A Apple propôs um novo padrão para cartões SIM, menor que o usado atualmente pela empresa no iPhone e no iPad, a fim de poder produzir aparelhos mais finos, afirmou uma executiva da Orange à Reuters.
Um porta-voz da entidade europeia para padrões de telecomunicações, a ETSI, confirmou que a Apple fez uma proposta de um novo padrão para chips, mas a decisão sobre dar inÃcio ao processo de padronização, que pode levar mais de um ano, ainda não foi tomada.
"Esse processo pode levar algum tempo, até um ano ou mais, se houver fortes discordâncias entre empresas do setor. No entanto, quando há um amplo consenso entre as empresas que participam do comitê de padronização, o processo pode ser acelerado em meses", disse.
A Orange afirmou que apoia a estratégia, assim como outras operadoras.
"Estamos bastante contentes em ver que a Apple, na semana passada, submeteu novos padrões ao ETSI para um cartão SIM menor --com tamanho inferior ao usado atualmente pelo iPhone 4 e pelo iPad", disse a diretora de serviços móveis da Orange, Anne Bouverot.
Quando se trata de produtos tecnológicos, fabricantes e consumidores preferem olhar para o futuro. Poucas coisas parecem inibir sentimentos nostálgicos como computadores velhos. Isso, porém, pode estar começando a mudar com a volta ao mercado de marcas que fizeram história no universo da informática.
Um dos responsáveis por isso é Barry Altman, que, em abril de 2010, fundou a Commodore USA, empresa que vai ressuscitar as marcas Commodore e Amiga. Ele conseguiu licenciar os nomes ligados à Commodore International, companhia pioneira que faliu em 1994.
Entre os retornos está o do Commodore 64, uma das máquinas de maior sucesso da história. Segundo um relatório de 1993 da Commodore International, 17 milhões de unidades foram vendidas entre 1982 e 1993.
Assim como o original, o novo Commodore 64 é um equipamento em peça única, que funciona sob um teclado.
A primeira vista, ele é muito parecido com a máquina na qual se inspirou.
A diferença entre as duas gerações pode estar em seu foco. O original se popularizou por ser uma máquina potente (para a época) para o mundo dos games. Com processador MOS 6510 de 1 MHz, memória de 64 Kbytes e chip gráfico VIC-II, ele atraÃa pela qualidade dos jogos.
Já o novo Commodore 64 tem entranhas de netbook. Em sua configuração mais robusta, ele tem um processador Intel de dois núcleos Atom D525 de 1,8 GHz, 4 Gbytes de memória, chip gráfico Nvidia Ion 2 e disco rÃgido de 1 Tbyte. Além disso, ele tem leitor de Blu-ray e conexões Wi-Fi e Bluetooth.
Quase 30 anos depois, o preço não foi alterado profundamente. Enquanto original saÃa por US$ 595, o atual custa US$ 895 --e ainda precisa de um monitor.
Mas o Commodore 64 não foi o único equipamento a pular no túnel do tempo. O Atari 400, um dos seus concorrente no inÃcio dos anos 1980, também está de volta.
A reedição, porém, é menos ambiciosa. Ela consiste apenas do teclado laranja e marrom (um design com a cara de como o futuro era imaginado nos anos 1970). Produzido pela loja japonesa Geek Stuff4u, ele tem saÃda USB e teclas do tipo chiclete.
Embora o preço atual seja alto para um teclado (US$ 140), ele já está esgotado e uma nova fornada não está prevista --sucesso parecido com o do Atari 400 original.
Lançado em 1979, ele teve centenas de milhares de unidades vendidas ao preço de US$ 549,95.
A Samsung considera fabricar seu novo tablet Galaxy Tab 10.1 --principal concorrente do iPad 2, ao lado do Motorola Xoom-- no Brasil.
A informação foi confirmada por diretores da empresa na Coreia do Sul ao ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, que esteve no paÃs na semana passada.
Segundo ele, a diretoria mostrou interesse em aproveitar as medidas que o governo vai fornecer para o setor após a reivindicações da Foxconn, que fará o iPad 2.
"Deixamos claro que estamos discutindo uma polÃtica de massificação do setor e há chance real de o novo tablet ser fabricado no Brasil", disse o ministro à Folha.
O governo deve informar, nos próximos dias, a classificação dos tablets como notebooks, o que vai baratear os aparelhos pela isenção de PIS e Cofins.
Atualmente a Samsung produz no paÃs o Galaxy Tab com sete polegadas.
O aparelho de 10,1 polegadas com a nova versão do Android Honeycomb foi lançado mundialmente em fevereiro, e a previsão é que chegue ao Brasil --importado-- até julho.
O terceiro modelo, de 8.9 polegadas, deverá ser vendido até agosto.
Procurada, a empresa não se pronunciou sobre o Galaxy 10.1.
OPERADORA
Na viagem ao paÃs, a convite da Comissão Coreana de Comunicações, a comitiva do ministério também esteve com a SK Telecom, principal operadora de telefonia.
"A empresa se mostrou interessada em explorar o serviço de banda larga com qualidade e preço competitivo, aplicando as tecnologias de satélite e rádio", disse.
Para isso, enviará nos próximos dois meses uma comissão para discutir o assunto com o governo brasileiro.
A Barnes & Noble deve lançar um novo leitor de livros eletrônicos (e-reader) neste mês. A informação consta em um registro da agência reguladora U.S. Securities and Exchange Commission.
Segundo o relatório, em reunião com analistas ocorrida na quarta-feira (4), a cadeia de lojas norte-americana indicou que espera anunciar um novo e-reader no dia 24.
Não foram revelados detalhes sobre o aparelho, mas, para o "Wall Street Journal", ele pode ser uma "combinação mais poderosa de tablet e e-reader", talvez equipada com o sistema operacional Android 3.0 (Honeycomb), usado em dispositivos como o Motorola Xoom.
Em outras palavras, seria uma evolução do Nook Color, leitor com tela (LCD) colorida que, no mês passado, ganhou atualização para a versão 2.2 do Android.
Outra possibilidade --levantada pelo blog Crave, do Cnet-- é que o lançamento sirva para substituir o Nook, modelo de e-reader mais barato da Barnes & Noble que, assim como o Amazon Kindle, usa tela de papel eletrônico.
Lançado em 2009, o Nook tem tido problemas para competir com a terceira geração do Kindle, introduzida no mercado no ano passado, diz o Crave.
O iPad 3 será 3D, diz o site RCR Wireless. A fonte da informação seria alguém "próximo dos grandes estúdios de cinema", que estariam preparando-se para lançar conteúdo 3D para a próxima geração do tablet da Apple.
O site não esclarece se a tela do novo iPad seria capaz de exibir imagens em 3D sem a necessidade de óculos especiais.
Informações sobre um iPad 3D foram vazadas também pela Foxconn, que fabrica vários produtos da Apple, acrescenta o RCR Wireless.
O blog Crave, da Cnet, recebeu a notÃcia com ceticismo, chegando a questionar, em tom de brincadeira, se a tal fonte do RCR Wireless não seria Charlie Sheen, ator envolvido em vários escândalos recentes.










