do seu celular. Confira abaixo quatro dicas de como aproveitar os recursos dos aplicativos de câmera do Google (para Android) e da Apple (para iPhones).

Tire fotos sem usar as mãos
A assistente virtual do seu smartphone pode controlar parte do trabalho de captura de imagem. Com a assistente do Google, por exemplo, basta dizer "Ok, Google, tire uma foto" ou "Ok, Google, tire uma selfie" e a câmera será ativada - ela exibirá uma contagem regressiva e tirará a foto. Você também pode pedir à assistente para compartilhar as fotos, começar a gravar um vídeo, entre outras coisas. A assistente do Google está disponível para Android e iOS.

A Siri, assistente da Apple, também responde a muitos pedidos. O software abre o aplicativo de câmera do iPhone se você disser "E aí, Siri, tire uma foto", mas fica com você a tarefa de tocar no botão para tirar a foto. Os telefones com iOS 12 ou posterior podem usar o aplicativo Shortcuts gratuito da Apple para estabelecer comandos que a Siri pode executar quando instruída - como abrir a câmera e enviar a imagem automaticamente por e-mail depois de tirar a foto.

A Bixby, assistente presente em muitos aparelhos Galaxy, da Samsung, também tira fotos e grava vídeos sob comando.

Aproveite o modo panorâmico
Quer tirar uma foto que é grande demais para o espaço do visor da câmera? Não é preciso um aplicativo extra ou um celular com lente grande angular: basta usar o modo panorâmico da câmera. Com a ferramenta, é possível tirar uma série de fotos e o software as combina em uma única imagem.

No Android, abra o app de câmera do Google e deslize para a esquerda ao longo do menu horizontal na parte inferior da tela. Toque no botão Modos, selecione Panorama e pressione o botão do obturador enquanto move lentamente o telefone para capturar a imagem. No aplicativo de câmera do iPhone, deslize para a esquerda, selecione Pano e siga as instruções na tela. Você também pode pedir às assistentes de voz para abrir a câmera diretamente no modo panorâmico.

O menu Modos no Android também inclui uma opção chamada Photo Sphere para realizar uma volta completa e capturar uma cena em 360 graus. Para usar essa função, toque no botão do obturador e deixe o software guiá-lo. Aqui vale uma observação: embora o modo Pano para iOS não chegue a 360 graus, o aplicativo Google Street View possibilita o modo Photo Sphere no iPhone.

Altere a velocidade do vídeo
Tanto no celular Android quanto no iPhone é possível incluir modos para adicionar efeitos cinematográficos ao seu vídeo. A opção time lapse acelera a reprodução de eventos lentos, como o pôr do sol ou tempestades. Já a função de câmera lenta grava em velocidade normal e diminui a velocidade da ação no clipe gravado, o que dá um tom de drama aos vídeos.

Para acessar as configurações no app de câmera do Google, deslize para a esquerda no menu horizontal até Vídeo e selecione o modo de gravação - câmera lenta, normal ou time lapse - junto com a velocidade desejada; ritmos menores, como 5x, geralmente são melhores para gravações mais curtas. No aplicativo da Apple, deslize para a direita no menu até chegar a time lapse ou câmera lenta; toque no botão de alternância rápida no canto superior para ajustar a resolução e a velocidade.

Manter o telefone parado, sem mexer, resulta em um vídeo com time lapse melhor, então considere um tripé se você não tiver um lugar para apoiar o dispositivo. E a câmera lenta normalmente funciona melhor em ambientes externos, longe de certos tipos de iluminação interna que podem causar oscilações no vídeo.

Pesquise informações a partir de uma imagem
O Google Lens é um aplicativo de reconhecimento de imagem movido por inteligência artificial. Ele pode já estar instalado no seu celular, já que faz parte do cardápio de plataformas para Android. Quem tem um iPhone pode encontrá-lo no Google Fotos ou no Google app. Além disso, a Samsung tem um aplicativo Bixby Vision semelhante para seus telefones.

Quando você aponta sua câmera para algo (ou abre uma foto que você já tirou) e toca no ícone quadrado do Google Lens, o software analisa a imagem e procura informações relacionadas por meio de sua conexão com a internet. O Google Lens é capaz de identificar animais e plantas, pesquisar produtos, reconhecer pontos de referência e muito mais.

O Google Lens também pode traduzir texto em uma imagem e usa realidade aumentada para mostrar as palavras em seu idioma preferido. Não é bem um "tradutor universal" como aquele das histórias de ficção científica, mas está chegando lá.

/TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

(Fonte: J.D. Biersdorfer) - 25/01/2021
Microsoft, pilhas para o Xbox e a liberdade de escolha

Polêmica sobre por que os controles dos consoles Xbox ainda usam pilhas levantam a pergunta: é vantajoso sempre ter opções de escolha?

Na última semana, uma entrevista concedida por um executivo da Duracell deu uma possível explicação do por que a Microsoft continua fazendo com que os controles Xbox funcionem com pilhas, ao invés de adotar uma bateria interna. A companhia desmentiu a existência de um acordo entre as partes, e reafirmou seu compromisso de oferecer liberdade de escolha aos consumidores.

Essa questão divide jogadores a muito tempo. Há quem ache legal, há quem não goste, mas quem tem razão? Todo mundo, na verdade.


Controle do Xbox Series X|S
Foto: Divulgação/Microsoft / Meio Bit

Quando a Microsoft introduziu o Xbox 360 em 2005, ela foi a primeira companhia a lançar um console de mesa que usava controles sem fio, que se comunicavam com o console através de um protocolo proprietário, usado até o Xbox One original. Hoje a companhia faz como a Sony, e seus controles usam Bluetooth.

Se a forma de comunicação entre o controle e o console mudou, o mesmo não pode ser dito da alimentação dos mesmos. Desde o início e até hoje, com os controles para Xbox Series X|S, a Microsoft adota as boas e velhas duas pilhas AA, de preferência alcalinas, para uma maior durabilidade. A empresa se guia pela lógica de que todo mundo tem que comprar pilhas para os controles remotos de TVs e outros aparelhos, logo, por que não mais um?

Só que um ano depois, a Sony apresentou o PlayStation 3 com controles DualShock 3 também sem fio, mas sem a opção de pilhas. Em seu lugar, o jogador conecta fisicamente o acessório ao console, ou a um PC, com um cabo USB, para carregar a bateria embutida interna.

Assim como a concorrente, a Sony nunca cogitou mudar esse formato e o mantém até hoje, com os novos controles DualSense do PS5.



Sony optou por controles recarregáveis, do DualShock 3 ao DualSense
Foto: Ronaldo Gogoni/Meio Bit / Meio Bit

A "Guerra dos Controles"

Como fanboy é um bicho muito estranho, essa diferenciação bastou para defensores do Xbox 360 e do PS3 se digladiarem por anos, em defesa da solução adotada por seu console de estimação como "a melhor", e esse arranca-rabo perdurou durante o ciclo de vida do Xbox One e do PS4.

É certo que os mais xiitas continuam brigando na atual geração de consoles. Do lado da Nintendo, o Wiimote também usava pilhas AA, enquanto que o Gamepad do Wii U dependia de uma bateria proprietária. No Switch, os Joy-cons são carregados pelo console ou pelo Charging Grip, quando conectados ao dock do modelo original.

A Microsoft nunca deu maiores explicações sobre por que opta por pilhas ao invés de baterias internas, se limitando a defender a liberdade de escolha do cliente. No entanto, em entrevista ao site Stealth Optional, o gerente de marketing da Duracell para o Reino Unido Luke Anderson disse que sua empresa e Redmond possuem um acordo de parceria de longa data.



Não tem Xbox na Matrix (o primeiro console foi lançado em 2002), mas Duracell, com certeza (Foto: Reprodução/Warner Bros. / Meio Bit

A Microsoft nega, e diz que o motivo é outro:

"Nós (a Microsoft) oferecemos intencionalmente a opção de escolha para os consumidores, sobre qual solução de alimentação usar com os controles sem fio Xbox. Isso inclui pilhas AA de qualquer marca, a bateria recarregável Xbox, soluções de recarga de nossos parceiros, ou um cabo USB-C, que pode fornecer energia ao controle quando conectado ao console ou PC (para o caso de não usar pilhas ou baterias)."
De qualquer forma, a Duracell de fato veicula comerciais onde destaca a vantagem de seus produtos, ao serem usados nos controles Xbox, citando inclusive o serviço Xbox Game Pass:



Pilhas, baterias e outras opções
A defesa da liberdade de escolha pela Microsoft tem seus motivos. Por um lado, usar pilhas comuns com o controle significa que o usuário terá que adquirir novas de tempos em tempos, e correr o risco de ficar sem energia no meio de uma partida. Além disso, há o lance de que as pilhas não são produtos ecologicamente corretos para os tempos atuais.

A própria Microsoft oferece uma opção alternativa, na forma do Xbox Play & Charge. Trata-se de um kit com uma bateria recarregável e um cabo USB (lembrando, os consoles Xbox não enviam um, pois o usuário a princípio deve usar pilhas), para que ela possa ser recarregada mantendo o controle conectado ao console ou ao PC.

É um acessório opcional que representa um custo extra, se comparado à bateria embutida de um controle DualShock/DualSense, mas é uma boa para quem prefere evitar ter de comprar pilhas frequentemente. Por fim, a bateria do Xbox One também serve nos controles Xbox Series, com exceção do cabo. Enquanto o controle da geração anterior possui uma porta microUSB, os novos contam com uma USB-C.



Xbox Play & Charge, kit com bateria e cabo USB é opcional
Foto: Ronaldo Gogoni/Meio Bit / Meio Bit

Outra opção, que pode ser vantajosa para alguns usuários, é usar pilhas recarregáveis ao invés das alcalinas comuns. O investimento costuma ser um pouco alto (o preço gira em torno do valor de um kit Play & Charge), fora a necessidade de adquirir o carregador, mas a versatilidade é um ponto positivo.

Para aqueles que usam outros eletrônicos movidos a pilha, contar com uma quantidade de pilhas recarregáveis pode representar uma boa economia de capital a médio prazo, antes de trocá-las por novas.

Em geral, uma pilha do tipo dura até 3 anos.



Sim, a Duracell também vende pilhas recarregáveis
Foto: Divulgação/Duracell / Meio Bit

Por outro lado, alguns fabricantes estão aos poucos abrindo mão de pilhas em acessórios fora do mercado gamer, falando especificamente de controles remotos. A primeira a pular fora, para variar, foi a Apple com o Siri Remote, o controle da Apple TV.

O modelo original usava uma bateria CR2032 comum, aquela que parece uma moeda e alimenta vários tipos de eletrônicos, principalmente relógios. O controle remodelado passou a usar carregamento via porta Lightning, ao conectar o acessório a um computador ou à caixinha da maçã.



Apple Siri Remote: controle remoto com carregamento via porta Lighting
Foto: Divulgação/Apple / Meio Bit

A Samsung está entrando agora na onda, com seu novo controle remoto que pode ser carregado por energia solar ou via USB, abrindo mão das pilhas. Não se sabe, no entanto, se esse modelo será reservado às TVs mais caras da empresa, como foi nos anos anteriores, ou se ele será universal, e virá incluído também nos modelos de entrada.

A Sony tem um ponto por oferecer uma solução de simples uso, que não depende do consumidor correr no mercado para comprar pilhas. Basta tirar o PS5 da caixa, ligar e jogar, já que o controle DualSense vem com uma pré-carga. Por outro lado, qualquer problema na bateria praticamente inutiliza o joystick, e se isso acontecer fora da garantia, o consumidor terá que gastar R$ 499 para comprar outro.

Por um lado, a decisão da Microsoft de se manter agarrado às pilha parece anacrônica, mas o consumidor pode optar por usar uma bateria recarregável, seja oficial ou não, comprar pilhas recarregáveis ou mesmo nada disso, preferindo jogar com o cabo conectado.

Nesse ponto, Redmond reforça sua decisão democrática, em que o jogador decide como usar seu próprio controle Xbox.

(Fonte: Ronaldo Gogoni - Meio Bit) - 12/01/2021
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.