A LG Electronics, terceira maior fabricante de celulares do mundo, planeja lançar um computador tablet de 8,9 polegadas baseado na próxima versão do Android, afirmou uma fonte próxima do assunto nesta quinta-feira.
O aparelho, que vai executar o sistema operacional "Honeycomb", do Google, projetado para tablets, será lançado na Coreia do Sul e no exterior no início do próximo ano, informou a fonte, que pediu para não ser identificada já que o novo sistema do Google ainda não foi anunciado.
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A Apple controlava 95% do emergente mercado de computadores tablets no terceiro trimestre, segundo a empresa de pesquisa Strategy Analytics.
O aparelho planejado pela LG será o primeiro da empresa no segmento depois que a companhia abandonou o plano de lançar um modelo equipado com a versão 2.2 do Android. Na época, a LG informou que precisava de uma "versão mais confiável e melhor adaptada do Android para tablets".
A Samsung, entretanto, lançou o Galaxy Tab equipado com a versão 2.2 do Android, na Coreia do Sul, na quinta-feira, depois de revelar o modelo de 7 polegadas na Europa e outros países da Ásia anteriormente.
"Há uma controvérsia sobre se a versão 2.2 do Android é adequada para uso em tablets, mas os consumidores vão tomar a decisão final depois de usarem o Galaxy Tab", disse JK Shin, diretor da divisão de dispositivos móveis da Samsung.
Navegar pelo seu notebook pode não ser mais uma experiência tão solitária, se você assim quiser.
Uma parceria entre Toshiba, Sony, Dell, Intel e Netgear permitiu o surgimento da tecnologia Wi-Di (Wireless Display), por meio da qual tudo o que está sendo feito ou visto no computador pode ser transferido sem fios para a TV -uma tela que acolhe mais espectadores.
Para usar o serviço, é preciso conectar à TV o roteador Push to TV -já á venda no Brasil, segundo a Sony. Esse aparelho irá "conversar" com o notebook que estiver habilitado com tecnologia para fazer a transmissão.
"O computador precisa ter os processadores da nova família Core da Intel [i3, i5 e i7], placa gráfica da mesma marca, adaptador wireless centrino e Windows 7 (64 bits)", diz Willen Puccinelli, gerente de produto da linha Vaio da Sony do Brasil. A empresa está trazendo modelos com o Wi-Di ao Brasil.
Segundo Puccinelli, a tecnologia consegue transmitir praticamente tudo o que estiver na tela do computador à TV, menos DVDs e Blu-ray que estiverem protegidos por direitos autorais.
CHIP
O chip que possibilita a transmissão de dados é o da nova família Core, da Intel.
Segundo Denise Pereira, gerente de marketing de consumo da empresa, o foco dessa nova arquitetura é melhorar a performance e economizar bateria.
"Com essa economia de energia, sobra espaço para colocar outras funções no processamento", diz Pereira. Entre as possibilidades está a parte do chip que possibilita o Wi-Di.
APARELHOS
A Sony está trazendo ao Brasil alguns modelos com a tecnologia. Um deles é o VPC-EA33FB, que sai por R$ 2.999. Veja mais informações em sonystyle.com.br.
O iPod (reprodutor de músicas da Apple), o Kindle (leitor de livros eletrônicos da Amazon), o Game Boy (da Nintendo) marcaram presença na lista dos melhores gadgets criados desde 1923 feita pela revista "Time".
Outros três produtos da Apple estavam presentes: o iPhone e o iPad. Confira a lista completa aqui
De acordo com a revista, a escolha de alguns aparelhos foi simplesmente pelo fato de terem sido pioneiros em suas áreas --e não os realmente melhores.
Quem definiu os nomes foi o editor de tecnologia da revista, Peter Ha.
Fazer com que a bateria de um celular dure dez vezes mais é a primeira meta de um grande projeto de pesquisa que a IBM, Infineon e algumas universidades europeias revelaram na quarta-feira.
O novo projeto de pesquisa, conhecido como Steeper, também quer reduzir a necessidade de energia de outros aparelhos eletrônicos, tais como televisores ou supercomputadores, em até dez vezes quando estiverem ativos e praticamente eliminar o consumo de eletricidade quando estiverem em standby.
A vida de bateria curta é um problema cada vez mais grave para os consumidores que precisam recarregar seus celulares diariamente, e também para os grandes fabricantes de celulares inteligentes como Nokia, Apple e RIM.
"A tecnologia de baterias não acompanhou a crescente demanda de energia dos celulares inteligentes atuais. Portanto, a administração e eficiência energética é o maior desafio que os fabricantes de celulares inteligentes enfrentam para oferecer aos consumidores uma experiência simples e satisfatória de uso", disse Tim Shepherd, analista da Canalys.
Os aparelhos eletrônicos hoje respondem por 15% do consumo de energia de um domicílio, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), e sua necessidade de energia triplicará até 2030.
"Nossa visão é divulgar essa pesquisa de modo a permitir que fabricantes produzam o aparelho ideal da eletrônica, um computador que utilize pouquíssima energia quando estiver em pausa, o que chamamos de PC zero watt", disse Adrian Ionescu, da École Polytechnique Féderale de Lausanne, coordenador do projeto.
Os cientistas aplicarão nanotecnologia para reduzir o consumo de energia, o custo e estender a duração da bateria dos aparelhos, com o objetivo de reduzir ao menos para a metade a voltagem operacional de que os transistores precisam para operar.
"Uma melhora de mil vezes no desempenho de um supercomputador significa a necessidade de mil vezes mais energia para que funcione. Seria preciso uma usina de energia ao lado da central de processamento de dados", disse Heike Riel, que comanda o grupo de nanotecnologia eletrônica no centro de pesquisa da IBM em Zurique.
Centrais de processamento de dados de empresas como o Google já utilizam mais de 1% da energia mundial, e sua demanda por energia vem subindo rapidamente devido à tendência de terceirização da computação.
O uso de energia em modo de espera já responde por 10% de consumo de eletricidade em residências e escritórios, estimou a União Europeia.
A Hewlett-Packard revelou seu primeiro produto para o crescente mercado de computadores tablet, um aparelho de US$ 799 acionado pelo Windows e dirigido a clientes empresariais.
O Slate 500 da HP tenta reproduzir a experiência dos computadores em forma de tablet, e representa contraste com relação a rivais que deram aos seus aparelhos uma cara mais parecida com a de um celular inteligente. O Slate 500 opera com a mesma versão do Windows 7 usada por muitas empresas em seus computadores convencionais.
O tablet tem preço superior ao de produtos concorrentes como o iPad, que deu início à mania dos tablets ao ser lançado, meses atrás.
O produto da HP tem tela de 8,9 polegadas e sistema multitoque, pesa 700 gramas e vem com 64 Gbytes de armazenagem e uma caneta especial. A bateria tem carga para cinco horas de uso.
O aparelho tem acesso Wi-Fi, mas não oferece capacidade integrada de conexão a redes de celulares de alta velocidade, ao contrário de rivais como o iPad, o Galaxy Tab, da Samsung Electronics, e o Dell Streak.
Carol Hess-Nickels, diretora de marketing de notebooks para empresas na HP, enfatizou as utilidades para negócios do Slate. Ela antecipa que companhias de varejo, saúde e seguros, entre outras, criem aplicativos especiais para aproveitar a portabilidade do aparelho.
"É como um computador com funções plenas, e opera com o Windows; ele executa os aplicativos a que o usuário está acostumado, mas o faz em forma de tablet", disse Hess-Nickels.
O Slate 500 tem processador Intel Atom, usado normalmente em netbooks. Os tablets rivais operam com chips padrão ARM, utilizados em celulares inteligentes.
O aparelho vem equipado com câmera frontal e câmera traseira, permitindo videoconferências, e com uma porta USB; é vendido com um estojo e uma estação de acoplagem.
O HP Slate 500 já está disponível on-line, e a empresa o venderá a outras companhias por meio de sua equipe de vendas diretas.
O preço de US$ 799 o torna mais caro que o iPad com acesso Wi-Fi, cujos preços vão de US$ 499 a US$ 699. Os preços do iPad 3G começam em US$ 629.










