Os consumidores receberam bem a portabilidade. Julgam que ela aumentará a concorrência, o que resultará em melhora nos criticados serviços, preços e atendimento das operadoras.
A designer Maria Armiliato de Andrade, que possui um celular com DDD 41 (PR), migrou de um pré-pago de uma operadora para um pós-pago de outra.
Estava insatisfeita. O sinal era muito ruim. Na minha casa, por vezes, o celular não funcionava, as tarifas eram altas e o atendimento era péssimo.
Andrade aponta o bom atendimento, tarifas justas e promoções interessantes como atrativos para a mudança.
A operadora para a qual migrei oferece tarifas mais acessÃveis, bônus para serem retirados em forma de aparelhos novos, um serviço de atendimento mais cordial, além da possibilidade de agrupar minha linha em um plano pós-pago junto com meu namorado.
Ganhei bons 350 minutos grátis ao mês para falar com qualquer número da mesma operadora ou fixo, além de mensagens de texto e foto-mensagens, diz.
Mesmo após a mudança, a designer não descarta a possibilidade de trocar de operadora novamente.
Até o momento estou satisfeita, mas, se a prestadora deixar de ser vantajosa para mim, mudo sem problemas. Se tudo der errado, não tenho motivos para ficar acomodada, afinal de contas, agora somos livres, diz.
Outra adepta da portabilidade numérica é a engenheira de telecomunicações Renata Pereira Oliveira, que vê na possibilidade de troca de operadora com manutenção do número um estÃmulo à maior competitividade no setor de telefonia.
Oliveira transferiu seu pós-pago (DDD 31, MG) para outra prestadora no mês passado porque a empresa antiga já não estava correspondendo com as expectativas, as contas eram altas e não havia nenhuma promoção atrativa.
Para a engenheira, as operadoras terão de oferecer mais promoções e melhor atendimento se quiserem manter seus clientes.
Atendimento ruim na solução de algum problema, pequeno alcance na cobertura do sinal e promoções mais atrativas em outras operadoras me fariam migrar novamente. Se houver insatisfação com a operadora, mudarei outra vez, diz.
Um computador ultraportátil, de preço relativamente baixo, voltado a tarefas básicas e acesso à internet. Essa é a idéia central de uma categoria de subnotebooks que, desde o ano passado, mexe com a indústria: a de netbooks ou mininotes.
Eles têm como principais caracterÃsticas dimensões reduzidas (como a de um livro), tela que vai de sete a dez polegadas e menos de 2 kg (à s vezes não chega a 1 kg) de peso.
Seus preços variam de cerca de US$ 300 a mais de US$ 800 nos EUA, a depender de fatores como marca e configuração.
No Brasil, estão à venda por preços a partir de R$ 800, aproximadamente. Alguns modelos só são encontrados por meio de importadores independentes.
Há portáteis tão pequenos quanto eles e muito mais poderosos. Mas são bem mais caros. Um Sony Vaio TZ, com tela de 11,1 polegadas, custa mais de US$ 1.500, e alguns modelos ultrapassam os US$ 2.000.
Baixo preço e portabilidade --esses são os principais atrativos dos mininotes. Qualquer um que esteja em busca de mobilidade e não faça questão de alto poder de processamento pode se satisfazer com eles. Ao comprar, tente testá-lo pessoalmente e preste atenção nas seguintes caracterÃsticas.
Tamanho
As dimensões do aparelho envolvem principalmente dois elementos: tela e teclado. As telas em geral têm aproximadamente sete, nove ou dez polegadas. As vantagens das de sete são o preço e um gasto menor de energia --as baterias duram mais. Mas a baixa resolução (800x480) atrapalha.
Telas de nove e dez polegadas (1.024x600) são mais confortáveis visualmente, mas gastam mais bateria. A alta resolução do HP 2133 (1.280x768 em nove polegadas) pode incomodar usuários, já que letras e Ãcones ficam bem pequenos.
Os teclados têm tamanhos variados. Os menores exigem mais tempo para se acostumar.
Processador e memória
O Intel Atom N270 (1,6 GHz) é o melhor processador da categoria. O Intel Celeron M (900 MHz) costuma ter desempenho semelhante ou melhor do que o C7-M de 1,6 GHz (há opções de 1,2 GHz e 1 GHz), da VIA --que planeja lançar uma nova linha de chips, a Nano. Prefira modelos com, no mÃnimo, 1 Gbyte de RAM.
Armazenamento
Unidades com menos de 8 Gbytes podem limitar bem o uso, principalmente se você deseja usar o Windows ou instalar muitos programas.
Se você puder investir em um SSD, melhor. Eles gastam menos energia, são mais silenciosos e mais resistentes a quedas e trancos. Discos rÃgidos tradicionais (HDs) são mais baratos e oferecem mais capacidade.
Sistema
Modelos da mesma marca geralmente têm diferentes configurações de hardware para Windows e Linux. O primeiro geralmente incorre em maior preço. O XP costuma mostrar bom desempenho nessas máquinas; já o Vista é pesado demais. O Linux tem opções bem limitadas, mas você pode instalar outra distribuição, como a versão Netbook Remix do Ubuntu, especialmente feita para a categoria.
Extras
Atente para itens como Bluetooth, Wi-Fi padrão 802.11n, touchpad sensÃvel a múltiplos toques, padrões aceitos pelo leitor de cartões e webcam com resolução mais alta, que podem ser bons diferenciais.
Com ares de superprodução, Killzone 2 oferece praticamente tudo o que se espera de um tÃtulo de guerra competente, do roteiro cinematográfico ao multiplayer para até 32 participantes, passando por uma atmosfera de caos evidenciada por efeitos especiais de tiros e explosões. Exclusivo para PlayStation 3, narra a saga dos humanos na missão de derrotar a raça alienÃgena Helghast.
Tudo é maiúsculo, caprichado e de encher os olhos. A tecnologia gráfica impressiona na fluidez dos movimentos dos personagens e nas cenas que narram a história do game.
A inteligência artificial faz com que as criaturas tentem novos recursos para surpreender o jogador.
Os norte-americanos poderão colocar as mãos no jogo, que foi classificado para maiores de 17 anos, a partir desta sexta-feira. Por aqui, o jogo poderá ser encontrado em importadoras e lojas especializadas.
Aposta dos deuses
Na mesma linha do "maior e melhor", God of War III prepara-se para chegar ao PlayStation 3 expandindo os nÃveis de violência que já eram épicos.
Se em tempos passados o protagonista Kratos costumava enfrentar 15 inimigos ao mesmo tempo, este número quase triplicou na nova versão.
O jogo, cuja data de lançamento deve ser anunciada em Los Angeles na feira E3, em junho, vai dar ao guerreiro espartano armas novas, incluindo a Cestus, que são luvas em forma de patas de leão.
O clima épico está intacto, especialmente nas tradicionais lutas contra chefões. Um confronto já está confirmado: será contra Hades, o deus grego do mundo dos mortos.
Apostando em antigos medalhões, como Killzone e God of War, a Sony pretende devolver ao PlayStation os tempos áureos, quando dominava o mercado de videogame. Hoje, com 22 milhões de aparelhos comercializados, o console está atrás de Wii e Xbox 360.
O Congresso Mundial de Mobilidade, que aconteceu em Barcelona nesta semana, mostrou que a tecnologia de conexão sem fio WiMAX continua sendo uma aposta das grandes fabricantes.
Muitas empresas exibiam dispositivos móveis para internet (MID, na sigla em inglês) com capacidade WiMAX, que permite banda larga sem fio e móvel para os aparelhos.
A Samsung, por exemplo, mostrava desde portáteis que já existem na Coreia, como um MID-origami que se desdobrava para apresentar um alentado teclado (veja fotos no blog www.folha.com.br/circuitointegrado), até produtos que devem ser lançados nos EUA e na Europa neste ano.
De acordo com o WiMAX Forum, em 2010, a tecnologia vai chegar a 800 milhões de pessoas. A Quantum mostrou, em Barcelona, um aparelho celular de baixÃssimo custo com capacidade para usar redes WiMAX e GSM.
Isso mostra que a tecnologia pode ajudar a expandir o acesso à internet banda larga sem fio. Mas esse tipo de conexão sem fio também apareceu, no evento, em aplicações além do uso pessoal, como para transmitir vÃdeos em circuitos de câmeras de vigilância.
Quarta geração
Outra tecnologia com destaque no evento é a LTE (Long Term Evolution), considerada por muita gente a quarta geração de tecnologias de comunicação sem fio. Ela ainda não está disponÃvel comercialmente.
Algumas empresas mostravam, em seus estandes, circuitos de TV de alta definição ao vivo, filmando o evento, usando a tecnologia.
Mas a Motorola foi mais longe, com um carro que circulava pelas ruas catalãs e podia ter a ação vista ao vivo, em alta definição, no evento, entre outras demonstrações da LTE.
Experimente ligar um aparelho de som em um volume bem alto e, em seguida, fazer uma ligação no celular. A chance é que você não escute nada, certo?
Errado, se o seu celular tiver um recurso chamado Crystal Talk --que reduz ruÃdos e interferências no áudio das conversas.
O Motorokr EM35, da Motorola (www.motorola.com.br), vem com o recurso potencializado, o Crystal Talk Plus.
Comparando a qualidade da ligação do aparelho com outro da empresa, mas sem o Plus, a diferença é nÃtida. Isso porque o EM35 tem dois microfones, que ajudam a eliminar o barulho do ambiente.
Voltado para música, o EM35 tem teclas dedicadas -tocar, pausar, adiantar e retroceder uma canção. Também permite ouvir rádio sem necessidade de fones e tem integração com o Last.fm --dá para ver quais são as músicas mais ouvidas por usuários do site, por exemplo.
O aparelho, que vem com o novo álbum do U2, "No Line on the Horizon", tem câmera de 3,1 Mpixels. O preço sugerido é de R$ 799.










